juntaDados escreveu isso aí: [...] > Nosso objetivo é fomentar o uso de tecnologias livres (software e > hardware livre) e promover discussões sobre democratização da > comunicação, apropriação tecnológica, conservação ambiental dentro de > um espaço autônomo na Universidade, estabelecendo assim um contato com > diversos grupos de pesquisa. > > A “Universidade Pirata” vem de um esforço para demonstrar que o termo > pirata não indica cibercriminalidade, e sim o grupo de pessoas que > busca meios reparar as restrições ao mercado cultural, intelectual e > de informação. Objetivamos rebater a intensa propaganda que compara a > compra de um filme no mercado informal por exemplo, ao tráfico de > drogas ou de armas.
Infelizmente a estratégia de vocês parece furada, porquê "pirata" significa sim "criminoso". É de propósito que a indústria usa o termo "pirataria" para se referir à distribuição não autorizada de obras de sua propriedade. Como desenvolvedor de software livre, eu não quero que o que eu faço seja associado ao termo "pirata". Note que a situação é diferente do que aconteceu com o termo "hacker", que tinha um significado que foi deturpado pela mídia e pela indústria. Já o "pirata", nesse contexto, foi sempre associado à idéia de que compartilhar equivale à saquear navios e cometer assassinato. Se a intenção é combater essa associação, a última coisa que eu faria seria vestir a carapuça. :) Pra mim faz mais sentido divulgar a idéia de que "compartilhar não pode ser associado a 'pirata'", e não de que "'pirata' é massa e não quer dizer 'criminoso'". [...] > Os cursos são presenciais em Salvador, mas estamos desenvolvendo os > módulos a distância, as inscrições valem para as oficinas e cursos a > distância também. Salvador ou Lauro de Freitas? -- Antonio Terceiro <[email protected]> http://softwarelivre.org/terceiro
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