Mas será que essa 'solução ' responde à pergunta do Clay Institute?

Será que eles vão liberar o milhãozinho de dólares  e considerar o
problema  *realmente* resolvido?

Nao é  que  eu duvide, é que não sei mesmo.. E penso que até o momento
ninguém  sabe.

W.




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 Walter Carnielli
CLE and Department of Philosophy
University of Campinas –UNICAMP, Brazil

 AI2- Advanced Institute for Artificial Intelligence
Blog https://waltercarnielli.com/


Em ter., 8 de set. de 2026 18:12, yuri lumer <[email protected]> escreveu:

> Open Ai "resolveu Navier Stokes"? Pedi ao Chat GPT para resumir.
>
> A ideia central da prova divulgada hoje pela OpenAI é construir
> explicitamente uma solução das equações de Navier–Stokes incompressíveis em
> três dimensões que começa perfeitamente regular — na construção, o fluido
> começa inclusive em repouso — mas cuja velocidade se torna infinita em um
> tempo finito, tomado como t=1t=1. O mecanismo é um *vórtice autossimilar
> que vai se concentrando* perto da origem: quando τ=1−t→0\tau=1-t\to0, o
> raio do núcleo diminui aproximadamente como τ1/2\tau^{1/2}, enquanto sua
> extensão axial diminui um pouco mais lentamente, e as velocidades angular e
> axial crescem aproximadamente como τ−1/2−h\tau^{-1/2-h}, com h>0h>0
> pequeno. Assim, o vórtice fica cada vez mais estreito e gira cada vez mais
> rápido. O ponto engenhoso é que a região onde isso acontece diminui tão
> depressa que a *energia cinética total continua limitada — e, no núcleo,
> chega a tender a zero — mesmo enquanto a velocidade máxima tende ao
> infinito*. Isso produz exatamente o tipo de “blow-up” que o problema
> pergunta se pode ocorrer.
>
> A parte tecnicamente mais difícil é fazer isso obedecer às Navier–Stokes
> com *viscosidade positiva e uma força externa perfeitamente suave*. O
> vórtice principal sozinho deixaria um erro — ou “resíduo” — que também
> explodiria quando t→1t\to1. A construção introduz então famílias de
> pequenas ondas ou pulsos oscilatórios na região ao redor do núcleo. Pela
> não linearidade (u ⁣⋅ ⁣∇)u(u\!\cdot\!\nabla)u, esses pulsos transportam
> momento e produzem uma tensão média cuidadosamente escolhida para cancelar,
> ordem por ordem, justamente as parcelas divergentes do resíduo; correções
> adicionais eliminam os erros restantes. No final, a velocidade explode, mas
> a força f(x,t)f(x,t) permanece C∞C^\infty, compactamente suportada e
> finita. Se todos os detalhes resistirem à revisão matemática independente,
> isso estabelece as alternativas *C e D* da formulação oficial do Clay
> Institute, que explicitamente permitem uma força externa suave — portanto
> não é a afirmação mais conhecida “sem força” das alternativas A/B, mas
> ainda é uma das formas que o enunciado oficial aceita como solução do
> Problema do Milênio
>
>
> https://openai.com/index/navier-stokes-solution/
>
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> Lógica <[email protected]>
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