Ainda batendo na mesma tecla: "revolução inexorável" como e para quem?

Não seria melhor "neocolonialismo de tokens"?

Em ter., 8 de set. de 2026, 21:56, yuri lumer <[email protected]>
escreveu:

> Pelo que li , ela supostamente resolveu a conjectura  proposta. Pela regra
> do programa para fazer jus ao prêmio tem que ser publicado e esperar 2 anos
> para ver se não é contradito.
>
> Vamos ver o que os especialistas dizem nos próximos dias. De toda forma é
> mais uma evidência do que parece ser mesmo uma revolução inexorável na
> matemática.
>
> Em ter., 8 de set. de 2026, 21:19, Walter Carnielli <[email protected]>
> escreveu:
>
>> Mas será que essa 'solução ' responde à pergunta do Clay Institute?
>>
>> Será que eles vão liberar o milhãozinho de dólares  e considerar o
>> problema  *realmente* resolvido?
>>
>> Nao é  que  eu duvide, é que não sei mesmo.. E penso que até o momento
>> ninguém  sabe.
>>
>> W.
>>
>>
>>
>>
>>  ========================
>>  Walter Carnielli
>> CLE and Department of Philosophy
>> University of Campinas –UNICAMP, Brazil
>>
>>  AI2- Advanced Institute for Artificial Intelligence
>> Blog https://waltercarnielli.com/
>>
>>
>> Em ter., 8 de set. de 2026 18:12, yuri lumer <[email protected]>
>> escreveu:
>>
>>> Open Ai "resolveu Navier Stokes"? Pedi ao Chat GPT para resumir.
>>>
>>> A ideia central da prova divulgada hoje pela OpenAI é construir
>>> explicitamente uma solução das equações de Navier–Stokes incompressíveis em
>>> três dimensões que começa perfeitamente regular — na construção, o fluido
>>> começa inclusive em repouso — mas cuja velocidade se torna infinita em um
>>> tempo finito, tomado como t=1t=1. O mecanismo é um *vórtice
>>> autossimilar que vai se concentrando* perto da origem: quando
>>> τ=1−t→0\tau=1-t\to0, o raio do núcleo diminui aproximadamente como
>>> τ1/2\tau^{1/2}, enquanto sua extensão axial diminui um pouco mais
>>> lentamente, e as velocidades angular e axial crescem aproximadamente como
>>> τ−1/2−h\tau^{-1/2-h}, com h>0h>0 pequeno. Assim, o vórtice fica cada vez
>>> mais estreito e gira cada vez mais rápido. O ponto engenhoso é que a região
>>> onde isso acontece diminui tão depressa que a *energia cinética total
>>> continua limitada — e, no núcleo, chega a tender a zero — mesmo enquanto a
>>> velocidade máxima tende ao infinito*. Isso produz exatamente o tipo de
>>> “blow-up” que o problema pergunta se pode ocorrer.
>>>
>>> A parte tecnicamente mais difícil é fazer isso obedecer às Navier–Stokes
>>> com *viscosidade positiva e uma força externa perfeitamente suave*. O
>>> vórtice principal sozinho deixaria um erro — ou “resíduo” — que também
>>> explodiria quando t→1t\to1. A construção introduz então famílias de
>>> pequenas ondas ou pulsos oscilatórios na região ao redor do núcleo. Pela
>>> não linearidade (u ⁣⋅ ⁣∇)u(u\!\cdot\!\nabla)u, esses pulsos transportam
>>> momento e produzem uma tensão média cuidadosamente escolhida para cancelar,
>>> ordem por ordem, justamente as parcelas divergentes do resíduo; correções
>>> adicionais eliminam os erros restantes. No final, a velocidade explode, mas
>>> a força f(x,t)f(x,t) permanece C∞C^\infty, compactamente suportada e
>>> finita. Se todos os detalhes resistirem à revisão matemática independente,
>>> isso estabelece as alternativas *C e D* da formulação oficial do Clay
>>> Institute, que explicitamente permitem uma força externa suave — portanto
>>> não é a afirmação mais conhecida “sem força” das alternativas A/B, mas
>>> ainda é uma das formas que o enunciado oficial aceita como solução do
>>> Problema do Milênio
>>>
>>>
>>> https://openai.com/index/navier-stokes-solution/
>>>
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