Obaa...

Claudia, esse já é um progresso!

A oportunidade dar voz a todos os envolvidos colabora para diminuir
a tensão do conflito.

"Ao menos eu fui ouvido" é algo extremamente produtivo.

E veja, escrevi noutra mensagem: todos podem estar pensando no melhor
da empresa, mas ainda assim terem opiniões divergentes.

E se os outros lados não foram "absolutos" o suficiente para desprezarem
as manifestações de todos, poderão - PELO MENOS - compreender o
posicionamento do outro lado.

Nem sempre se resolve um conflito.

Mas podemos amenizá-lo dando voz a todos. Isso contribui para um
alívio no clima.

Smack

EL CO



2009/9/10 claudia.marquesani <[email protected]>

>
>
> Pois é Cohen,
>
> Na teoria, o que deveria ser feito é realmente sentar e conversar, debater
> sobre o assunto como "seres racionais" (rsrs), resolver o que é melhor para
> todos e principalmente para o negócio.
> Na prática, o que já vivi é que quase nunca isso é possível. As partes
> começam com uma postura de priorização de interesses e não focam na solução
> mais eficiente eficaz do problema para beneficiar o negócio.
>
> Por isso eu acredito que deva existir essa figura de MEDIADOR, para ouvir
> ambas as partes e até expor seu ponto de vista sobre o conflito que está
> ocorrendo para tentar influenciar os participantes do debate.
> A tomada de decisão não deveria no final ficar por conta de uma única
> pessoa. Mas como as vezes existem situações onde um acordo é impossível e as
> situações de conflito PRECISAM SER RESOLVIDAS, deve haver um "dono" que ouça
> os envolvidos e que seja o responsável pela "palavra final". Sugiro que seja
> o gerente de nível de serviços ou a pessoa que cuida do relacionamento
> cliente - TI na organização.
>
> Espero ter ajudado.
> Bjs
>
> --- In [email protected] <itsm_br%40yahoogroups.com>, Roberto Cohen
> <roberto.cohen....@...> wrote:
> >
> > Oi, Claudia.
> >
> > Pois é, uma expressão importante você usou que me chamou
> > a atenção e que pouco adotamos:
> >
> > *MEDIADOR*
> >
> > A impressão que eu tive, na maioria das respostas, é que delegamos
> > a *RESPONSABILIDADE* da solução-final para alguém.
> >
> > Ou seja: o conflito surge e, ao invés de debatermos, alguém vai ter
> > que dar a palavra final sobre o assunto, ouvindo (ou não) as partes
> > envolvidas.
> >
> > É isso?
> >
> > EL CO
> >
> >
> >
> >
> > 2009/9/8 claudia.marquesani <claudia.marques...@...>
> >
> > >
> > >
> > > Cohen,
> > >
> > > Esse é um problema que eu considero bastante comum, até porque os
> processos
> > > de Incidentes e Problemas tem interesses conflitantes. Eu acredito que
> > > quando existem pendengas, pode ser má definição em processos,
> principalmente
> > > com relação aos papéis e responsabilidades.
> > > Esse tipo de conflito deve ser endereçado para o gerente de processos.
> > > De qualquer forma, na prática sabemos que é preciso um mediador e uma
> > > tomada de decisão imediata (depois vamos resolver os issues de
> processos).
> > > Acredito que esse mediador deva ser o Gerente de Nível de Serviços (se
> não
> > > houver essa figura, aquela pessoa mais próxima de TI e do cliente, que
> cuida
> > > do relacionamento entre ambos). É ele que tem a visão do cliente e do
> > > negócio e com base nisso tomará a decisão (solução do conflito) com
> base
> > > nessas visões. Isso evitará que a decisão auxilie a uma equipe,
> processo ou
> > > papel. Ela auxiliará o negócio, que é o que interessa no final das
> contas!
> > >
> > > Espero ter ajudado.
> > >
> > > Claudia Marquesani
> > > www.itilnapratica.com.br
> > >
> > >
> > > --- In [email protected] <itsm_br%40yahoogroups.com> <itsm_br%
> 40yahoogroups.com>, Roberto Cohen
> > > berto.cohen.4hd@> wrote:
> > > >
> > > > Olá, pessoal.
> > > >
> > > > Quando acontecem pendengas entre o gestor de incidentes e o outro
> par,
> > > > de problemas, quem - NA PRÁTICA - encaminha ou resolve estes
> conflitos
> > > > na sua empresa?
> > > >
> > > > Abraços,
> > > >
> > > > el Cohen
> > > > http://twitter.com/robcohen
> > > >
> > >
> > >
> > >
> >
>
>  
>

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