ixxo seria dito por esse povinho que gosta de injetar tóchico, os tais
maconheiros...
Eu que sou dos legais (e dos ilegais também, rss, afinal nem tudo que é
ilegal é anormal)
sorvo mais um gole do meu uisque(Jameson, em sonho, irlandês de 70 irreal no
miduei, drury's na reality comprado na bodega de Séo Bento fiado na
caderneta) e sorrio com a sabedoria do meu amigo Lex:

Eita caba bom de texto, num é que nem me passou o trocadalho atriz?

Orf

2008/8/1 Alex de Souza <[EMAIL PROTECTED]>

>   o mais certo seria: in colomy
>
> Lex
>
> 2008/8/1 Yasmine <[EMAIL PROTECTED]>
>
>>
>>
>> acho que sim,adoro a voz sensual do querido Cabrito.
>> p.s: curto pra caramba Waldick ,sem brincadeira...rs
>> beijo Orf!
>>
>>
>> 2008/8/1 Ørf <[EMAIL PROTECTED]>
>>
>>>        *Ia mandar o link da musica, piada obvia, mas el googlador
>>> ensandecido achou cousa - e louza - mejor.
>>>
>>> beso, querida miminha e lhe vejo hoje?
>>>
>>> Orf
>>>
>>>
>>>
>>> Paulo César de Araújo:
>>> Eu não sou cachorro não
>>> *
>>> Record
>>>
>>> consulte o preço à TFM <http://www.tfm-online.de/>
>>>
>>>  ------------------------------
>>> Em EU NÃO SOU CACHORRO, NÃO, o historiador carioca Paulo César de Araújo
>>> redime os cantores chamados de cafonas — ou bregas —, que no período entre
>>> 1968 e 1978 estavam no topo do mercado fonográfico nacional. O autor mostra
>>> como Odair José, Agnaldo Timóteo, Nelson Ned e Benito Di Paula, odiados por
>>> supostamente colaborar com a ditadura, foram tão ou mais perseguidos pelo
>>> regime militar que cantores de esquerda.
>>>
>>> Artistas considerados bregas sempre apareceram no topo da lista de mais
>>> vendidos. Veiculados nas rádios, freqüentavam os programas de auditório, mas
>>> não receberam o devido respeito e espaço em livros e teses, pois
>>> freqüentemente eram associados à ditadura militar. O historiador carioca
>>> Paulo César de Araújo preenche essa lacuna na historiografia da música
>>> popular brasileira e mostra como as figuras mais demonizadas por aderirem à
>>> cultura oficial durante os anos de chumbo, na verdade, foram tão ou mais
>>> perseguidas pelo regime quanto os artistas de esquerda. »A produção musical
>>> brega (ou cafona) faz parte da realidade cultural brasileira, tanto quanto o
>>> tropicalismo e a bossa nova e merece ser analisada«, argumenta o autor.
>>>
>>> EU NÃO SOU CACHORRO, NÃO aborda três aspectos do papel de resistência
>>> desempenhado por esses artistas. Em primeiro lugar, Paulo César de Araújo
>>> analisa como muitas das letras trazem a denúncia ao autoritarismo e à
>>> segregação social. A música O divórcio, de Luiz Ayrão, por exemplo, – que, a
>>> princípio, se chamava Treze anos –pode ser lida tanto como um desabafo de um
>>> homem infeliz quanto como um basta ao regime militar. O autor compara a
>>> produção musical dentro do contexto histórico, dando especial atenção ao
>>> AI5. Paulo lembra, também, que a maioria desses cantores vivenciou o
>>> trabalho infantil: Nelson Ned e Agnaldo Timóteo foram engraxates. Paulo
>>> Sérgio, alfaiate.
>>>
>>> O livro traz, ainda, diversas curiosidades do universo musical cafona.
>>> São histórias que só agora chegam a público. Como a vez em que Odair José
>>> teve a música A primeira noite – que fala da primeira experiência sexual de
>>> um garoto – censurada e, para escapar ao veto, apenas trocou o título. Noite
>>> de desejos passou incólome pelas autoridades. Aliás, Odair José era campeão
>>> de vetos da censura federal. Sua música Pare de tomar a pílula foi proibida
>>> de ser executada nas rádios brasileiras e em toda a América latina. Mas ele
>>> não foi o único. Fernando Mendes teve seu Tributo a Carlinhos (o menino
>>> Carlinhos desapareceu sem deixar traços na década de 1960, num caso policial
>>> célebre e não resolvido até hoje) proibido já que poderia ser interpretado
>>> como referência aos presos políticos.
>>>
>>> Máximas de Waldik Soriano – A mulher é como a música. A música serve para
>>> limpar a alma, a mulher para limpar a casa –   também estão presentes em EU
>>> NÃO SOU CACHORRO, NÃO. Assim como situações que beiram a tragicomicidade:
>>> Nelson Ned passava por baixo da roleta de ônibus por não ter dinheiro para
>>> pagar a passagem. »Isso não era difícil para mim«, brinca o cantor. Essas
>>> histórias resgatam artistas que, entre as décadas de 1968 e 1978, se
>>> destacaram no cenário artístico nacional. »Embora esquecida, nossa música
>>> popular cafona permanece guardada em estruturas de comunicação informais«,
>>> explica Paulo César.
>>>
>>> Atire a primeira pedra quem nunca cantarolou uma letra de música popular
>>> cafona. Apesar de gosto duvidoso, as melodias fazem parte do patrimônio
>>> afetivo de milhares de brasileiros. Músicas como Eu não sou cachorro, não,
>>> Pare de tomar a pílula e Cadeira de rodas fazem parte do repertório de um
>>> Brasil dos excluídos, um país mergulhado na ditadura militar e sacudido
>>> tanto por marchas moralistas de apoio à família, à propriedade e à Igreja
>>> quanto pela guerrilha urbana.
>>>
>>> (informação da editora)
>>>
>>>  *Paulo César de Araújo*, baiano de Vitória da Conquista, é jornalista,
>>> historiador e mestre em Memória Social. Trabalha como professor de História
>>> no ensino fundamental e médio da rede pública do Estado do Rio de Janeiro.
>>>
>>>
>>>
>>>
>>>
>>> 2008/8/1 Yasmine <[EMAIL PROTECTED]>
>>>
>>>>    *CLIQUE NO LINK ABAIXO E FAÇA O TESTE PRA SABER QUE TIPO DE CACHORRO
>>>> VC É...*
>>>>
>>>>   http://www.segs.com.br/teste-cao.htm
>>>>  p.s: tô repassando
>>>>
>>>
>>>
>>
>  
>

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