eu gostei da carta e estou de acordo com a Heloisa. como advogada e quando revisei o estatuto (pois sou palpiteira - visto que o estatuto foi elaborado pelo Instituto Pro Bono para nos e assinado pelos advogados de la), tambem apontei que as clausulas sobre salario poderia ser interpretadas como em contradicao, mas que a leitura do estatuto entao deveria serque o salario do DE eh um beneficio a ser decidido pelo CD. Na epoca o CD aprovou que o DE recebesse salario e assim ficou. E acho que assim deve ficar tendo em vista o historico de conversas, promessas e expectativas. Alias, seria ilegal - por leis trabalhistas - cortar isso agora e esperar que o DE (qualquer DE) siga exercendo funcoes.
Praticamente, temos que estabelecer um salario compativel com o que o DE faz e eh responsavel por, com base nas horas, experience, historico salarial e estudo de mercado. Eh normal pessoas pedirem o beneficio de aumento de salario se suas responsabilidades e experiencias aumentam. Sou favoravel a um salario razoavel com base no mercado de ONGs. Jorge não acho nem ético e nem profissional (e nem helpful) vc se referir ao Rufus assim. Tirando questões pessoais de lado, ele de fato eh o DE da OKF central, alem de ser seu fundador. E foi com ele com quem os contratos foram firmados também autorizando - mesmo que não por escrito - o uso da "branding" da OKF (o que eh uma pratica de organizacoes internacionais). Então tanto ele como financiadores da OKF tem direito a opinar e intervir -pois o nome e o dinheiro deles esta em jogo. Essa briga toda ja causou muito estresse com financiadores. Eu mesma tive que conversar com muitos deles para pedir calma.
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