Como disse antes, o osm pode (como tem) quantas informações as pessoas queiram que ele tenha, embora nem sempre necessite.
Será que o pensamento do "quanto mais melhor" deve nortear as linhas de um projeto, se o "quanto menos melhor", ao final, é o que o usuário talvez realmente necessite? Temos ter em mente que as pessoas não existem por causa das "coisas", mas o contrário: as "coisas" existem por causa (e para) as pessoas. Se a escola "fechada" não se adaptar ao brasileiro "analfabeto", o que vai acontecer? Aumento do analfabetismo. De modo que a escola deve, sim - como tem ocorrido - se adaptar às pessoas, porque existe para elas e não o contrário. O "analfabeto", que agora usa penas os dois polegares para operar os brinquedinhos, esse mesmo, que o sistema de educação pretende "catequizar", é que será o usuário final das coisas, dos sistemas e das aplicações. Para finalizar, coloquei esse assunto em discussão aqui não com o objetivo de acabar com a vassalagem (desculpem o termo) do osm frente ao ibge, mas para mostrar que as vezes as regras absolutas podem gerar dúvidas e interpretação equivocada do resultado de uma pesquisa, que poderia ser mais simples, se fosse flexível. Aliás, regras sempre devem ser flexíveis e ter exceções. Quando isso não acontece, limita a criatividade, a melhoria. De modo que a intenção não foi, como pode ter parecido, querer mudar a forma como as coisa são feitas. Que fique como está. Mas fica o alerta.
_______________________________________________ Talk-br mailing list [email protected] https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br
