Aproveitando,

Segue os e-mails:

O presidente atual é o Ministro Carlos Ayres Brito.

Carlos Britto - [email protected]

O vice-presidente atual e futuro presidente (a partir de maio/2010) é/será o
Ministro Joaquim Barbosa.

Joaquim Barbosa - [email protected]

Dois ministros ditos "progressistas", "de esquerda" (seja lá o que isto
queira dizer)...

Att.,

Régis

2009/5/4 Régis CM <[email protected]>

> A urna não entra nos objetivos do "choque de transparência" do Ministro
> Brito...
>
> ====
>
>
> http://www.conjur.com.br/2009-mai-04/presidente-tse-choque-transparencia-eleitoral
>
> À luz do dia
> Carlos Britto quer choque de transparência eleitoralPor Márcio 
> Chaer<http://www.conjur.com.br/2009-mai-04/presidente-tse-choque-transparencia-eleitoral#autores>
>
> Quando o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Carlos Ayres
> Britto, deixar o cargo, em maio do ano que vem, deixará para seu sucessor a
> tarefa de implementar as regras mais avançadas que o Brasil já viu para a
> escolha do presidente da República, governadores, senadores e deputados.
>
> Ministro do Supremo Tribunal Federal desde 2003, Britto tem um estilo
> peculiar de subjugar as questões mais técnicas à sua trena humanista. Não é
> à toa que o ministro reúne todas as suas energias para uma preocupação em
> especial: impedir que o interesse público seja substituído pelo dinheiro na
> hora de escolher os administradores públicos e os legisladores do país.
>
> “Minha meta é garantir o máximo de transparência possível”, afirma Britto.
> Ele evita antecipar detalhes da Resolução, em fase de discussão, que ele
> prevê pronta dentro de 18 dias. “O que posso dizer é que estamos pisando em
> ovos, porque é preciso muita segurança para que cada inovação tenha todo o
> respaldo técnico e legal para que se sustente.”
>
> Mas ele não sonega a linha de raciocínio, com um mantra que repete para
> todas as plateias: “Quem faz doação eleitoral por baixo dos panos, cobra por
> baixo dos panos. É uma obrigação nossa garantir que as doações sejam feitas
> à luz do dia e que, em vez de poucos doadores oferecendo grandes quantias,
> tenhamos muitos doadores de pequenas quantias”.
>
> A *Folha de S.Paulo* desse domingo anunciou que o projeto de Resolução
> prevê regras para barrar a doação oculta, obrigando os partidos a manterem
> conta bancária exclusiva para repasse a candidatos — o que permitirá
> relacionar empresa ao político beneficiado. O repórter Rubens Valente
> informa que, doando aos diretórios partidários, as empresas se livram de
> vincular seus nomes aos candidatos. Só em 2008, mais de R$ 250 milhões
> transitaram por essa via.
>
> Só a Camargo Corrêa, no ano passado, injetou R$ 24 milhões nas eleições
> municipais de São Paulo. Na concepção de Britto, essa avenida escura será
> iluminada. Os partidos poderão ter que informar o que recebem e de quem
> recebem na internet, mensal ou trimestralmente.
>
> Nas discussões do TSE trabalha-se com o ideal de um novo núcleo de
> auditoria e controle das contas partidárias. Algo que permita ir além do
> controle formal da contabilidade para avaliar a legitimidade das contas e
> recibos apresentados. Afinal, de pouco adianta as contas estarem corretas se
> os recibos não são legítimos.
>
> Na última sessão do TSE do ano passado, o colegiado já aprovou Resolução
> que implica a informação ao eleitor de quem é o suplente do senador e os
> candidatos a vice nas chapas de governadores e presidente, com suas
> respectivas fotos estampadas na urna eletrônica. Antes, por proposta do
> próprio ministro Carlos Britto, já se havia determinado a inclusão do nome e
> foto dos candidatos a vice na eleição municipal. Passos certos em direção à
> transparência.
>
> Ainda este ano o Tribunal deve reformatar o formulário eletrônico do pedido
> de registro de candidatura. Os postulantes deverão declarar detalhadamente
> seus bens e os fatos relevantes de sua vida pregressa. Além de averiguar a
> evolução patrimonial, o tribunal quer saber sobre o passivo de processos
> judiciais. Ainda que a informação não sirva para brecar a candidatura, será
> útil para a avaliação do eleitor.
>
> O ministro Carlos Britto tem insistido em que o Judiciário não pode
> depender da reformulação legislativa para promover as mudanças necessárias.
> Ele entende que os princípios constitucionais da moralidade e da
> impessoalidade são auto-aplicáveis. “Vamos projetar um olhar mais
> contemporâneo, mais arejado para aperfeiçoar nossos costumes”, propõe ele.
>

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