Prezados PSL-RNistas,
A questão da qualidade e da segurança de sistemas é padronizada
através de sistemas de certificação. Os conhecimentos técnicos também
podem ser aferidos através de sistemas de certificação. Ao meu ver,
quem quiser qualidade sabe muito bem como alcançá-la. E quem quiser um
sistema pronto a qualquer custo, desde que seja o mais baixo possível,
também!
Enfim, pelo que eu sei, os paises os mais avançados em TI, e em
sistemas confiáveis, não possuem nenhum conselho de classe para isto.
Também, já que a discussão se desenrola na PSL-RN, não vejo como
software livre, desenvolvido geralmente colaborativamente por uma rede
de desenvolvedores sem fronteira, pode se desenvolver em um sistema
onde a produção é amarrada por um conselho de regulamentação. Ou
melhor, temo ver muito bem: pagando alguma taxa de "homologação" a tal
conselho... pagamento este que deverá ser renovado a cada nova versão
do sistema.
Mas certamente que há muita gente interessada na existência de um
conselho para "gerenciar" a força de trabalho em TI no país, sobretudo
se o pagamento de anuidades a tal conselho for uma condição necessária
para exercer uma atividade nessa área.
Atenciosamente,
-- David Deharbe
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