Todos nós temos, em tudo o que fazemos, algo de exótico, de bizarro. Isso é natural. Seja para comer, tomar banho, dirigir ou exercer qualquer outra atividade.
Há um foco no que existe de mais exótico . Abrir o samba com um close nos poucos dentes do Nelson é parte desse princípio. Alguém se diverte com tudo issso. Em 13 de setembro de 2010 12:30, Eduardo S. Martins <[email protected]>escreveu: > Eugênio, sábado eu fui no aniversário da Mãe Neide no terreiro de Candomblé > que ela mantém na periferia de Ribeirão Preto, reduto de gente pobre, > simples e na sua maioria negros. São detentores de uma arte rara, o samba de > roda, inclusive, preste atenção, do samba de roda ancestral cantado ainda em > yorubá e não em português. Foi uma noite inesquecível. Fiquei pensando aqui > que se o Fantástico fosse lá filmar e fazer um clipe, a mulher da sua amiga > era capaz de morrer de infarto....rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs..... > abraço, > Edu > > PS: Esse papo me lembra o que um médico me disse semana passada, ele está > aborrecido com o governo porque "...tem muito pobre no supermercado > comprando frango....", há, há, há, olha, não é piada, é sério, a classe > média lacerdista segue sendo a coisa mais estúpida deste país. > > >
_______________________________________________ Tribuna mailing list [email protected] http://www.samba-choro.com.br/cgi-bin/mailman/listinfo/tribuna
