Em 18 de setembro de 2012 18:59, Edson Brandi <[email protected]>escreveu:
> Acho que você não vai gostar da resposta... > > O ultimo esforço de tradução foi em 2003, o resultado do trabalho está em: > > http://doc.fug.com.br/handbook/ > > Na época o handbook foi 100% traduzido (ele tinha 1/3 do tamanho > atual), porém o trabalho morreu na fase de revisão e nunca foi dado > como finalizado. > > O motivo de nunca ter sido finalizado? As pessoas envolvidas desanimaram. > > O motivo de terem desanimado? Na minha opinião o problema que ocorreu > foi excesso de preciosismo na revisão. > > Na época, para submissão do material, o pessoal queria que o documento > estivesse perfeito para ser submetido, e sinceramente buscar a > perfeição neste tipo de trabalho é pedir para não fazer nada nunca. > > Ou seja, para dar o documento como finalizado ele precisava ter: > > - Identação do SGML tinha que estar perfeita, ou seja, começando na > coluna 1 , aumentando a identação em 2 espaços a cada novo elemento do > sgml aberto, e reduzindo em 2 espaços a cada um fechado. > > - Todos os separadores frasais deveriam ser seguidos de 2 espaços. > > - 100% da tradução das palavras tinha que normalizada, se um capitulo > traduzia website como sitio web, outro como sitio www, outro como web > site, todos os capítulos eram marcados como incompletos e tinham que > passar por normalização. > > - Nenhuma linha podia ter mais que 70 caracteres > > - Os documentos não poderiam conter nenhum erro de acentuação ou de > ortografia, gramatica, concordância verbal, etc. > > - A tradução tinha que ser fidedigna em 100%, mesmo que o resultado > final ficasse difícil de ser compreendido por um falante de português > do Brasil. Convenhamos, as vezes é preciso captar o que o autor quiz > dizer, e ajustar os termos/palavras/expressões para algo que diga a > mesma coisa de uma outra forma se isso tornar o texto mais fluido de > ser lido e mais fácil de ser compreendido. > > Em fim... foram estes os motivos. > > Como dessa vez quem está responsável por fazer os commits sou eu, pode > ter certeza que não vamos ter os mesmos problemas, pois eu sou da > opinião que qualquer documentação é melhor que nenhuma :) > > Não que eu tenha como intenção fazer algo "porco", muito pelo > contrario eu jamais faria isso, mas tenho bom senso de não exigir > perfeição num trabalho que pela sua própria natureza vai estar sempre > em transformação e aperfeiçoamento. É o famoso work in progress :) > > Espero ter esclarecido a sua duvida > > Edson > > > Em 18 de setembro de 2012 18:29, Araujo <[email protected]> > escreveu: > > Brandi, > > > > Gostaria de saber, porque nunca entendi direito, porque a última > > tentativa de tradução do handbook, que creio eu chegou a ser completada, > e > > divulgada durante anos por uma empresa do RJ (não que eu tenha alguma > coisa > > contra, não tenho ) nunca foi dada como completada e oficializada. > > > > abs > > > > araujo > > [ ]'s Edson > -- > > OpenPGP Key: 0xA5C45B43401FF8F3 > 1BAB 0B87 EE89 B8D4 B418 66D6 A5C4 5B43 401F F8F3 > ------------------------- > Histórico: http://www.fug.com.br/historico/html/freebsd/ > Sair da lista: https://www.fug.com.br/mailman/listinfo/freebsd > Brandi, acho muito viável fazer isso dessa forma, contratando pessoas pra agilizar o processo. Acho que um projeto mais sólido com planejamento e orçamento pode dar muito certo com crowdfounding. Acho que vale a tentativa pois ter o handook traduzido ajudaria muito na maior difusão do FreeBSD no Brasil - o inglês ainda é uma barreira muito grande. Abs, Pedro Madsen ------------------------- Histórico: http://www.fug.com.br/historico/html/freebsd/ Sair da lista: https://www.fug.com.br/mailman/listinfo/freebsd

