Gustavo escreveu:
...
> Enfim, mas acho que o que mas falta para o Lisp é presença. Algumas
> empresas e institutos de pesquisa usam Lisp, mas esse é um ninho
> "fechado". Um programa poderoso e popular escrito em Lisp seria uma
> excelente propaganda (hahaha... já ia esquecendo do Emacs... o Emacs
> faz esse papel, nós precisamos de mais programas assim, e programas
> mais modernos).
Eu arriscaria dizer que, basta fazer um programa interessante
e poderoso e, no outro dia já teria gente fazendo versão em
Python, Ruby, Java, etc. para dizer que também é possível. ;-)

O Emacs até pode ter uma interface meio antiquada e o
fato de eu ou os usuários do Emacs não se importarem pode
fazer diferença na aceitação de outros. O Emacs com o cua-mode,
que já vem por default nas versões mais recentes, deixa ele
com a funcionalidade bem semelhante aos editores atuais
(apesar do Emacs não ser um mero editor). Mas o que eu vejo?
Um esforço para implantar Python no Emacs. E o GIMP?
Precisaria de mais? Sinceramente não. É possível fazer 90%
do que se precisa e, os outros 10% usa-se C para o plug-in.
Mas o que acontece? É binding para Ruby, Python, Perl, etc.
Um baita esforço por preguiça de aprender como lidar com
uns parênteses a mais.


-- 
Guaracy Monteiro
http://fotomix.wordpress.com/



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