namekuseijin <[email protected]> writes:

>> E eu acho esses adjetivos no mínimo engraçados. Se estivéssemos
>> falando do TextMate, que saiu um dia desses, até vai. Mas se você diz
>> que o Emacs é "barroco", o VIM é o que? Moderno é que não é.
>
> É clássico.  Sempre tive uma queda maior pela linhas balanceadas e
> economia harmônica de Haydn, Mozart e Beethoven frente aos maneirismos
> e texturas exageradas de Bach, Handel, Vivaldi e companhia... ;)

Talvez o VI seja simples ("classico"), mas o VIM está longe de ser
simples e economico. 

E dar nome as coisas é sempre complicado. Vivaldi tem texturas *muito*
mais simples que Beethoven, por exemplo (compare a grande fuga de
Beethoven com um concerto grosso de vivaldi). E mesmo entre um mesmo
compositor você vai achar diferenças enormes no uso de textura. Por
exemplo, Mozart tem texturas simples como no quarteto K 458 (1o
movimento) e texturas super densas como no Kyrie da Grande Missa em Dó
menor. O mesmo se aplica para qualquer compositor na sua lista. A
simplificação barroco=texturas exageradas, classico=texturas simples não
funciona sempre.

Abraços,

Pedro



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