O Romulo Costa e' o Rei do Aterro Sanitario.

Esses funkeiros deveriam acender velas para o Romulo Costa.
Pois conseguem ganhar uns trocadinhos   produzindo lixo que nao serviria
nem pra reciclagem .
Uma havaina sem tiras tem mais valor do que esse ruido.










abs
Fabio Padilha.



2009/11/22 Carolina <[email protected]>

> O dono do Funk no Rio é o Rômulo Costa. E sob sua tutela estão submetidos
> os autores que ganham muito pouco por suas composições e shows. A Furacão
> 2000 embolsa a maior parte sob a condição de "organizar" o funk carioca.
> Dessa forma quem vende o cd não é o funkeiro, ele vende seus direitos para
> que a Furacão utilize suas músicas. Não é muito diferente da situação dos
> sambistas  de alguns anos atrás... Quem não se lembra da história entre
> Pixinguinha e Benedito Lacerda? Benedito assinava composições em parceria
> com Pixinguinha que por conseguinte divulgava sua obra e de sobra ganhava um
> dinheirinho, porque ninguém é de ferro né. A situação do funk não se dá nos
> mesmos termos é claro. Romulo Costa  não pode nem de longe comparar-se ao
> Benedito. Com seu poder político ele escraviza músicos que sozinhos não
> teriam muitas condições de divulgar sua obra. Mas nem tudo está perdido, há
> quem já percebeu essa opressão e tem lutado contra isso. O problama não é o
> trem do funk, mas quem está por trás dele!
> Pra quem se interessa pelo tema eu indico as discussões da ApaFunk (Associação
> dos Profissionais e Amigos do Funk). E leiam o manifesto:
>
>
> Manifesto do Movimento Funk é Cultura
>
> O funk é hoje uma das maiores manifestações culturais de massa
> do nosso país e
>
> está diretamente relacionado aos estilos de vida e experiências da
> juventude de
>
> periferias e favelas. Para esta, além de diversão, o funk é também
> perspectiva de vida,
>
> pois assegura empregos direta e indiretamente, assim como o sonho de se ter
> um
>
> trabalho significativo e prazeiroso. Além disso, o funk promove algo raro
> em nossa
>
> sociedade atualmente que é a aproximação entre classes sociais diferentes,
> entre
>
> asfalto e favela, estabelecendo vínculos culturais muito importantes,
> sobretudo em
>
> tempos de criminalização da pobreza.
>
> No entanto, apesar da indústria do funk movimentar grandes cifras e atingir
> milhões de
>
> pessoas, seus artistas e trabalhadores passam por uma série de dificuldades
> para
>
> reivindicarem seus direitos, são superexplorados, submetidos a contratos
> abusivos e,
>
> muitas vezes, roubados. O mais grave é que, sob o comando monopolizado de
> poucos
>
> empresários, a indústria funkeira tem uma dinâmica que suprime a
> diversidade das
>
> composições, estabelecendo uma espécie de censura no que diz respeito aos
> temas
>
> das músicas. Assim, no lugar da crítica social, a mesmice da chamada
> “putaria”, letras
>
> que têm como temática quase exclusiva a pornografia. Essa espécie de
> censura
>
> velada também vem de fora do movimento, com leis que criminalizam os bailes
> e
>
> impedimentos de realização de shows por ordens judiciais ou por vontade dos
> donos
>
> das casas de espetáculos.
>
> A despeito disso, MCs e Djs continuam a compor a poesia da favela. Uma
> produção
>
> ampla e diversificada que hoje, por não ter espaço na grande mídia e nem
> nos bailes,
>
> vê seu potencial como meio de comunicação popular muito reduzido.
>
> Para transformar essa realidade, é necessário que os profissionais do funk
> organizem
>
> uma associação que lute por seus direitos e também construa alternativas
> para a
>
> produção e difusão das músicas, contribuindo para sua profissionalização.
> Bailes
>
> comunitários em espaços diversos e mesmo nas ruas, redes de rádios e TVs
>
> comunitárias com programas voltados para o funk, produção e distribuição
> alternativa
>
> de CDs e DVDs dos artistas, concursos de rap são algumas das iniciativas
> que os
>
> profissionais do funk, fortalecidos e unidos, podem realizar. Com isso,
> será possível
>
> ampliar a diversidade da produção musical funkeira, fornecer alternativas
> para quem
>
> quiser entrar no mercado, além de assessoria jurídica e de imprensa,
> importantes para
>
> proteger os direitos e a imagem dos funkeiros.
>
> O primeiro passo nesse processo é a união de todos, funkeiros e apoiadores,
> pela
>
> aprovação de uma lei federal que defina o funk como movimento cultural e
> musical de
>
> caráter popular. Reivindicar politicamente o funk como cultura nos
> fortalecerá
>
> enquanto coletivo para combatermos a estigmatização que sofremos e o poder
>
> arbitrário que, pela força do dinheiro ou da lei, busca silenciar a nossa
> voz.
>
> Tamos juntos!
>
> Manifesto aprovado em encontro de MCs e DJs realizado em 26/07/2008.
>
> http://apafunk.blogspot.com/2009/01/manifesto-movimento-funk-cultura.html
>
>
> 2009/11/22 haroldo ( Banda da Barra ) <[email protected]>
>
> Não vejo nenhum problema  no fato de outras vertentes musicais copiarem a
>> idéia do Trem do Samba.O que me deixa em alerta são as verbas envolvidas das
>> quais ninguém conhece o destino,é o Neguinho prestando serviço ao Sr.Romulo
>> Costa e o evento em si que,claramente,teve muito mais preocupação em
>> divulgar a Furacão 2000 do que o próprio genero musical que também não tem
>> nada a ver com Zumbí.Haroldo
>>
>> _______________________________________________
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>> [email protected]
>> http://www.samba-choro.com.br/cgi-bin/mailman/listinfo/tribuna
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>
>
>
> --
> Beijos Carol.
>
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