Pessoal, compartilho aqui o teste bem sucedido que o Augusto (que está fora do 
país) conseguiu executar e me enviou, de converter o CNEFE para CSV com 
coordenadas e abrir direto no JOSM, para os "addr:housenumber" na cidade de 
Curitiba.

(Augusto, peço se possível disponibilizar o processo para a gente estudar.)


Tá prontinho para importar (só faltaria ajustar as tags : CEP, número do 
endereço; e converter para "capitalise", minusculização dos nomes de rua).


O resultado ficou desta maneira:


Quadras:

http://i.imgur.com/lJYVAtA.jpg


Cidade:

http://i.imgur.com/oQiHLUo.jpg


"Todos" os endereços de cada face de quadra agrupados em "um" ponto central no 
meio da face.

A aproximação já fica MUITO boa, a meu ver e pras necessidades comuns que 
imagino.

O centro do endereçamento ficaria o meio da face de quadra.

Já acho ótimo, considerando os erros comuns também em navegador do Google etc.


A questão que fiquei pensando depois, com os argumentos apresentados, é da 
conveniência de importar ou não "direto" para a base do OSM; ou se seria melhor 
manter em uma base paralela (tipo openadress.io) e que seja aberta e tenha 
garantida total integração com o OSM e para qualquer aplicativo que nele seja 
baseado:

-O principal argumento contra importar direto ao OSM, que fiquei pensando, é o 
problema de como controlar se outros eventualmente começarem a alterar, uma vez 
que são milhões (mesmo) de endereços; se moverem, deletarem, alterarem, etc.

Se der pra ficar numa base como openadress.io, e funcionar em plena integração 
com tudo do OSM, e permitir controle (manutenção, etc), creio que já resolveria.


Outro argumento a favor de colocar em uma base paralela (não no OSM direto):

Deste modo também fica mais fácil de eventualmente substituir o pacote de 
pontos de endereço todo, p . ex . quando num futuro próximo se precisar trocar 
para um posicionamento mais preciso dos endereços (o que certamente 
acontecerá), ou se quiser alterar a metodologia.


O processo, creio, terá que ser criar arquivos .osm de cadastro para "cada 
município" (como vem no CNEFE), para fazer a manutenção quando preciso.


Que acham?


De todo modo acho que antes de se começar uma importação em massa ou 
automatizada, é importante termos o procedimento demonstrado bem claro e 
aberto, que possa ser aplicado em todo o País, e seja acessível a toda a 
comunidade, também porque irá precisar que os colaboradores e comunidades de 
cada região o executem (dado o volume de endereços e arquivos).


Só neste de Curitiba (que pelo que vi pegou "só a região central da cidad"e), 
deu um arquivo .osm de 23,6 MB e 118.219 nós (o limite de 1 changeset no OSM é 
50.000 objetos).


Imaginem todos os 5700 municípios.


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Sérgio - http://www.openstreetmap.org/user/smaprs
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