2013/8/21 Gerald Weber <[email protected]>: > Por isto não é sequer possível ser tão restrito assim com a origem dos > dados. Temos de assumir que os dados foram geralmente coletados de boa > fé. Eu penso que se um usuário coletou os dados mas deu uma > "conferidinha" no Google ou no Bing isto não invalida os dados. O > problema está no Crtl-C Crtl-V de algo que não é seu.
Como todo projeto colaborativo a gente assume boa fé, sim, mas em tese todos que colaboram com o OSM sabem que não devem utilizar fontes que não possuem permissão (enquanto que, me corrijam se eu estiver errado, quem trabalha com o TrackSource praticamente está livre para utilizar o que fornecer os melhores dados). Nesse ponto a probabilidade (para mim) é de que o TrackSource esteja mais "contaminado" com fontes não-livres do que o OSM (e justamente por isso para mim não deve-se utilizar dados de lá). O sentido de ter rastreabilidade nos dados é que se você pegar qualquer coisa no OSM, você sabe todo o histórico dele: quem criou, modificou, apagou, etc. Não diz, claro, de onde a pessoa obteve os dados (nem tem como comprovar isso), mas dá para saber exatamente o que todo mundo fez ou faz. Dá para saber isso no TrackSource? O Vitor deu uma explicação boa sobre essa parte de rastreabilidade em outro e-mail. E como todos os projetos abertos, a "garantia" de que os dados no OSM são livres se dá justamente através da fiscalização e verificação por outras pessoas (como aconteceu com Sobradinho, que iniciou toda essa discussão). _______________________________________________ Talk-br mailing list [email protected] http://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br
