> Numa análise simples e direta: Olhe para o contrib, pgxn, hooks, > pgfoundry e o próprio núcleo do pg. > > Entenda que se não fosse possível: estudar, modificar, distribuir, não > existiriam tais evoluções; pelo menos não em tão pouco tempo como > acompanhamos na vida do elefante. >
Eu sei. O mesmo acontece com o Linux, Gnome, KDE, com os aplicativos da GNU, com o Firebird, com o pgAdmin, com o PHP, etc, etc, etc. Eles não evoluiriam, pelo menos em tamanha velocidade, se fossem privativo. > > Tecnicamente não é suficiente? Então considere a agilidade e > velocidade de correção de CVEs, falhas, &ca. > > Ainda acha pouco? Crie uma matriz para correlacionar essas > funcionalidades com o modelo privativo. > Eu vejo isso como um modelo de desenvolvimento de software. O modelo livre tem várias vantagens sobre o privativo. Das quais você sitou várias acima. Mas você não pode dizer que um software privativo é sempre pior técnicamente que um livre. As empresas ainda sofrem na mão da SAP, pois não existem ERP livres tão bons técnicamente. Existem vários ERPs livres sim, mas tenha certeza que não atendem à uma variedade de companhias. Você pode dizer que Linux é melhor que Windows, claro, mas não é por causa do modelo de desenvolvimento. No máximo o modelo piora as coisas. Eu utilizo BrOffice, e me atende 100%, mas o MS Word tem mais recursos, é mais completo, portanto técnicamente é melhor. Um escritor muito exigente pode precisar de recursos apenas encontrado no MS Word. Não estou defendendo ninguém, apenas acho errado dizer que um software é ruim porque tem o código fechado, sem olhar mais a fundo.
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