Fabiana goa escreveu isso aí: > opa galera > > to chegando de paraquedas nessa tredi. > > Terceiro, a idéia por trás da utilização do termo pirata é de desvincular a > criminalização uma prática que visa acesso a cultura -- não é a mesma coisa > que a industria prega, [ o pirata pode ser comparado a um traficante de > drogas]. Isso é na real uma tática da industria e essa tática que é furada, > eu luto pelo acesso justo a cultura - mesmo que de massa - e mesmo que para > isso precise se usar de artifícios como pirataria de obras.
Se não é a mesma coisa que a indústria prega, não pode ser chamada pelo
mesmo nome ... :)
> Eu assumo todo o risco de lutar pela democratização da informação, assumindo
> que para isso, muitos de nós aqui somos piratas.
Assumir o rótulo de "pirata" ajuda apenas essa mesma indústria, na minha
opinião.
> Também piratas eram aqueles que montavam rádios nos navios depois das 200
> milhas maritmas para não ser pegos pelo estado quando estavam exercitando
> seu direito constituído de expressão :-) pense nisso.
Eles escolheram (ou gostam de) seram chamados de "piratas"?
> Prefiro acreditar, como colocou muito bem o gilfran, que estamos
> desconstruindo um marketing agressivo da industria cinematográfica, e de
> fato tocar no bom senso de todos que levantam a bandeira da democracia
> direta, da informação responsável, da generosidade intelectual e do
> compartilhamento.
Se alguém é rotulado com um termo pejorativo, vestir a carapuça
assumindo o rótulo e tentar desconstruir o seu sentido pejorativo ("sou
pirata sim, e daí? Isso não é tão rium quanto você pensa") é bem menos
prático do que não aceitar o tal rótulo ("compartilhar informação e
conhecimento não pode ser associado a pirataria!").
--
Antonio Terceiro <[email protected]>
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