Imagino que seja uma quantidade massiva de informações, certo? Tem duas abordagens possíveis: 1. Estudar os mecanismos de conflação (e os seus problemas) pra tentar automatizar a tarefa. Andei lendo sobre o RoadMatcher (usado no Canadá em 2009) mas não tive tempo de testar pra saber dos problemas (e já sei que tem alguns). 2. Fazer como os holandeses e chamar gente pra fazer a importação manualmente.
A segunda opção geralmente estimula o envolvimento no OSM e com isso o crescimento da comunidade. Até onde eu lembro, o ideal não é excluir coisas do OSM e introduzir o novo mas sim adaptar o que já existe no OSM para ficar igual ao novo. Isso é um trabalho enorme, mas quebrado em partes e feito aos poucos, dá pra fazer. Ajuda quebrar não só por região mas também por tema (ex.: primeiro ruas, depois endereços, depois escolas, etc.). Um subideal (que talvez seja possível, dependendo dos interesses da comunidade) é sim excluir coisas do OSM e depois reintroduzir aquilo que foi excluído e que não consta no novo dataset. Na verdade, eu acho essa uma abordagem muito mais rápida quando a fonte de dados é muito mais rica do que o OSM. Também é uma abordagem que evita os problemas da conflação. 2014-07-15 12:48 GMT-03:00 Vitor George <[email protected]>: > Obrigado, Paulo! > > Eu nunca fiz uma importação, alguém tem recomendações? > > Pelo que investiguei, a maneira mais fácil de fazer a conflação é pelo JOSM, > abrindo o shapefile no plugin OpenData e movendo os dados para outra camada. > É por aí? > > > 2014-07-15 7:38 GMT-03:00 Paulo Carvalho <[email protected]>: > >> Muito legal, Vítor. A maior cidade do país estava precisando de um boost >> assim. >> >> Parabéns! >> >> >> Em 14 de julho de 2014 22:38, Vitor George <[email protected]> >> escreveu: >>> >>> Oi pessoal, >>> >>> Hoje tivemos uma resposta da prefeitura de São Paulo a respeito de bases >>> que ela publicou no seu site. Lá não tinha nada sobre licença, e aí uma >>> colega abriu um pedido de informação e conseguiu a confirmação de que só é >>> necessária atribuição, como o IBGE. >>> >>> São bases bem completas, e acho que algumas partes podem ser importadas e >>> outras serem usadas como referência. No caso do Geolog, a numeração poderia >>> ser importada, e o restante poderia estar em um layer de referência >>> hospedado como o que o Tiago fez dos pdfs do IBGE. >>> >>> Tem uma outra base que é um mapa do Plano de Manejo de Águas Pluviais de >>> São Paulo que contém a geometria e nomes de cursos d'água da cidade, e >>> poderia ser importada em grande parte. >>> >>> Criei duas páginas no wiki para discutir a importação das bases, vejam >>> lá: >>> >>> https://wiki.openstreetmap.org/wiki/Geolog_PMSP_Import >>> https://wiki.openstreetmap.org/wiki/PMAPSP_Import >>> >>> Abraço, >>> Vitor >>> >>> _______________________________________________ >>> Talk-br mailing list >>> [email protected] >>> https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br >>> >> >> >> _______________________________________________ >> Talk-br mailing list >> [email protected] >> https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br >> > > > _______________________________________________ > Talk-br mailing list > [email protected] > https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br > -- Fernando Trebien +55 (51) 9962-5409 "Nullius in verba." _______________________________________________ Talk-br mailing list [email protected] https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br
