Em 20/02/2008, às 00:20, José Luiz Manzoli escreveu: > Mas galera seguinte.. quando você faz um projeto com modelage,... > seu banco acaba se tornando OO nas definições das tabelas.. porém > ele é relacional..Entenderam? > > Você continua trabalhando com o modelo relacional, aplica as formas > normais, indexação, tuning e etc.. mas exemplo > > tabela veiculo (onde veiculo é um objeto do sistema) > tabela cliente (onde cliente é um objeto, se existir Herança Pessoa- > >ClientePf/ClientePj irá exisitr uma tabela Pessoa e outra cliente!) > sei lá acho que OO é só a idéia o BD não precisa ser, mesmo porque > estamos levando um couro do INHERITS do Postgre!!1 > > Acho que é isso!!!
De fato, podemos usar conceitos de orientação a objetos na modelagem. A especialização/generalização de relações pode ser vista como uma espécie de herança. Muitas vezes eu uso procedures/regras/visões para inserir/consultar dados criando um encapsulamento para certas relações, e a sobrecarga de procedures do PostgreSQL cria uma espécie de polimorfismo. O resultado não é um banco OO e sim um banco relacional, onde o melhor caminho para integrar com aplicação é uma boa camada ORM. A ironia disso é a seguinte: a maior parte das camadas ORM não trabalha direito com uma série de recursos do banco forçando muitas vezes uma modelagem mais pobre e impossibilitando esse tipo de abordagem. -- Diogo Biazus [EMAIL PROTECTED] http://www.softa.com.br http://www.postgresql.org.br _______________________________________________ pgbr-geral mailing list [email protected] https://listas.postgresql.org.br/cgi-bin/mailman/listinfo/pgbr-geral
