se nós não tivéssemos o OpenOffice o que o brasil iria fazer

> Pouca gente sabe, mas o fato de governos europeus, e de outros países do 
> mundo,

> estarem adotando padrões abertos foi um acontecimento protagonizado pelo 
> Brasil.

> Quando a Microsoft conseguiu que a ISO aprovasse o OpenXML como padrão no 
> OASIS,

> a ABNT informou a ISO que não adotaria o padrão e que utilizaria o ODF. O 
> governo

> brasileiro começou a utilizar o ODF ostensivamente, e mostrar ao mundo que 
> era possível

> viver sem padrões fechados. O resultado foi que os governos europeus 
> *desautorizaram* seus

>  departamentos normativos e, a despeito do "padrão" da Microsoft ter sido 
> aprovado, eles

> começaram a utilizar o ODF e ferramentas livres.

isso dificilmente acontecerá nesse caso simplesmente pelo fato de não
podermos fazer igual aos governos europeus ou ao brasileiro, isto é,
no momento nós não temos ferramentas livres para boicotar o padrão da
autodesk, na realidade nós não temos nem ferramenta livre nem
proprietária nesse momento não temos ferramenta nenhuma; Mastudo bem
digamos que a pressão seja tanta que a ISO se viu obrigada a aprovar
um padrão aberto, a questão é:

se o ODF que tinha ferramentas que o seguiam, essas ferramentas como o
OpenOffice, tinham uma grande comunidade de suporte e mesmo assim a
Microsoft conseguiu aprovar o OpenXML que só não se tornou padrão no
mundo pelo fato de haverem várias ferramentas possibilitando o Brasil
e outros países de o boicotarem porque na área de CAD a ferramenta
seria irrelevante, pelo que entendi sem as ferramentas livres nem
mesmo o ODF teria sobrevivido, no mínimo o brasilteria aberto o
MSOffice para digitar a carta de repudio ao OpenXML.

O que impedirá a Autodesk de fazer o que a Microsoft fez sendo que
nessa área não teremos ferramentas livres para boicotar.
-- 
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