:-) É quase isso, Paulo.
Na verdade, não envolve disciplina alguma do ITIL. Usei as gerências apenas para ilustrar conflitos que podem surgir. O que desejo mostrar é que o conflito não pode ser abafado nem suprimido (ou reprimido?). Ele deve vir à tona ou vai causar mais prejuízos do que as eminências pardas gerindo sacanagens, desconfortos etc. trabalhando o todo, diminuindo a performance e afetando todo o grupo. Só vir à tona já será um ganho. Nesse caso se tem noção do que enfrentar (enfrentar no sentido de tomar noção da realidade, não de afrontar), debater etc. Se existir um moderador trabalhando para evitar que a coisa descambe pro lado pessoal, ainda melhor ainda. Mas a função do moderador, mais do que reprimir, é deixar o conflito aparecer. E o grupo precisa debater a questão até que o MESMO - grupo - venha a exaurir o assunto, promovendo oportunidade para todos se manifestarem etc. EL CO 2009/9/13 Paulo Santos <[email protected]> > > > Ola, > > Acho que o conflito colocado pelo Cohen é mais simples de resolver do que > estamos vendo. > Ambos os gestores devem ser profissionais o suficiente a ponto de > resolverem este conflito sozinhos. > Caso isto não seja possível, ambos devem ter um mesmo gerente, que deverá > analisar o caso e dar a sua opinião. > Simples assim. > > Abraços > > Paulo Santos > > > > > > Roberto Cohen escreveu: > > Olá, pessoal. > > Quando acontecem pendengas entre o gestor de incidentes e o outro par, > de problemas, quem - NA PRÁTICA - encaminha ou resolve estes conflitos > na sua empresa? > > Abraços, > > el Cohen > http://twitter.com/robcohen > > > > >
