2015-04-11 14:58 GMT-03:00 Ivaldo Nunes de Magalhães <[email protected]>: > Na verdade eu não gosto muito dessa tarefa de classificar vias, pois os > parâmetros do OSM são diferentes dos aplicados no Brasil, pelo DNIT. Alias, > no meu entender, o DNIT não tem parâmetros claros, pois sua classificação > geralmente se dá com relação aos aspectos de pavimentada e duplicada. Pelo > menos é o que aparece nos seus mapas.
Na última grande discussão as nossas classificações ficaram bem próximas das classificações definidas pelo DNIT. > Exemplo 2: Rodovia MS-395 (trecho Três Lagoas/MS à Brasilândia/MS), este > alterei o nome para BR-158, conforme mapa rodoviário do DNIT. Se o trecho possui coincidência de várias vias (estaduais e/ou federais), você mantém as várias siglas. > No exemplo 1, trata-se de rodovia sem acostamento, em praticamente quase > todo o trecho, com mão simples (apenas uma faixa em cada sentido, sem > separação de vias), e sem nenhum ponto com faixa dupla por sentido, para > ultrapassagem nas subidas, por exemplo. No OSM alguém colocou como Via > Expressa (verdinho). Pelas informações descritas no OSM (sinalzinho de > exclamação ao lado do logotipo da via), a classificação correta seria Via > Secundária. Nisso a minha cabeça ferve...kkk Isso, vai virar secondary mesmo. > No exemplo 2, trata-se de rodovia com acostamento em ambos os sentidos, na > maior parte do trecho, mais larga e com alguns trechos com faixa dupla nos > sentidos. No OSM alguém colocou essa como Via Primária (vermelhinha). > Novamente, pelas informações descritas no OSM (sinalzinho de exclamação ao > lado do logotipo da via), a classificação correta seria também Via > Secundária. Ai fica muito difícil entender. É primary mesmo. Primary possui acostamento, enquanto secondary não tem.
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