Me parece que na verdade eles pegaram o core do OpenOffice e colocaram dentro do Eclipse, projeto livre no qual a IBM já investe. Acho que se a IBM quiser usar o OpenOffice do modo que preferir, fazendo propaganda da comunidade ou não, desde que respeitando a licença, está ótimo. Os pontos realmente importantes neste caso todo são:
1. IBM está respeitando a licença. Pelo menos acho que está, já que não lançaria algo ilegal, ou passível de questionamento judicial. 2. IBM não está criando um IBM Office XML da vida. Estão usando um padrão. 3. IBM escolheu como seu padrão o ODF. Quanto mais gente usando ODF, melhor pra quem já usa ODF. Aliás, qualquer um que comece a usar ODF está nos ajudando, fazendo contribuição de código ou não. Todos nós ficamos irritados quando em nossas empresas ou clientes alguém reclama que o fulano que recebeu o e-mail não conseguiu abrir o arquivo. Independente de qualquer coisa, se o fulano lá usasse um editor que trabalhasse com ODF, seja OpenOffice, Symphony ou StarOffice, já seria um problema a menos. Abs, Maicon Nunes Em 22/09/07, Fábio Barros de Almeida <[EMAIL PROTECTED]> escreveu: > > Olivier Hallot wrote: > > podem dar, como já deram no passado (em geral tudo que não tem mais > viabilidade comercial e que tem alguma base instalada ou precisa criar uma > demanda)... mas acho mesmo que fizeram um sw para completar uma lacuna no > leque de produtos deles. Deve ter saido muito barato pra eles e deve ser do > interesse deles criar uma base de ODF a maior possível, que seja > incompatível com a MS. > > O timing tb me parece decorrente do fracasso da MS na ISO... a IBM é forte > lobista a favor do Open Document Format (ODF). se tivesse acontecido o > contrario, perderiam um forte argumento do Symphony e iam ter de compor com > o arqui-rival. > > Este symphony me lembra o MS Works, que vinha em todo pc com windows > 95/98, e ninguém usava. partia-se logo pro Office... > >
