Tenha santa paciência!
2009/11/24 Phadha Phada <[email protected]> > O Romulo Costa e' o Rei do Aterro Sanitario. > > Esses funkeiros deveriam acender velas para o Romulo Costa. > Pois conseguem ganhar uns trocadinhos produzindo lixo que nao serviria > nem pra reciclagem . > Uma havaina sem tiras tem mais valor do que esse ruido. > > > > > > > > > > > abs > Fabio Padilha. > > > > 2009/11/22 Carolina <[email protected]> > > O dono do Funk no Rio é o Rômulo Costa. E sob sua tutela estão submetidos >> os autores que ganham muito pouco por suas composições e shows. A Furacão >> 2000 embolsa a maior parte sob a condição de "organizar" o funk carioca. >> Dessa forma quem vende o cd não é o funkeiro, ele vende seus direitos para >> que a Furacão utilize suas músicas. Não é muito diferente da situação dos >> sambistas de alguns anos atrás... Quem não se lembra da história entre >> Pixinguinha e Benedito Lacerda? Benedito assinava composições em parceria >> com Pixinguinha que por conseguinte divulgava sua obra e de sobra ganhava um >> dinheirinho, porque ninguém é de ferro né. A situação do funk não se dá nos >> mesmos termos é claro. Romulo Costa não pode nem de longe comparar-se ao >> Benedito. Com seu poder político ele escraviza músicos que sozinhos não >> teriam muitas condições de divulgar sua obra. Mas nem tudo está perdido, há >> quem já percebeu essa opressão e tem lutado contra isso. O problama não é o >> trem do funk, mas quem está por trás dele! >> Pra quem se interessa pelo tema eu indico as discussões da ApaFunk >> (Associação >> dos Profissionais e Amigos do Funk). E leiam o manifesto: >> >> >> Manifesto do Movimento Funk é Cultura >> >> O funk é hoje uma das maiores manifestações culturais de massa >> do nosso país e >> >> está diretamente relacionado aos estilos de vida e experiências da >> juventude de >> >> periferias e favelas. Para esta, além de diversão, o funk é também >> perspectiva de vida, >> >> pois assegura empregos direta e indiretamente, assim como o sonho de se >> ter um >> >> trabalho significativo e prazeiroso. Além disso, o funk promove algo raro >> em nossa >> >> sociedade atualmente que é a aproximação entre classes sociais diferentes, >> entre >> >> asfalto e favela, estabelecendo vínculos culturais muito importantes, >> sobretudo em >> >> tempos de criminalização da pobreza. >> >> No entanto, apesar da indústria do funk movimentar grandes cifras e >> atingir milhões de >> >> pessoas, seus artistas e trabalhadores passam por uma série de >> dificuldades para >> >> reivindicarem seus direitos, são superexplorados, submetidos a contratos >> abusivos e, >> >> muitas vezes, roubados. O mais grave é que, sob o comando monopolizado de >> poucos >> >> empresários, a indústria funkeira tem uma dinâmica que suprime a >> diversidade das >> >> composições, estabelecendo uma espécie de censura no que diz respeito aos >> temas >> >> das músicas. Assim, no lugar da crítica social, a mesmice da chamada >> “putaria”, letras >> >> que têm como temática quase exclusiva a pornografia. Essa espécie de >> censura >> >> velada também vem de fora do movimento, com leis que criminalizam os >> bailes e >> >> impedimentos de realização de shows por ordens judiciais ou por vontade >> dos donos >> >> das casas de espetáculos. >> >> A despeito disso, MCs e Djs continuam a compor a poesia da favela. Uma >> produção >> >> ampla e diversificada que hoje, por não ter espaço na grande mídia e nem >> nos bailes, >> >> vê seu potencial como meio de comunicação popular muito reduzido. >> >> Para transformar essa realidade, é necessário que os profissionais do funk >> organizem >> >> uma associação que lute por seus direitos e também construa alternativas >> para a >> >> produção e difusão das músicas, contribuindo para sua profissionalização. >> Bailes >> >> comunitários em espaços diversos e mesmo nas ruas, redes de rádios e TVs >> >> comunitárias com programas voltados para o funk, produção e distribuição >> alternativa >> >> de CDs e DVDs dos artistas, concursos de rap são algumas das iniciativas >> que os >> >> profissionais do funk, fortalecidos e unidos, podem realizar. Com isso, >> será possível >> >> ampliar a diversidade da produção musical funkeira, fornecer alternativas >> para quem >> >> quiser entrar no mercado, além de assessoria jurídica e de imprensa, >> importantes para >> >> proteger os direitos e a imagem dos funkeiros. >> >> O primeiro passo nesse processo é a união de todos, funkeiros e >> apoiadores, pela >> >> aprovação de uma lei federal que defina o funk como movimento cultural e >> musical de >> >> caráter popular. Reivindicar politicamente o funk como cultura nos >> fortalecerá >> >> enquanto coletivo para combatermos a estigmatização que sofremos e o poder >> >> arbitrário que, pela força do dinheiro ou da lei, busca silenciar a nossa >> voz. >> >> Tamos juntos! >> >> Manifesto aprovado em encontro de MCs e DJs realizado em 26/07/2008. >> >> http://apafunk.blogspot.com/2009/01/manifesto-movimento-funk-cultura.html >> >> >> 2009/11/22 haroldo ( Banda da Barra ) <[email protected]> >> >> Não vejo nenhum problema no fato de outras vertentes musicais copiarem a >>> idéia do Trem do Samba.O que me deixa em alerta são as verbas envolvidas das >>> quais ninguém conhece o destino,é o Neguinho prestando serviço ao Sr.Romulo >>> Costa e o evento em si que,claramente,teve muito mais preocupação em >>> divulgar a Furacão 2000 do que o próprio genero musical que também não tem >>> nada a ver com Zumbí.Haroldo >>> >>> _______________________________________________ >>> Tribuna mailing list >>> [email protected] >>> http://www.samba-choro.com.br/cgi-bin/mailman/listinfo/tribuna >>> >> >> >> >> -- >> Beijos Carol. >> >> _______________________________________________ >> Tribuna mailing list >> [email protected] >> http://www.samba-choro.com.br/cgi-bin/mailman/listinfo/tribuna >> >> > > _______________________________________________ > Tribuna mailing list > [email protected] > http://www.samba-choro.com.br/cgi-bin/mailman/listinfo/tribuna > > -- André Carvalho (11) 3586 8359 (11) 9605 7713 MSN: [email protected] www.twitter.com/carvalhoandre Skype: carvalhopereiraandre
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