Acho que sambas tradicionais devem continuar a manter suas caras em novas
regravações, sim.Um arranjo pode ser difernte de outro e ainda assim com uma
roupagem tradicional, de samba. Esse negócio de colocar teclado e bateria
pra cantar Noel não tá com nada.
Acho que a Veja não fez uma matéria abrangente. Não cita que o samba é
preservado em São Paulo e interior independente de qualquer modismo. Quem é
leigo pensa que isto é apenas uma nuvem passageira, como a lambada e o forró
universitário. O samba vem se revalorizando e se firmando há algum tempo. E
não foram apenas os novos cantores da Lapa que fizeram com que isso
acontecesse.
Pra falar a verdade, a repórter não sabe nada de samba. Sequer citou o
bairro do Estácio de Sá na matéria. E ainda disse que o samba nsceu com o
"pelo Telefone". Quanta desinformação!
O samba existe há muito tempo. Os modismo sempre passam. O que fica é o
samba em seu formato tradicional. Violão, cavaco, cuíca, surdo, tamborim,
pandeiro... Isso deve ser abandonado? Regravar sambas antigos com estes
instrumentos é "uma cultura anti-artística que deve ficar restruta aos
cantores de barzinhos"?
Sinceramente...
Abraços desabafadores
André Carvalho
JORNALISTA
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