2009/7/23 Stephen Eilert <[email protected]>:
>
> 2009/7/23 namekuseijin <[email protected]>:
>>
>> hmm, minhas necessidades não são tão simples quanto você implica.
>> Para edição de textos avançada, ambos "editores" estão no mesmo nível
>> e isso é palavra de quem usou recursos de edição avançados de *ambos*
>> por uns bons anos.  Você conhece os recursos de vim ou está só falando
>> da boca pra fora?
>>
>> Emacs só é mais "poderoso" porque elisp é mais completo do que a
>> linguagem de scripting do vim e por dessa forma poderem escrever
>> milhares de programas extras que nada tem a ver com edição de textos
>> para a plataforma barroca.
>>
>
> Bzzzt! Errado.
>
> Emacs é mais poderoso porque o próprio editor é escrito em Emacs Lisp,
> logo tudo pode ser alterado e redefinido. Não é como o VI, que é um
> editor monolítico, que *pode* ter algumas funcionalidades adicionadas
> com scripts externos.

hmm, é verdade.  Mas por outro lado, alterar e redefinir tudo até fica
com cara e funcionalidades de vim dá um trabalhão, mas felizmente já
tem um software mais level que faz isso. :)

> E eu acho esses adjetivos no mínimo engraçados. Se estivéssemos
> falando do TextMate, que saiu um dia desses, até vai. Mas se você diz
> que o Emacs é "barroco", o VIM é o que? Moderno é que não é.

É clássico.  Sempre tive uma queda maior pela linhas balanceadas e
economia harmônica de Haydn, Mozart e Beethoven frente aos maneirismos
e texturas exageradas de Bach, Handel, Vivaldi e companhia... ;)

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