A cor das telhas certamente ajuda. Um dos problemas é que não podemos confiar muito na cor delas na imagem de satélite. Outro é que uma comunidade carente, com nome e contorno, pode até estar usando telhas comuns (ou ser um mosaico, com vários tipos de telhas intercalados) e ainda assim corresponder à definição do IBGE (irregularidade das vias de circulação e do tamanho e forma dos lotes; e/ou carência de serviços públicos essenciais).
2014-05-18 10:05 GMT-03:00 Paulo Carvalho <[email protected]>: > > > > Em 18 de maio de 2014 01:26, Fernando Trebien <[email protected]> > escreveu: > >> "observando a densidade e o tamanho dos "quadradinhos" no mapa" >> >> Foi exatamente esse o critério que eu usei pra refinar os contornos >> dos aglomerados aqui de Porto Alegre (e isso foi baseado no trabalho >> feito por um economista, que parece ter adotado um critério similar, >> embora não tenha descrito com todas a letras). Só não fiz assim nas >> raras exceções onde a transição do aglomerado para o seu entorno é >> gradual e pouco clara. Nesses casos, o contorno exato não importa >> muito, importa mais o formato aproximado da região. >> >> Dois fatores razoavelmente objetivos que vêm à mente na hora de >> descrever essas regiões, que não me parecem discriminatórias, e que >> poderiam se aplicar a outras situações: >> - grau de organização geométrica das moradias (são dispostas de forma >> regular, formando ângulos retos, ou não?) >> - facilidade de acesso (as ruas são largas, com calçadas, bem >> pavimentadas? a maioria das moradias tem entrada pela rua principal ou >> por passagens estreitas?) > > > Algumas comunidades como a Vila do João, Cidade de Deus e Vila das Pedras > foram loteamentos organizados pelo governo e entregues à população. Do alto > parecem bairros organizados, com lotes isométricos, ruas largas e ordenadas > com automóveis estacionados ao longo: > https://www.google.com.br/maps/@-22.8675933,-43.2361388,282m/data=!3m1!1e3 . > Porém o uso predominante de telhas de amianto nos puxadinhos e as lajes > descobertas usadas como terraço conferem um tom acinzentado característico a > essas áreas que permite a distinção para quem não conhece as favelas do Rio. > > Há comunidades ainda, como a Cidade Alta, que parecem condomínios de > prédios, mas são lugares muito perigosos: > https://www.google.com.br/maps/@-22.8185786,-43.2933162,456m/data=!3m1!1e3 > > Creio que deva existir um meio de mapear as favelas e que elas devam ser > distintas do mapeamento de áreas de risco, podendo coincidir com elas. > >> >> >> A primeira é fácil de observar no chão, especialmente na imagem de >> satélite. A segunda é provavelmente um fator determinante para as >> pessoas que se preocupam com a conveniência do roteamento assistido. >> (Mesmo que todas as favelas fossem seguras, provavelmente motoristas >> gostariam de evitá-las por ser difícil de passar por essas vias.) >> >> Se você comparar o mapa do Rio com os mapas das cidades européias, vai >> notar que praticamente todas as regiões habitadas na Europa estão >> mapeadas com landuse=residential, e que poucas delas têm nome, e >> obviamente não são necessariamente nem propriedades particulares, nem >> regiões carentes. Então, enquanto não há uma descrição bem definida, >> seria possível desenhar áreas residenciais adjacentes às favelas, o >> que as tornaria visualmente indistintas das favelas. Certamente >> podemos definir e até mesmo votar tags para o Brasil, e adotá-las >> mesmo que a comunidade internacional não siga - podemos buscar a >> aprovação depois, e eu acho que o HOT estaria interessado. Num >> primeiro momento, essas tags não seriam visualmente distintas, >> serviriam como "anotação" detalhando landuse=residential, e quando >> tivéssemos uma quantidade substancial de áreas usando as novas tags, >> poderíamos pensar na renderização. >> >> 2014-05-17 22:06 GMT-03:00 Márcio Vinícius Pinheiro >> <[email protected]>: >> > Galera, estou tentando acompanhar a discussão sobre as favelas, mas não >> > tive >> > muito tempo nos últimos dias e não li ainda todas as mensagens. >> > >> > Me interessa muito essa discussão, porque tenho mapeado os logradouros >> > das >> > favelas cariocas. Sou urbanista na Prefeitura do Rio e trabalho >> > exatamente >> > nas favelas (atualmente estou no Complexo do Alemão e no Complexo do >> > Andaraí). Eu, até o presente momento, tenho me dedicado apenas aos >> > logradouros, não mexi nas delimitações das comunidades exatamente porque >> > eu >> > não tinha informações sobre os critérios utilizados nessas delimitações >> > no >> > OSM. No Rio, pelo que vi (e pelo que conheço dos mapas da Prefeitura), >> > utilizaram a delimitação e nomenclatura do IPP. Tenho minhas ressalvas >> > quanto às importações que já foram realizadas a partir dos dados do IPP >> > sem >> > devida avaliação local (inclusive devo mexer nas delimitações no >> > Complexo do >> > Alemão, porque já notei a ausência de algumas delimitações). >> > >> > Eu também acho importante a delimitação das favelas. Há favelas >> > violentas, >> > há favelas pacíficas e há favelas pacificadas. Infelizmente, estamos em >> > um >> > momento de aparente transição e está difícil dizer qual é a condição de >> > cada >> > uma. Porém a dificuldade de delimitação e etiquetagem das favelas vai >> > além >> > da questão de segurança. Como foi dito, no Rio, as favelas estão dentro >> > da >> > malha urbana, misturando-se com a área formal. Em alguns casos o limite >> > da >> > favela (considerando características físicas, urbanísticas e >> > arquitetônicas >> > do que entendemos como favela) é bem claro e em outros praticamente não >> > existe (é o caso de muitas áreas no Complexo do Alemão, por exemplo). E, >> > nesse caso, que sentido poderia fazer "delimitar" a favela se o que tem >> > ao >> > redor dela também tem cara de favela ou se a própria favela não tem cara >> > de >> > favela? >> > >> > No Rio, há uma legislação de zoneamento que classifica as áreas de >> > favela >> > como AEIS (Áreas de Especial Interesse Social), por isso estão >> > oficialmente >> > delimitadas, da mesma forma que os bairros. Mas, além do fato de essas >> > AEIS >> > não representarem necessariamente comunidades independentes (as dos >> > Complexos do Alemão e do Andaraí, por exemplo não delimitam as >> > comunidades >> > individualmente), isso não é o que está no chão, nem necessariamente é >> > um >> > reflexo da realidade (dependendo dos critérios utilizados para a >> > classificação). >> > >> > A outra dificuldade que vejo é a ausência de uma etiqueta específica ou >> > mais >> > apropriada no OSM, porque landuse >> > =residential pode ser qualquer área predominantemente residencial >> > (praticamente a cidade inteira poderia ser marcada assim). Eu, >> > sinceramente >> > não sei o que pode ser feito a respeito. Talvez, não devêssemos nos >> > preocupar com isso e um dia tenhamos todas as casas mapeadas >> > individualmente >> > (coisa que nem a Prefeitura conseguiu até hoje) e o reconhecimento de o >> > que >> > é favela e o que não é virá a ser como eu faço hoje: observando a >> > densidade >> > e o tamanho dos "quadradinhos" no mapa. >> > >> > A ideia de marcar como "área de risco" ou "violenta" com hazard também >> > acho >> > temerária, porque eu que não moro lá, mas estou lá todos os dias já não >> > sei >> > dizer direito onde é e onde não é seguro passear, imagino o que >> > aconteceria >> > com a possibilidade de qualquer um poder marcar sentado em casa baseado >> > em >> > estatísticas (oficiais ou extra-oficiais) ou noticiários da TV. Quanto >> > ao >> > fato de ser uma condição dinâmica, não vejo como crucial. A cidade toda >> > é >> > dinâmica. O problema mesmo está na subjetividade da questão. >> > >> > - - - · >> > Atenciosamente, >> > >> > Márcio Vinícius Pinheiro >> > http://about.me/Doideira >> > >> > >> > Em 17 de maio de 2014 16:41, Fernando Trebien >> > <[email protected]> >> > escreveu: >> > >> >> De forma geral (não apenas restrito ao Rio), também acho vantajoso ter >> >> alguma distinção. O problema é definir um critério justo. Se a >> >> segurança pessoal for um dos pontos de maior interesse, algo na linha >> >> da etiqueta hazard=* >> >> (http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Proposed_features/hazard) poderia >> >> ser interessante. Mas daí tem o problema de avaliar a segurança de >> >> forma neutra. E é um daqueles fatores que não "está no chão" e que é, >> >> até certo ponto, meio dinâmico. Talvez essa informação seja mais >> >> adequada a sistemas dinâmicos como o B.O. Coletivo: >> >> http://www.bocoletivo.org/ >> >> >> >> (Hm eles bem que podiam tentar usar o OpenStreetMap como plano de >> >> fundo né. Vou mandar uma "carta" pra minha amiga Paula Pinheiro.) >> >> >> >> >> >> >> >> 2014-05-17 16:25 GMT-03:00 Paulo Carvalho >> >> <[email protected]>: >> >> > Aqui no Rio distinguir as comunidades e agora ainda as pacificadas é >> >> > importante. Há ainda as que se tornaram locais turísticos. Eu mesmo >> >> > já >> >> > fui >> >> > ao Teleférico do Complexo do Alemão e aproveitei para apreciar uma >> >> > comida >> >> > caseira da cozinha típica brasileira. O Rio não tem periferia >> >> > propriamente >> >> > dita. As favelas permeiam o meio urbano plenamente desenvolvido. É >> >> > uma >> >> > característica dessa cidade. Os condomínios são coisas diferentes. >> >> > Eles >> >> > basicamente dizem "Fique longe daqui". Por isso creio que deva haver >> >> > uma >> >> > distinção. Aqui no Rio temos a tag IPP:codigo_favela. Mas acho que >> >> > precisamos de algo mais universal para distingui-las. >> >> > >> >> > >> >> > Em 17 de maio de 2014 12:16, Fernando Trebien >> >> > <[email protected]> >> >> > escreveu: >> >> > >> >> >> Ah, aproveitando que esse assunto veio à tona, traduzi o artigo >> >> >> sobre >> >> >> a importação: >> >> >> >> >> >> >> >> >> http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Pt:Import/Catalogue/Brazil_IBGE_Subnormal_Agglomerates >> >> >> >> >> >> Tava esquisito isso ser um artigo sobre o Brasil, sobre um assunto >> >> >> tão >> >> >> relevante e tão útil, e estar escrito somente em inglês. >> >> >> >> >> >> 2014-05-17 10:04 GMT-03:00 Roger C. Soares <[email protected]>: >> >> >> > Ok, valeu! >> >> >> > >> >> >> > Atenciosamente, >> >> >> > Roger. >> >> >> > >> >> >> > -- >> >> >> > Em 17-05-2014 03:10, Fernando Trebien escreveu: >> >> >> > >> >> >> >> +1 Só via resposta agora. :P >> >> >> >> >> >> >> >> 2014-05-17 1:48 GMT-03:00 Bráulio <[email protected]>: >> >> >> >>> >> >> >> >>> Isso, pode alterar para "Favela" se é realmente conhecida por >> >> >> >>> isso. >> >> >> >>> Ou >> >> >> >>> muda >> >> >> >>> pra seja lá o que for. Algumas até não terão prefixo algum. Se >> >> >> >>> ninguém >> >> >> >>> chama >> >> >> >>> de Vila, pode substituir e nem precisa colocar no alt_name. >> >> >> >>> >> >> >> >>> Você também pode melhorar os contornos, se for necessário. >> >> >> >>> >> >> >> >>> >> >> >> >>> 2014-05-17 1:32 GMT-03:00 Roger C. Soares >> >> >> >>> <[email protected]>: >> >> >> >>> >> >> >> >>>> Qual seria a diferença entre vila e favela? Na importação as >> >> >> >>>> favelas >> >> >> >>>> de >> >> >> >>>> Ribeirão ficaram com nome vila. Aqui agente conhece por favela, >> >> >> >>>> pelo >> >> >> >>>> menos >> >> >> >>>> pra mim vila não remetia a favela, a primeira vez que eu vi >> >> >> >>>> isso >> >> >> >>>> foi >> >> >> >>>> em >> >> >> >>>> POA. >> >> >> >>>> >> >> >> >>>> Eu nunca cheguei a mudar pq vila é um nome mais simpático que >> >> >> >>>> favela. >> >> >> >>>> E >> >> >> >>>> como aqui tem a favela do SBT, pq fica do lado do SBT, nunca >> >> >> >>>> soube >> >> >> >>>> se >> >> >> >>>> seria >> >> >> >>>> um problema com a marca ter uma "Favela do SBT" mapeada. >> >> >> >>>> >> >> >> >>>> Seria melhor alterar os nomes daqui para favela? Ou talvez >> >> >> >>>> colocar >> >> >> >>>> um >> >> >> >>>> alt_name para achar nas buscas? >> >> >> >>>> >> >> >> >>>> Atenciosamente, >> >> >> >>>> Roger. >> >> >> >>>> >> >> >> >>>> -- >> >> >> >>>> Em 17-05-2014 00:41, Fernando Trebien escreveu: >> >> >> >>>> >> >> >> >>>>> A resposta curta: no OSM, não há distinção entre >> >> >> >>>>> vilas/favelas/condomínios/áreas residenciais genéricas. Os >> >> >> >>>>> aglomerados >> >> >> >>>>> eram simplesmente uma fonte fácil de áreas residenciais, com >> >> >> >>>>> nome >> >> >> >>>>> e >> >> >> >>>>> contorno aproximado (que ficou para ser melhorado depois pelos >> >> >> >>>>> mapeadores locais). >> >> >> >>>>> >> >> >> >>>>> A resposta longa: obviamente os aglomerados têm >> >> >> >>>>> características >> >> >> >>>>> especiais. Veja a definição dada pelo IBGE [1]: "[Aglomerado >> >> >> >>>>> subnormal] é o conjunto constituído por 51 ou mais unidades >> >> >> >>>>> habitacionais caracterizadas por ausência de título de >> >> >> >>>>> propriedade e >> >> >> >>>>> pelo menos uma das características abaixo: >> >> >> >>>>> - irregularidade das vias de circulação e do tamanho e forma >> >> >> >>>>> dos >> >> >> >>>>> lotes; >> >> >> >>>>> e/ou >> >> >> >>>>> - carência de serviços públicos essenciais (como coleta de >> >> >> >>>>> lixo, >> >> >> >>>>> rede >> >> >> >>>>> de esgoto, rede de água, energia elétrica e iluminação >> >> >> >>>>> pública)" >> >> >> >>>>> >> >> >> >>>>> E a explicação dada logo depois: "Sua existência está >> >> >> >>>>> relacionada >> >> >> >>>>> à >> >> >> >>>>> forte especulação imobiliária e fundiária e ao decorrente >> >> >> >>>>> espraiamento >> >> >> >>>>> territorial do tecido urbano, à carência de infraestruturas as >> >> >> >>>>> mais >> >> >> >>>>> diversas, incluindo de transporte e, por fim, à periferização >> >> >> >>>>> da >> >> >> >>>>> população. Surgem, nesse contexto, como uma resposta de uma >> >> >> >>>>> parcela >> >> >> >>>>> da >> >> >> >>>>> população à necessidade de moradia, e que irá habitar espaços >> >> >> >>>>> menos >> >> >> >>>>> valorizados pelo setor imobiliário e fundiário dispersos pelo >> >> >> >>>>> tecido >> >> >> >>>>> urbano." >> >> >> >>>>> >> >> >> >>>>> Por si só, os aglomerados deveriam ser assunto de interesse >> >> >> >>>>> político >> >> >> >>>>> e >> >> >> >>>>> humanitário, e existe uma equipe forte ligada a esse assunto: >> >> >> >>>>> o >> >> >> >>>>> Humanitarian OSM Team (HOT). Há várias coisas que poderiam ser >> >> >> >>>>> mapeadas dentro dessas áreas e que poderiam motivar discussões >> >> >> >>>>> sobre >> >> >> >>>>> política e auxiliar a população a avaliar a situação e com >> >> >> >>>>> isso >> >> >> >>>>> cobrar >> >> >> >>>>> melhorias. >> >> >> >>>>> >> >> >> >>>>> Dito isso, também é verdade que as regiões mais carentes >> >> >> >>>>> geralmente >> >> >> >>>>> são vítimas de várias circunstâncias negativas, e isso muitas >> >> >> >>>>> vezes >> >> >> >>>>> cria um ambiente propenso ao crime (mas há exceções). Então, >> >> >> >>>>> também >> >> >> >>>>> existe interesse da população em geral (incluindo turistas) em >> >> >> >>>>> saber >> >> >> >>>>> onde ficam essas áreas, por uma questão de segurança pessoal. >> >> >> >>>>> (Imagine >> >> >> >>>>> uma senhora idosa, turista, andando pela cidade, sozinha. Onde >> >> >> >>>>> você >> >> >> >>>>> diria para ela não ir? Vários lugares, mas acho provável que >> >> >> >>>>> as >> >> >> >>>>> regiões desses aglomerados estivessem na lista.) Esse também >> >> >> >>>>> foi >> >> >> >>>>> algo >> >> >> >>>>> que me motivou a importar os aglomerados, e não acho que seja >> >> >> >>>>> discrimnação e sim a constatação da realidade. >> >> >> >>>>> >> >> >> >>>>> Apesar de todas essas diferenças, mesmo não sendo exatamente a >> >> >> >>>>> mesma >> >> >> >>>>> coisa que um condomínio planejado de classe média, eu não >> >> >> >>>>> importei >> >> >> >>>>> os >> >> >> >>>>> aglomerados com qualquer distinção (exceto por um pedido pra >> >> >> >>>>> melhorar >> >> >> >>>>> os contornos e revisar os nomes), e venho mapeando as duas >> >> >> >>>>> coisas >> >> >> >>>>> quase da mesma forma. Aqui em Porto Alegre há inclusive áreas >> >> >> >>>>> que >> >> >> >>>>> num >> >> >> >>>>> passado distante (ali pelos anos 50) foram regiões carentes e >> >> >> >>>>> hoje >> >> >> >>>>> são >> >> >> >>>>> de classe média/média-alta, e são mapeadas exatamente da mesma >> >> >> >>>>> forma >> >> >> >>>>> que as regiões carentes, sem distinção [2]. A única diferença >> >> >> >>>>> clara >> >> >> >>>>> pros condomínios [3] é que eles normalmente têm endereço e >> >> >> >>>>> quase >> >> >> >>>>> sempre também uma cerca ou um muro (barrier=fence ou >> >> >> >>>>> barrier=wall), >> >> >> >>>>> enquanto que as vilas e favelas [4] raramente têm essas coisas >> >> >> >>>>> (algumas às vezes têm muro num lado, mas raramente são >> >> >> >>>>> inteiramente >> >> >> >>>>> cercadas). >> >> >> >>>>> >> >> >> >>>>> E esse assunto meio que se mistura ao assunto das living >> >> >> >>>>> streets: >> >> >> >>>>> http://forum.openstreetmap.org/viewtopic.php?pid=402053 >> >> >> >>>>> >> >> >> >>>>> [1] >> >> >> >>>>> >> >> >> >>>>> >> >> >> >>>>> >> >> >> >>>>> >> >> >> >>>>> http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/imprensa/ppts/00000015164811202013480105748802.pdf >> >> >> >>>>> [2] https://www.openstreetmap.org/way/254363256 >> >> >> >>>>> [3] https://www.openstreetmap.org/way/254363255 >> >> >> >>>>> [4] https://www.openstreetmap.org/way/210604568 >> >> >> >>>>> >> >> >> >>>>> 2014-05-16 23:17 GMT-03:00 Raffaello Bruno Limongi Freire >> >> >> >>>>> <[email protected]>: >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> Hum, foi a partir desse caso de importação do Fernando que >> >> >> >>>>>> tive >> >> >> >>>>>> a >> >> >> >>>>>> interpretação errada de que landuse=residential aplicava-se >> >> >> >>>>>> somente >> >> >> >>>>>> a >> >> >> >>>>>> favelas, mesmo achando que não fazia sentido. >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> Obrigado pelos exemplos. >> >> >> >>>>>> ________________________________ >> >> >> >>>>>> From: [email protected] >> >> >> >>>>>> Date: Fri, 16 May 2014 20:22:13 -0300 >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> To: [email protected] >> >> >> >>>>>> Subject: Re: [Talk-br] Dúvida sobre favelas (aglomerados >> >> >> >>>>>> subnormais) >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> Então, >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> esse é um questionamento interessante. O wiki diz "An area of >> >> >> >>>>>> land >> >> >> >>>>>> dedicated >> >> >> >>>>>> to, or having predominantly residential houses or apartment >> >> >> >>>>>> buildings." >> >> >> >>>>>> sem >> >> >> >>>>>> especificar o tamanho dessa "area of land". Temos usado >> >> >> >>>>>> landuse=residential >> >> >> >>>>>> para denotar o contorno tanto de condomínios quanto de >> >> >> >>>>>> favelas >> >> >> >>>>>> por >> >> >> >>>>>> entender >> >> >> >>>>>> que essa é uma "área de terra dedicada a, ou >> >> >> >>>>>> predominantemente >> >> >> >>>>>> com >> >> >> >>>>>> casas >> >> >> >>>>>> residenciais e prédios de apartamentos". >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> Citando dois exemplos daqui do Rio de Janeiro: >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> 1) Vidigal, "favela" na Zona Sul com um visual maravilhoso e >> >> >> >>>>>> vivendo >> >> >> >>>>>> um >> >> >> >>>>>> processo de gentrificação avançada, que potencialmente virará >> >> >> >>>>>> bairro >> >> >> >>>>>> classe >> >> >> >>>>>> média a médio prazo: >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> http://www.openstreetmap.org/way/85892154#map=17/-22.99510/-43.24035 >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> e >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> 2) Condomínio Barra de Itaúna, um dos muitos condomínios na >> >> >> >>>>>> Barra >> >> >> >>>>>> da >> >> >> >>>>>> Tijuca. >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> http://www.openstreetmap.org/way/279431837#map=18/-22.99979/-43.41825 >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> Note que esse segundo está ao lado da "A. M. Barra da >> >> >> >>>>>> Tijuca", >> >> >> >>>>>> um >> >> >> >>>>>> dos >> >> >> >>>>>> mais >> >> >> >>>>>> de mil "aglomerados subnormais" no município do Rio de >> >> >> >>>>>> Janeiro. >> >> >> >>>>>> Não >> >> >> >>>>>> há >> >> >> >>>>>> diferença alguma na renderização. =) >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> Determinadas vezes, devido ao terreno acidentado, algumas >> >> >> >>>>>> comunidades >> >> >> >>>>>> possuem muitas ruas apenas para pedestres (highway=footway) e >> >> >> >>>>>> escadarias >> >> >> >>>>>> (highway=steps). Por exemplo, o Morro da Formiga: >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> http://www.openstreetmap.org/way/87101354#map=17/-22.94147/-43.24277 >> >> >> >>>>>> Mas >> >> >> >>>>>> note que não há nenhuma tag adicional. >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> Tendo o contorno dos quarteirões de alguma fonte (na minha >> >> >> >>>>>> humilde >> >> >> >>>>>> opinião >> >> >> >>>>>> não vale a pena mapear manualmente cada quarteirão), pode-se >> >> >> >>>>>> ainda >> >> >> >>>>>> marcar os >> >> >> >>>>>> quarteirões como landuse=residential, caso não haja >> >> >> >>>>>> condomínios >> >> >> >>>>>> separados. >> >> >> >>>>>> Por exemplo, os quarteirões de Copacabana: >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> http://www.openstreetmap.org/way/61015459#map=19/-22.96934/-43.18491 >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> Veja também este link no fórum: >> >> >> >>>>>> http://forum.openstreetmap.org/viewtopic.php?id=21457 >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> []s >> >> >> >>>>>> Arlindo Pereira >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> 2014-05-16 19:54 GMT-03:00 Nelson A. de Oliveira >> >> >> >>>>>> <[email protected]>: >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> 2014-05-16 19:49 GMT-03:00 Raffaello Bruno Limongi Freire >> >> >> >>>>>> <[email protected]>: >> >> >> >>>>>>> >> >> >> >>>>>>> Salvo engano, foi dito aqui que era para desenhar a área das >> >> >> >>>>>>> favelas >> >> >> >>>>>>> como >> >> >> >>>>>>> landuse=residential. Porém, no wiki >> >> >> >>>>>>> http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Tag:landuse%3Dresidential >> >> >> >>>>>>> é >> >> >> >>>>>>> mencionado >> >> >> >>>>>>> que essa tag é usada para qualquer área predominantemente >> >> >> >>>>>>> residencial. >> >> >> >>>>>>> >> >> >> >>>>>>> Então, como deve ser? Tem alguma tag adicional? >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> Uma vez perguntei isso no IRC do OSM e me perguntaram várias >> >> >> >>>>>> coisas: >> >> >> >>>>>> - qual a diferença de uma favela para um lugar "normal"? >> >> >> >>>>>> - qual a necessidade de classificar de forma diferente uma >> >> >> >>>>>> favela? >> >> >> >>>>>> - o que uma favela tem que qualquer outra área residencial >> >> >> >>>>>> não >> >> >> >>>>>> tem? >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> Eu concordei com os questionamentos e me dei por satisfeito >> >> >> >>>>>> que >> >> >> >>>>>> uma >> >> >> >>>>>> favela é apenas uma área residencial assim como qualquer >> >> >> >>>>>> outra. >> >> >> >>>>>> Não acho que, por causa de renda ou condição de moradia ou >> >> >> >>>>>> qualquer >> >> >> >>>>>> outro critério, seja necessário classificar de forma >> >> >> >>>>>> diferente. >> >> >> >>>>>> É >> >> >> >>>>>> discriminatório, de certa forma. >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> _______________________________________________ >> >> >> >>>>>> Talk-br mailing list >> >> >> >>>>>> [email protected] >> >> >> >>>>>> https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> _______________________________________________ Talk-br >> >> >> >>>>>> mailing >> >> >> >>>>>> list >> >> >> >>>>>> [email protected] >> >> >> >>>>>> https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>>> _______________________________________________ >> >> >> >>>>>> Talk-br mailing list >> >> >> >>>>>> [email protected] >> >> >> >>>>>> https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br >> >> >> >>>>>> >> >> >> >>>>> >> >> >> >>>> >> >> >> >>>> _______________________________________________ >> >> >> >>>> Talk-br mailing list >> >> >> >>>> [email protected] >> >> >> >>>> https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br >> >> >> >>> >> >> >> >>> >> >> >> >>> >> >> >> >>> _______________________________________________ >> >> >> >>> Talk-br mailing list >> >> >> >>> [email protected] >> >> >> >>> https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br >> >> >> >>> >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> > >> >> >> > >> >> >> > _______________________________________________ >> >> >> > Talk-br mailing list >> >> >> > [email protected] >> >> >> > https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> >> -- >> >> >> Fernando Trebien >> >> >> +55 (51) 9962-5409 >> >> >> >> >> >> "Nullius in verba." >> >> >> >> >> >> _______________________________________________ >> >> >> Talk-br mailing list >> >> >> [email protected] >> >> >> https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br >> >> > >> >> > >> >> > >> >> > _______________________________________________ >> >> > Talk-br mailing list >> >> > [email protected] >> >> > https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br >> >> > >> >> >> >> >> >> >> >> -- >> >> Fernando Trebien >> >> +55 (51) 9962-5409 >> >> >> >> "Nullius in verba." >> >> >> >> _______________________________________________ >> >> Talk-br mailing list >> >> [email protected] >> >> https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br >> > >> > >> > >> > _______________________________________________ >> > Talk-br mailing list >> > [email protected] >> > https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br >> > >> >> >> >> -- >> Fernando Trebien >> +55 (51) 9962-5409 >> >> "Nullius in verba." >> >> _______________________________________________ >> Talk-br mailing list >> [email protected] >> https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br > > > > _______________________________________________ > Talk-br mailing list > [email protected] > https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br > -- Fernando Trebien +55 (51) 9962-5409 "Nullius in verba." _______________________________________________ Talk-br mailing list [email protected] https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br
