Temos que lutar para que isso mude, mas sem rachar o movimento.

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|   Franklin dos Santos de Almeida   |
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2006/5/31, Francismario Teles Tiano <[EMAIL PROTECTED]>:
Concordo com o Colega Rogério em género, número e grau...
Como fica técnico que ganha 1000 com 7%? 1070 dá para sustentar uma casa com esposa e dois filhos?

É o Serpro é só um trampolim, quem ficar por ultimo que apague a luz


é um desabafo...

2006/5/31, Rogério Galhardi <[EMAIL PROTECTED] >:
Alguém já parou pra pensar o quanto gera de impacto este acréscimo de 7% em cada referência (sem contar com a possibilidade de mudança de classe).

Façam os cálculos de um empregado fictício, com 30 anos de casa! Mais anuênios, mais FCT (ou GFC), mais valor da Classe, etc.

Ao meu ver, este é o principal motivo do salário-base da empresa ser tão baixo: para não explodir lá na outra ponta. E isto era muito cômodo enquanto a empresa não tinha perspectivas de reposição de seus quadros (vejam o tempo médio de empresa de todos os empregados).

Mas, de uns tempos pra cá, parece ter havido uma preocupação comum: quem vai manter a máquina funcionando, quando boa parte desta massa se aposentar? Então, fez-se necessária a elaboração de concursos.

Mas, com esta estrutura criada para favorecer os antigos, eles criaram um novo problema: o SERPRO virou um trampolim, uma estação de descanso para os novatos, enquanto oportunidades melhores não surgem.

Então, volta-se à primeira pergunta: quem vai tocar a máquinha daqui a 10, 15 anos? Ou, pior: o último a sair, que apague a luz!

Daí, esqueçam aposentadorias polpudas (SERPROS), etc. Porquê, quem vai pagar a conta?

O mais adequado seria uma revisão desta estrutura, 'achatando' os valores das referências, e oferecendo um piso mais atraente.


Em 31/05/06, respeltz <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
O PGCS só é bom no momento da entrada na empresa, pois o piso
salarial é maior. Mas a diferença entre as referencias cairiam de +ou-
7% que é hoje para 2%. O que levaria a uma perda imediata para todos
os funcionários que tiverem mais de 4 anos de  casa, e uma perda a
curto prazo para os que estão ingressando agora.

--- Em [email protected], "Franklin Almeida"
<[EMAIL PROTECTED]> escreveu
>
> Caro Alex,
>
> também não concordo com a Fenadados ter saído, mas cá entre nós, o
PGCS era
> muito ruim. Só era um pouquinho melhor para os novos. Prejudicava
quase
> todos os outros funcionários.
>
> --
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> |   Franklin dos Santos de Almeida   |
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>
> 2006/5/31, alex_albuquerque77 <[EMAIL PROTECTED]>:
> >
> > A Fenadados caiu fora das discussões do PGCS em 2004, pois não tem
> > interesse algum no aumento só para os empregados mais novos, ela
está
> > lutando em causa própria.
> >
> > Ela conta hoje com uma parcela muito boa dos novatos no movimento
de
> > greve, que na sua maioria não sabem que foram abandonados pela na
> > discussão do PGCS.
> >
> > A Fenadados vê o aumento no piso como uma ameaça para ela.
> >
> > Não tenho nada contra a Fenadados, sou a favor da greve, mas acho
que
> > poderia ser discutido agora o aumento no piso como também o
reajuste e
> > correção para todos.
> >
> > Querem união no movimento, mas tentam mascarar algumas verdades.
> >
> > Os novatos são estratégicamente fundamentais para o crescimento do
> > Serpro assim como a retenção destes aqui, que sem dúvida é
impossível
> > com salários de 500 para auxiliar, 1000 para técnicos e 1900 para
> > analistas.
> >
>





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