Caros, O papo anterior somou futebol, samba e cultura em geral. Penso que o que vale mesmo é a "eterna nostalgia humana", fenômeno amplamente comprovado por sociólogos, pscicólogos e antropólogos.
Aqueles que são dos anos 80 e assistem a um desenho animado protamente se dizem saudosos da "Caverna do Dragão". "Esses desenhos de hoje são um lixo", devem dizer. A turma um pouco mais antiga deve abominar "Caverna do Dragão" e optar pelos clássicos Hanna Barbera, como Jetsons, Flintstones ou Zé Colmeia. Outros, ainda mais maduros, se lembram com saudade de Tom e Jerry ou Pica-Pau, clássicos até hoje. Penso que no samba a coisa é a mesma. Vira uma espiral de nostalgia. Moiseis Marques é pior do que Arlindo Cruz, que é pior do que João Nogueira que é pior do que Paulinho da Viola, que é pior do que Cartola, que é pior do que Brogogério, blá-blá-blá.... A mim, como historiador que gosta e respeita o passado, mas abomina a nostalgia, só resta aceitar esse irremediável fenômeno humano, o passadismo retrógrado e cheio de mágoa, que reforça essa falsa impressão de "linha evolutiva às avessas". Enfim, é da alma humana. Não concordo de forma alguma. Aceitar é o que me basta! Abs, Eugenio
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