Nos EUA, a busca por endereço do Nominatim usa os dados do censo (TIGER) como
um banco de dados externo. Aqueles dados não foram e provavelmente nunca serão
importados para o OSM.
No caso do Brasil, eu acho que se aplica o mesmo raciocínio: se há um dataset
completo e preciso, ótimo, podemos importar. Mas se o dataset é aproximado ou
incompleto, não vale o esforço. Assim, eu diria que não faz sentido importar
essas interpolações, mas o dados do IBGE e prefeituras poderiam muito bem ser
usados em paralelo ao OSM.
Existem projetos em nível mundial nesse sentido, por exemplo o OpenAddresses. O
OpenAdresses ainda não está integrado ao Nominatim, mas deverá estar em breve.
Ele também não tem suporte a interpolação no momento, mas se há interesse da
comunidade, não vejo obstrução para incluí-lo.
Em Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2016 21:40, Sérgio V.
<[email protected]> escreveu:
<!--#yiv7018115225 P {margin-top:0;margin-bottom:0;}--><*Pedro Esmerilho*:
...o modo de conseguirmos os dados foi através de escolas que repassavam para
professores de geografia e estes para alunos...Acho que se focássemos em
convencer professores com e-mail e vídeos tutoriais explicativos, o resultado
para o OSM em geral seria melhor>Claro, isso também.
Acho que mês passado comentei que investir em propor atividades de mapeamento
de POIs com colégios seria ótimo.Depende só de contato com os colégios,
professores, diretores. Já venho preparando material para isto, roteiros para
trabalhos com alunos. Quem quiser, trocamos figurinhas e tocamos em frente. É
bom gente da área da educação também.
- - - - - - - - - - - - - - - -Sérgio - http://www.openstreetmap.org/user/smaprs
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