2010/11/8 Ozelo <[email protected]>: > No caso de um RIS concordo, um LG de um PTT não. Já um LG "seu", > talvez... Digo isso por que penso que o LG do PTT deve refletir (em > tempo real) a RIB do PTT, assim como o LG da Algar reflete a RIB da > Algar... e assim por diante. Se estou anunciando um full routing no LG > do PTT e "NÃO" estou anunciando a mesma coisa no route server, a meu > ver, estou distorcendo o propósito do mencionado LG.
se quiser ver apenas as rotas que estão sendo repassadas pelos refletores do IXP, basta limitar a pesquisa apenas às tabelas dos refletores, lá encontrará inclusive o que você anuncia apenas dentro do IXP. Olhar a tabela completa do LG e imaginar que aquilo é (ou deveria ser) o que está sendo anunciado dentro do IXP é um erro. Exemplo (exibir apenas os prefixos anunciados dentro do IXP): lg.sp.ptt.br> show ip bgp neighbors 200.219.130.253 routes [cut] Total number of prefixes 3813 Havendo uma convergência de ASes num único LG contribui para também convergir e agilizar a análise. Ex. dentro do LG do PTTMetro, se eu souber como pesquisar, posso ter praticamente a mesma visão que eu teria no meu LG local (basta fixar a pesquisa num único neighbor). Olhar (também) apenas de dentro do seu AS é outro erro (na verdade é estar sendo incompleto e em casos de depuração, deixar escapar coisas importantes, que não verá olhando de dentro de casa). Se quiser ser mais abrangente, olhar apenas um coletor do RIS ou RouteViews mais ainda (incompleto e/ou parcial). Por exemplo: se analisar apenas as rotas que estão no RRC15 você terá uma visão parcial da internet e muitos ASes (locais mesmo) estarão incompletos. Se notar o caso específico do BGPmon eles utilizam as tabelas de alguns coletores, mas não todos do RIS. A ferramenta que desenvolvi utiliza (na versão pública) apenas 3 coletores do RIS e 1 do RouteViews, estrategicamente escolhidos por sua localização geográfica (e alguns também por serem pontos de convergência de partes distintas da internet, caso dos 3 coletores que escolhi dentro da mesma região, ou seja EUA). Na próxima versão eu expandi o uso desses coletores (adicionei mais dois do RIS e mais 1 do RouteViews) e se comparar a análise da soma dessas tabelas todas você tem uma visão distinta (e bem mais completa) da internet (ou regional se você se concentrar apenas num ponto de coleta, o que muitas vezes também é importante). Inclusive a escolha correta de onde e como coletar os dados determina a visão completa dessas informações ou a visão específica de particularidades locais. Outro exemplo: compare a análise de ferramentas distintas como BGPmon, Robtex e o BGP Toolkit do HE e notará diferenças entre eles, ex. dados que aparecem em ou, mas não em todos, o problema do primeiro hop e assim por diante. É importante também distinguir a forma como cada um deles manipula essas informações, isto porque tais procedimentos são determinantes para a análise (e ferramentas como RIS e BGPmon descrevem bem *como* manipulam os dados e *onde*). Vale lembrar que ninguém é obrigado a contribuir com um LG público como os do projeto PTTMetro, muito menos alimentar coletores como os do RIS ou RouteViews (enfatizo mais uma vez: não há troca efetiva de tráfego nos moldes de um ATM como o do PTTMetro nessas sessões). -- Herbert _______________________________________________ GT-AS mailing list [email protected] http://lists.abranet.org.br/mailman/listinfo/gt-as
