Agrupar em um ponto central da face, não seria correto distribuir os números pela face todinha ficando desse modo mais preciso ,qto a colaboradores moverem por acaso sim isso e possível mas qto mais espalhados os números menor seria o problema , em são paulo os numeração de porta esta sendo colada diretamente nos edifícios, https://www.openstreetmap.org/node/4587332091 eliminando o problema por completo.
Em 3 de janeiro de 2017 19:44, Sérgio V. <[email protected]> escreveu: > Pessoal, compartilho aqui o teste bem sucedido que o Augusto (que está > fora do país) conseguiu executar e me enviou, de converter o CNEFE para CSV > com coordenadas e abrir direto no JOSM, para os "addr:housenumber" na > cidade de Curitiba. > > (Augusto, peço se possível disponibilizar o processo para a gente estudar.) > > > Tá prontinho para importar (só faltaria ajustar as tags : CEP, número do > endereço; e converter para "capitalise", minusculização dos nomes de rua). > > > O resultado ficou desta maneira: > > > Quadras: > > http://i.imgur.com/lJYVAtA.jpg > > > Cidade: > > http://i.imgur.com/oQiHLUo.jpg > > > "Todos" os endereços de cada face de quadra agrupados em "um" ponto > central no meio da face. > > A aproximação já fica MUITO boa, a meu ver e pras necessidades comuns que > imagino. > > O centro do endereçamento ficaria o meio da face de quadra. > > Já acho ótimo, considerando os erros comuns também em navegador do Google > etc. > > > A questão que fiquei pensando depois, com os argumentos apresentados, é da > conveniência de importar ou não "direto" para a base do OSM; ou se seria > melhor manter em uma base paralela (tipo openadress.io) e que seja aberta > e tenha garantida total integração com o OSM e para qualquer aplicativo > que nele seja baseado: > > -O principal argumento contra importar direto ao OSM, que fiquei pensando, > é o problema de como controlar se outros eventualmente começarem a > alterar, uma vez que são milhões (mesmo) de endereços; se moverem, > deletarem, alterarem, etc. > > Se der pra ficar numa base como openadress.io, e funcionar em plena > integração com tudo do OSM, e permitir controle (manutenção, etc), creio > que já resolveria. > > > Outro argumento a favor de colocar em uma base paralela (não no OSM > direto): > > Deste modo também fica mais fácil de eventualmente substituir o pacote de > pontos de endereço todo, p . ex . quando num futuro próximo se > precisar trocar para um posicionamento mais preciso dos endereços (o que > certamente acontecerá), ou se quiser alterar a metodologia. > > > O processo, creio, terá que ser criar arquivos .osm de cadastro para "cada > município" (como vem no CNEFE), para fazer a manutenção quando preciso. > > > Que acham? > > > De todo modo acho que antes de se começar uma importação em massa ou > automatizada, é importante termos o procedimento demonstrado bem claro e > aberto, que possa ser aplicado em todo o País, e seja acessível a toda a > comunidade, também porque irá precisar que os colaboradores e comunidades > de cada região o executem (dado o volume de endereços e arquivos). > > > Só neste de Curitiba (que pelo que vi pegou "só a região central da > cidad"e), deu um arquivo .osm de 23,6 MB e 118.219 nós (o limite de 1 > changeset no OSM é 50.000 objetos). > > > Imaginem todos os 5700 municípios. > > > - - - - - - - - - - - - - - - - > > Sérgio - http://www.openstreetmap.org/user/smaprs > > _______________________________________________ > Talk-br mailing list > [email protected] > https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br > > -- *Pedro Esmerilho*
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