A classificação não deve ser feita baseando-se na renderização (cada
programa trata a classificação de forma diferente) ou mesmo no
roteamento (ela deve ser independente dessas duas coisas), e você não
precisa seguir o fluxograma ao pé da letra sempre, embora seja bom
colocar uma tag note para explicar o motivo quando não seguiu.

A princípio, pode haver alterações de classificação sim, desde que os
trechos não sejam muito curtos. Eu adoto "1 km" de extensão como
limiar para "muito curto" na classificação. E é bem comum a
classificação de uma via mudar na transição do meio urbano para o
não-urbano, então pode ficar tranquilo.

2014-04-26 20:59 GMT-03:00 Alexandre Magno Brito de Medeiros
<[email protected]>:
> Olá!
>
> Segundo interpreto do diagrama, quando uma BR ou Estadual corta a cidade
> pequena do interior, sem canteiros e acostamentos, ela é como uma "arterial"
> e deve ser highway=primary. Por outro lado, ainda fora da cidade, se ela não
> tem acostamento e a velocidade pode ser maior ou igual a 80 Km/h, ela deve
> ser highway=secondary. Mas aí... a renderização fica estranha, não é?! Pois
> fica vermelha dentro da cidade e laranja fora. O que dizem?
>
> Alexandre Magno
>
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