Bom, eles nem precisaram, visto que a gente já conversa muito, a carta tem fins plenamente pacíficos e cooperativos, e eu (nem o Vini) somos muito dessa ideologia de pensar que todo mundo vai apunhalar a gente pelas costas só por dizer "fulano concorda com isso" sem pedir uma autorização de sesicentas páginas :P
2013/9/2 Rodrigo Tetsuo Argenton <[email protected]> > Não entendi Jonas... no meu entendimento eu deveria agir mediante o modo > de trabalho daqui, não no modo de lá. > > E eu não vi nem o Mateus, nem o Vinícius autorizando o Iberocoop a > utilizarem os nomes deles antes de publicarem a carta... mas como tudo lá é > excluso, não sei se contataram os dois... > > > > > 2013/8/27 Rodrigo Tetsuo Argenton <[email protected]> > >> "Não precisa abrir a carta para todo mundo, basta mostrá-la para alguns. " >> o.O >> >> Meu deus, sim, criarei uma panela, onde só mostrarei informações para quem >> eu quiser... (já que eu sou membro do Iberocoop) tem 5 caras com acesso... >> incluindo um que fez a versão em português da carta e não reportou nada para >> cá. >> >> >> >> >> Qual a decisão? >> >> >> >> 2013/8/26 Rodrigo Tetsuo Argenton <[email protected]> >> >>> Jonas, como salientei no começo, todo o desenvolvimento está em locais >>> fechados, logo não posso abrir. >>> >>> A autorização do grupo tem que vir em: >>> Poderá se assinar coletivamente? Se sim, o Brasil autoriza assinar a >>> carta à Portugal sem o grupo brasileiro ver? Ou vocês quererão ver a carta >>> antes de ser publicada ou alterar? >>> Se não, o Brasil irá pedir que os voluntários presentes na reunião que >>> originou a carta assinem por si mesmos, ou iremos negar a carta em si e >>> escreveremos uma à Portugal baseada na nossa discussão sobre o assunto: >>> >>> http://br.wikimedia.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Colabora%C3%A7%C3%A3o_lus%C3%B3fona, >>> ou realmente impedir a carta, já que o combinado era não existir mais >>> nenhum tipo de carta coletiva no Iberocoop, e desenvolvimentos que não >>> exigem sigilo deveriam ser realizados em locais abertos. >>> Se vocês não autorizar e eles utilizarem o nome assim mesmo, vocês >>> continuarão no Iberocoop? >>> >>> Acho que é simples entender, e cada um analisar a situação e decidir. >>> Poderia ser, na verdade, qualquer carta, para qualquer coisa. >>> >>> Névio, sobre o WikiBrasil, pelo que eu entendi o tramite estava >>> caminhando, foi tudo aprovado, o pé que está agora é troca de dados para a >>> transferência. No mais, não sei de nada, pergunte ao Michel, eu já cansei >>> de perguntar. ;) >>> >>> >>> >>> 2013/8/26 Rodrigo Tetsuo Argenton <[email protected]> >>> >>>> Ainda estou esperando um posicionamento... se a WMBr não tiver >>>> interesse no Iberocoop, e a WMF no Brasil tiver (pelo que me lembro, tem), >>>> sugiro que peçam a troca de membros, pois eu tenho que ouvir muita merda >>>> por vocês, já que sou o único voluntário, dos 5 brasileiros com acesso, que >>>> tem defendido os valores que estão aqui >>>> http://br.wikimedia.org/wiki/Carta_de_Princ%C3%ADpios_da_Wikimedia_Brasil, >>>> presentes. O restante ou não participa, ou lustra as bolas dos caras de lá, >>>> piorando qualquer tentativa de aproximar os valores do grupo, ao modo que a >>>> WMBR trabalhava. >>>> >>>> Os valores são mais próximos da WMF (constrição de dados, >>>> hierarquização, gastos de verbas sem necessidade, burocratização...), e já >>>> que querem fazer o papel de chapter, então que façam, e assumam a vaga lá >>>> no Iberocoop também, já quiseram ir ao Iberocoof quando foi pedido para que >>>> voluntários brasileiros não fossem. >>>> >>>> Eu tive que ouvir nessa conversa coisas como gritos, mentiras, mandaram >>>> eu me calar, ameaçaram uma moção para a minha remoção, sendo que eu estava >>>> pedindo que eles fizessem o que eles se propuseram a fazer, e falei para >>>> respeitarem a opinião dos brasileiros, e esperar uma decisão de vocês >>>> quanto a assinar a carta à Portugal do modo que está, e se vocês vão >>>> aceitar uma nova assinatura coletiva, que pelo que eu entendi, foi usada >>>> também em Milão sem a nossa autorização e que já tinha sido acordado que >>>> não eram para fazer de novo, já que o Iberocoop não é uma instituição é um >>>> grupo. >>>> >>>> Já estávamos caminhando para sair nominalmente do grupo, não o fizemos >>>> por questões políticas. Acho que vale a pena parar de politicagem e tomar >>>> uma postura de sair nominalmente, os voluntários que não quiserem, que >>>> fiquem conversando com aquele grupo, mas o nome do Brasil não poderá ser >>>> mais carregado, logo, nada de poder de voto para quem ficar, pois o nome >>>> está sendo utilizado apenas para interesses políticos e não era para isso >>>> que o grupo foi criado, e o Brasil sempre teve uma postura apolítica dentro >>>> do Movimento Wikimedia, além de que não se tem representantes, então votos >>>> e decisões só poderão ser feitas com consenso da comunidade, que na maior >>>> parte é contrária a várias posturas do Iberocoop. E se vocês não estão >>>> autorizados à utilizar o nome da Wikimedia Brasil, porque eles podem >>>> incluir a WMBr e assinar por esta? >>>> >>>> Isso não impede realizarem trabalhos com os Movimentos locais membros, >>>> incluindo Portugal, mas os valores são diametralmente opostos, acho que não >>>> vale o esforço, e em muitos casos nem faz sentido, há grupos locais que com >>>> menos energia se realiza um trabalho de melhor qualidade. (pra que estou >>>> dando opinião??) >>>> >>>> Só estou cumprindo obrigações, mas não tenho que ficar pensando por >>>> vocês e defendendo o que vocês dizem assinar, então tomem posições e >>>> comecem a fazer algo, se quiserem rasgar tudo, abraçar os valores do >>>> Iberocoop/WMF, eu to cagando para isso, só que terão que refazer tudo, >>>> incluindo o estatuto da APR-CCL que prevê que se siga a Carta, e se forem >>>> fazer isso, me ressarçam os aproximados 1000 reais que estão travados neste >>>> processo antes (1 ano já), pois o grant depende da aprovação do capítulo. E >>>> peço que não utilizem o nome do Pietro, se rasgarem. >>>> >>>> Se quiserem eu abro os meus emails na lista do Iberocoop, como eu não >>>> vi nenhum interesse, nem daqueles que se dizem interessados no Iberocoop, >>>> não vou me dar o trabalho. >>>> >>>> >>>> >>>> 2013/8/24 Rodrigo Tetsuo Argenton <[email protected]> >>>> >>>>> Cumprindo obrigações... >>>>> >>>>> Então, não sei o motivo pelo qual o Vinícius não disse para vocês >>>>> voluntários, mas está sendo escrita uma carta do Iberocoop para a WMPT, o >>>>> desenvolvimento da mesma está em ambiente fechado, mas cita, de novo, o >>>>> Brasil, e como é uma carta do Iberocoop (sim, a entidade falando por >>>>> todos) >>>>> e do modo que está, parece que brasileiros sabem e estão realmente >>>>> debruçados para encontrar soluções para Portugal, juntamente com o >>>>> restante >>>>> do Iberocoop. O que não é verdade, vim aqui para dizer sobre. >>>>> >>>>> Do modo que está escrita a carta, parece que fizeram uma reunião na >>>>> Wikimania onde os países americanos se juntaram para resolver os problemas >>>>> de Portugal, sem consultar Portugal, sem ter membros de Portugal. Também >>>>> tem um tom messiânico, um texto de salvação, com afirmações de que o >>>>> Iberocoop é uma família que está presente em momentos difíceis, por >>>>> exemplo. Colocam um argumento de autoridade, dizendo que por ter membros >>>>> do >>>>> AffCom, o Iberocoop poderia trazer soluções para Portugal. >>>>> >>>>> Se me recordo, o Iberocoop em suas origens é um grupo de colaboração >>>>> de partes, então não faz sentido assinar algo como instituição, o modo de >>>>> organização do Brasil também não permitia que assinassem em nome do >>>>> Brasil, >>>>> os voluntários são livres para assinar por si mesmos, mas não podem falar >>>>> pelo grupo. >>>>> >>>>> Minha mensagem sobre o assunto para a lista fechada do Iberocoop: >>>>> * >>>>> * >>>>> *"Os brasileiros não foram alertados sobre essa carta, e nenhum >>>>> voluntário brasileiro pode responder pelo grupo, e o Iberocoop não é uma >>>>> instituição, em teoria, logo também não se pode falar por todo o grupo, >>>>> muito menos falar que todos os membros assinam. >>>>> * >>>>> * >>>>> * >>>>> *Que os voluntários interessados assinem, ou os Movimento locais. >>>>> >>>>> Outro ponto, Portugal é parte integrante do Iberocoop, em teoria todos >>>>> eles já teriam que ter conhecimento sobre a construção desta carta, e o >>>>> motivo pelo qual eles fazem parte do grupo é ter essa troca, talvez os >>>>> "representantes" deles não estejam fazendo a ponte, ou eles simplesmente >>>>> não querem, então não consigo entender uma razão para existir essa carta, >>>>> pode ser até interessante que eles sejam, digamos, lembrado que eles >>>>> tenham >>>>> apoio, mas os apoios serão individuais (ou de voluntários, ou de >>>>> movimentos >>>>> locais onde se prega a hierarquia e se assume representatividade). >>>>> * * >>>>> * >>>>> *sem mais."* >>>>> >>>>> -- >>>>> Rodrigo Tetsuo Argenton >>>>> [email protected] >>>>> +55 11 979 718 884 >>>>> >>>> >>>> >>>> >>>> -- >>>> Rodrigo Tetsuo Argenton >>>> [email protected] >>>> +55 11 979 718 884 >>>> >>> >>> >>> >>> -- >>> Rodrigo Tetsuo Argenton >>> [email protected] >>> +55 11 979 718 884 >>> >> >> >> >> -- >> Rodrigo Tetsuo Argenton >> [email protected] >> +55 11 979 718 884 >> > > > > -- > Rodrigo Tetsuo Argenton > [email protected] > +55 11 979 718 884 > > _______________________________________________ > WikimediaBR-l mailing list > [email protected] > https://lists.wikimedia.org/mailman/listinfo/wikimediabr-l > > -- _____________________________________________________ *M*ateus*N*obre Free knowledge, free software, free culture, open data. *Freedom, acessibility, autonomy, openess, independence, transparency. 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