Vejam,

Aqui estou eu, ouvindo o sensacional trabalho do Pedro Miranda, em que
ele insiste em "regravar versões tradicionais de sambas tradicionais"
e achando que ele fez, sim, "coisa com coisa".

Tradição, regravação, réplica...Por que não?




Em 21/08/07, Marcello Campos<[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
> A frase "No samba, temos de ser hereges", resume tudo.
>
> A Veja está certíssima!
>
> Também não sou fã da revista, mas a matéria está irretocável, ainda que
> pudesse ter ouvido a opinião dos sambistas tradicionais, por mais previsível
> e conservadora que costume ser.
>
>
> Não há o menor sentido em um artista de 2006 regravar versões tradicionais
> de sambas tradicionais. A cultura da "cover pela cover" é anti-artística e,
> via de regra, coisa que deve ficar restrita a cantores de barzinho, com todo
> o respeito pela categoria, à qual aliás presto serviços como assessor de
> comunicação há pelo menos 15 anos.
>
> Pixinguinha, Donga, Noel e tantos outros só se tornaram importante porque
> inovaram, criaram, ousaram ser hereges, não se resumindo a agirem como meros
> repetidores de tradições defendidas por quem utiliza como argumento o
> critério duvidoso da "pureza".
>
> Abraços desafiadores,
>
> MARCELLO CAMPOS
> JORNALISTA
>
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