Eugênio, sábado eu fui no aniversário da Mãe Neide no terreiro de Candomblé
que ela mantém na periferia de Ribeirão Preto, reduto de gente pobre,
simples e na sua maioria negros. São detentores de uma arte rara, o samba de
roda, inclusive, preste atenção, do samba de roda ancestral cantado ainda em
yorubá e não em português. Foi uma noite inesquecível. Fiquei pensando aqui
que se o Fantástico fosse lá filmar e fazer um clipe, a mulher da sua amiga
era capaz de morrer de infarto....rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs.....
abraço,
Edu
PS: Esse papo me lembra o que um médico me disse semana passada, ele está
aborrecido com o governo porque "...tem muito pobre no supermercado
comprando frango....", há, há, há, olha, não é piada, é sério, a classe
média lacerdista segue sendo a coisa mais estúpida deste país.
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