Para quem não leu:
No 'Estado de S.Paulo' de 3/12/05, à página A23 - Internacional, saiu o
artigo
sobre as eleições na Venezuela 'Peritos estrangeiros aprovam as urnas':
'As urnas eletrônicas importadas dos EUA imprimem comprovantes, 45% dos quais o
Conselho Nacional Eleitoral (CNE) contará manualmente, gerando uma amostra para
comparar com o resultado da urnas eletrônicas. .................... A oposição
afirma que as máquinas americanas, fabricadas pela Smartmatic guardam na
memória a
ordem de votação, possibilitando a violação do sigilo. ........ De acordo com o
CNE
o sistema é inviolável, a ordem dos votos é embaralhada na sua memória e é
possível,
em caso de dúvidas, auditar 100% da contagem, graças aos comprovantes impressos
de
votação........... O observador equatoriano Nicanor Moscoso atestou que não
havia
nenhuma possibilidade de comunicação entre o mecanismo de reconhecimento de
digitais
do eleitor e a máquina de votação. .... O CNE atendeu à exigência de eliminar a
ligação entre o leitor de digitais e as máquinas, e mesmo assim a oposição se
retirou das eleições.'
No exterior, cada vez mais se percebe a necessidade dos controles na
votação
eletrônica (e tomam-se providências nesse sentido). Até quando o TSE vai
enganar o povo brasileiro, com urnas sem comprovantes e com possibilidade de
identificar o voto? E ainda temos coragem de contar 'piadas de português'?
Abraço
Walter Del Picchia - S.Paulo/SP
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O texto acima e' de inteira e exclusiva responsabilidade de seu
autor, conforme identificado no campo "remetente", e nao
representa necessariamente o ponto de vista do Forum do Voto-E
O Forum do Voto-E visa debater a confibilidade dos sistemas
eleitorais informatizados, em especial o brasileiro, e dos
sistemas de assinatura digital e infraestrutura de chaves publicas.
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