querido Waldick...eu gostava d+

Cantor Waldick Soriano morre no Rio aos 75 anos

da *Folha Online*

O cantor baiano Waldick Soriano morreu, aos 75 anos, nesta quinta-feira, às
5h35, no Instituto Nacional do Câncer (Inca), em Vila Isabel, zona norte do
Rio.

Ele estava 
internado<http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u441030.shtml>na
Unidade de Cuidados Paliativos do Inca desde o dia 31 de agosto. O
músico
lutava contra o câncer de próstata, descoberto há cerca de dois anos.


  Ana Ottoni/Folha Imagem [image: Texto: O cantor Waldick Soriano posa para
foto, com copo na mão, no Bar Boemia, em São Paulo (SP). A atriz e diretora
Patrícia Pillar produz o novo show, o mais recente CD e um documentário
sobre a trajetória do cantor. (São Paulo (SP), 18.08.2007. Foto de Ana
Ottoni/Folha Imagem)] Waldick Soriano lutava contra o câncer; ele estava
internado desde 31 de agosto

Soriano foi submetido ao tratamento até maio deste ano, quando os médicos
consideraram que não havia mais como tratar a doença e o transferiram para a
equipe de cuidados paliativos, que chegou a fazer visitas à casa do cantor,
na Ilha do Governador, zona norte do Rio.

Waldick 
Soriano<http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u441262.shtml>nasceu
em Caetité, cidade do interior da Bahia, em 13 de maio de 1933. Ele é
considerado um ícone da música brega --ou música romântica, como costumava
dizer-- e compôs cerca de 700 canções. O auge da sua carreira foi nos anos
60 e 70, quando suas músicas alcançavam as paradas de sucesso das rádios.

No ano passado, o cantor foi tema do documentário "Waldick, Sempre no Meu
Coração", dirigido pela atriz Patrícia Pillar, que abordou a carreira e a
vida íntima do artista no filme. Também em 2007, foram lançados pela Som
Livre os CD e DVD "Waldick Soriano - Ao Vivo".

O corpo do cantor deve ser sepultado no cemitério São Francisco Xavier, no
Caju, na região portuária do Rio. A administração do cemitério informou que
o horário ainda não foi marcado pela família do cantor.


2008/9/4 Alex de Souza <[EMAIL PROTECTED]>

>    só lembrando q hj foi um dia triste pra cachorro.
>
> http://bregapuro.blogspot.com/
>
> Lex
>
> 2008/8/1 Ørf <[EMAIL PROTECTED]>
>
>>    ixxo seria dito por esse povinho que gosta de injetar tóchico, os tais
>> maconheiros...
>> Eu que sou dos legais (e dos ilegais também, rss, afinal nem tudo que é
>> ilegal é anormal)
>> sorvo mais um gole do meu uisque(Jameson, em sonho, irlandês de 70 irreal
>> no miduei, drury's na reality comprado na bodega de Séo Bento fiado na
>> caderneta) e sorrio com a sabedoria do meu amigo Lex:
>>
>> Eita caba bom de texto, num é que nem me passou o trocadalho atriz?
>>
>> Orf
>>
>> 2008/8/1 Alex de Souza <[EMAIL PROTECTED]>
>>
>>    o mais certo seria: in colomy
>>>
>>> Lex
>>>
>>> 2008/8/1 Yasmine <[EMAIL PROTECTED]>
>>>
>>>>
>>>>
>>>> acho que sim,adoro a voz sensual do querido Cabrito.
>>>> p.s: curto pra caramba Waldick ,sem brincadeira...rs
>>>> beijo Orf!
>>>>
>>>>
>>>>  2008/8/1 Ørf <[EMAIL PROTECTED]>
>>>>
>>>>>        *Ia mandar o link da musica, piada obvia, mas el googlador
>>>>> ensandecido achou cousa - e louza - mejor.
>>>>>
>>>>> beso, querida miminha e lhe vejo hoje?
>>>>>
>>>>> Orf
>>>>>
>>>>>
>>>>>
>>>>> Paulo César de Araújo:
>>>>> Eu não sou cachorro não
>>>>> *
>>>>> Record
>>>>>
>>>>> consulte o preço à TFM <http://www.tfm-online.de/>
>>>>>
>>>>>    ------------------------------
>>>>> Em EU NÃO SOU CACHORRO, NÃO, o historiador carioca Paulo César de
>>>>> Araújo redime os cantores chamados de cafonas — ou bregas —, que no 
>>>>> período
>>>>> entre 1968 e 1978 estavam no topo do mercado fonográfico nacional. O autor
>>>>> mostra como Odair José, Agnaldo Timóteo, Nelson Ned e Benito Di Paula,
>>>>> odiados por supostamente colaborar com a ditadura, foram tão ou mais
>>>>> perseguidos pelo regime militar que cantores de esquerda.
>>>>>
>>>>> Artistas considerados bregas sempre apareceram no topo da lista de mais
>>>>> vendidos. Veiculados nas rádios, freqüentavam os programas de auditório, 
>>>>> mas
>>>>> não receberam o devido respeito e espaço em livros e teses, pois
>>>>> freqüentemente eram associados à ditadura militar. O historiador carioca
>>>>> Paulo César de Araújo preenche essa lacuna na historiografia da música
>>>>> popular brasileira e mostra como as figuras mais demonizadas por aderirem 
>>>>> à
>>>>> cultura oficial durante os anos de chumbo, na verdade, foram tão ou mais
>>>>> perseguidas pelo regime quanto os artistas de esquerda. »A produção 
>>>>> musical
>>>>> brega (ou cafona) faz parte da realidade cultural brasileira, tanto 
>>>>> quanto o
>>>>> tropicalismo e a bossa nova e merece ser analisada«, argumenta o autor.
>>>>>
>>>>> EU NÃO SOU CACHORRO, NÃO aborda três aspectos do papel de resistência
>>>>> desempenhado por esses artistas. Em primeiro lugar, Paulo César de Araújo
>>>>> analisa como muitas das letras trazem a denúncia ao autoritarismo e à
>>>>> segregação social. A música O divórcio, de Luiz Ayrão, por exemplo, – 
>>>>> que, a
>>>>> princípio, se chamava Treze anos –pode ser lida tanto como um desabafo de 
>>>>> um
>>>>> homem infeliz quanto como um basta ao regime militar. O autor compara a
>>>>> produção musical dentro do contexto histórico, dando especial atenção ao
>>>>> AI5. Paulo lembra, também, que a maioria desses cantores vivenciou o
>>>>> trabalho infantil: Nelson Ned e Agnaldo Timóteo foram engraxates. Paulo
>>>>> Sérgio, alfaiate.
>>>>>
>>>>> O livro traz, ainda, diversas curiosidades do universo musical cafona.
>>>>> São histórias que só agora chegam a público. Como a vez em que Odair José
>>>>> teve a música A primeira noite – que fala da primeira experiência sexual 
>>>>> de
>>>>> um garoto – censurada e, para escapar ao veto, apenas trocou o título. 
>>>>> Noite
>>>>> de desejos passou incólome pelas autoridades. Aliás, Odair José era 
>>>>> campeão
>>>>> de vetos da censura federal. Sua música Pare de tomar a pílula foi 
>>>>> proibida
>>>>> de ser executada nas rádios brasileiras e em toda a América latina. Mas 
>>>>> ele
>>>>> não foi o único. Fernando Mendes teve seu Tributo a Carlinhos (o menino
>>>>> Carlinhos desapareceu sem deixar traços na década de 1960, num caso 
>>>>> policial
>>>>> célebre e não resolvido até hoje) proibido já que poderia ser interpretado
>>>>> como referência aos presos políticos.
>>>>>
>>>>> Máximas de Waldik Soriano – A mulher é como a música. A música serve
>>>>> para limpar a alma, a mulher para limpar a casa –   também estão presentes
>>>>> em EU NÃO SOU CACHORRO, NÃO. Assim como situações que beiram a
>>>>> tragicomicidade: Nelson Ned passava por baixo da roleta de ônibus por não
>>>>> ter dinheiro para pagar a passagem. »Isso não era difícil para mim«, 
>>>>> brinca
>>>>> o cantor. Essas histórias resgatam artistas que, entre as décadas de 1968 
>>>>> e
>>>>> 1978, se destacaram no cenário artístico nacional. »Embora esquecida, 
>>>>> nossa
>>>>> música popular cafona permanece guardada em estruturas de comunicação
>>>>> informais«, explica Paulo César.
>>>>>
>>>>> Atire a primeira pedra quem nunca cantarolou uma letra de música
>>>>> popular cafona. Apesar de gosto duvidoso, as melodias fazem parte do
>>>>> patrimônio afetivo de milhares de brasileiros. Músicas como Eu não sou
>>>>> cachorro, não, Pare de tomar a pílula e Cadeira de rodas fazem parte do
>>>>> repertório de um Brasil dos excluídos, um país mergulhado na ditadura
>>>>> militar e sacudido tanto por marchas moralistas de apoio à família, à
>>>>> propriedade e à Igreja quanto pela guerrilha urbana.
>>>>>
>>>>> (informação da editora)
>>>>>
>>>>>  *Paulo César de Araújo*, baiano de Vitória da Conquista, é
>>>>> jornalista, historiador e mestre em Memória Social. Trabalha como 
>>>>> professor
>>>>> de História no ensino fundamental e médio da rede pública do Estado do Rio
>>>>> de Janeiro.
>>>>>
>>>>>
>>>>>
>>>>>
>>>>>
>>>>> 2008/8/1 Yasmine <[EMAIL PROTECTED]>
>>>>>
>>>>>>    *CLIQUE NO LINK ABAIXO E FAÇA O TESTE PRA SABER QUE TIPO DE
>>>>>> CACHORRO VC É...*
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>>>>>>   http://www.segs.com.br/teste-cao.htm
>>>>>> p.s: tô repassando
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>>>
>>
> 
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