Isso se resolveria adicionando alguma tag indicando que o caminho é uma conexão. No caso, footways para travessias devem receber também a tag footway=crossing; bastaria então você excluir as footways de cruzamentos no seu cálculo da extensão das footways.
Além disso, acho que esse cálculo hoje já teria vários desafios. As calçadas seriam incluídas no cálculo? Se sim, incluiria também as que são mapeadas como tag na via principal (ao invés de uma footway separada)? 2014-04-01 13:11 GMT-03:00 Nelson A. de Oliveira <[email protected]>: > 2014-04-01 13:06 GMT-03:00 Fernando Trebien <[email protected]>: >> Jogar o trabalho pro algoritmo é fácil né: você pode dizer que o >> algoritmo deveria poder extrair o mapa inteiro a partir da imagem de >> satélite, por exemplo. Sabemos que isso é inviável e pouco confiável - >> do contrário, não faria sentido fazer o que fazemos aqui (mapear >> manualmente). > > Mas faz sentido resolver um caso de uso em detrimento de outro? > Se eu quiser saber a extensão de footways de uma cidade, vou ter dados > que não condizem com a realidade (já que foram mapeadas de forma > artificial para resolver um problema de roteamento). > > O OSM é uma base ampla com uma infinidade de aplicações. Eu, > pessoalmente, não concordo em inserir "contornos" para resolver > problemas de uma determinada classe. > > _______________________________________________ > Talk-br mailing list > [email protected] > https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br -- Fernando Trebien +55 (51) 9962-5409 "Nullius in verba." _______________________________________________ Talk-br mailing list [email protected] https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br
