Edu, Aí reside nossa pequena divergência.
Não creio que o fantástico não fizesse a opção por estereótipos. na minha opinião isso é claro como o sol. O exótico chama a atenção sim. O Fantástico queria Ibope, nada mais que isso. Creio que eles existem em todos os clipes dessa época. por mais que a gente goste e entenda. Há algo subliminar aí. mas é uma discussão chata e rançosa para ser travada aqui nesse espaço. Em 13 de setembro de 2010 12:02, Eduardo S. Martins <[email protected]>escreveu: > Folgo em saber que você chamou a atenção dos seus alunos. No mais eu > insisto, você está errado, não houve nenhum exagero nas "caracterizações", > sendo sem sentido se falar em "opção estética". Os sambistas se apresentaram > tais como são. Ponto final. > abs. > Edu Mar > > > > ----- Original Message ----- From: Eugenio Raggi > > Edu, > Vou encerrar a discussão dizendo que há nesse tipo de 'clipe' um exagero > estético nas caracterizações, na própria edição das imagens e nos > estereótipos. > Você sabe que isso foi uma opção estética do Fantástico. > Não há necessidade de se maquiar o subúrbio. Mas não há necessidade de se > focar nos excessos e diferenças a todo instante. Você pode achar que é > chatice minha, mas há um sadismo na edição de imagens que apresenta em close > a banguela do Nelson Sargento. Vou morrer pensando assim. Assim como o apelo > recente na barriga do Dicró. Daqui ha pouco vc vai achar que o Cartola > deveria ter se apresentado a vida toda sem aquela prótese, exibindo seu > nariz desgastado pelo câncer só pra chocar. Faça-me o favor. > Quanto a dura a que você se referiu nos alunos supracitados, devo dizer que > ela quase me custou esse emprego, tamanha a fleuma e indignação que foram > utilizadas para tal. > > Abs, > > Eugenio > > > >
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