Entendi o seu ponto sobre as "conexões inventadas", entendo isso como um problema de mapeamento, não apenas de aplicativos. Nesse caso, não há (ainda) como inserir a informação de retorno proíbido e isso é um problema de mapeamento. A incapacidade dos aplicativos de reconhecer ou não esse retorno é uma consequência. A solução encontrada, por enquanto, é a conexação inventada (que o tutorial resalta como tendo que ser de deometria o mais próximo do real possível) e isso resolve provisória e precariamente o problema de mapeamento e por consequência o problema de interpretação do aplicativo.
No caso dos nomes dos pontos de ônibus, todas as informações (de referência) já estão (ou poderiam/deveriam estar) no mapa, já estão mapeadas. A capacidade de um aplicativo de roteamento encontrar essas informações e interpretá-las não está no processo de mapeamento. O mapeador pode ajudar da forma mais simplista colocando as referências diretamente no nome ou de forma mais complexa criando relações do ponto com as referências (não tenho a menor ideia de como isso pode ser feito, se é que pode ser feito). Mas acredito que, nesse caso, a solução seria mais direta se fosse aplicada na programação do app, por exemplo possibilitando que ele informe a última esquina antes do ponto de ônibus na rota. Do ponto de vista de um usuário humano, basta olhar para o mapa, não precisamos de nomes inventados, nem relações marcadas. Não sou programador, sou urbanista, posso ajudar de forma muito mais efetiva mapeando. Se a solução encontrada for ajudar os aplicativos mapeando e não programando, farei o que estiver a meu alcance de acordo com o que for combinado. Só acho importante discutir antes para que não haja trabalho dobrado ou em vão. Enfim, como eu disse antes, não me oponho terminantemente a nomes inventados, desde que bem fundamentados (para mitigar a possibilidade de confusão), devidamente notificados (como na sugestão do tutorial dos retornos e como em algumas mensagens nessa discussão) e sob os riscos já informados. - - - · Atenciosamente, Márcio Vinícius Pinheiro http://about.me/Doideira <http://pt.gravatar.com/marciovinicius> Em 20 de março de 2014 16:57, Fernando Trebien <[email protected]>escreveu: > "Estou apenas alertando para o fato de que devemos mapear o real, e > não sugerir novas realidades." > > Sem dúvida. Mas afinal, o que é o nome de algo? Se estiver na placa, > concordo que seja esse o nome. Mas e se não tiver placa, não tem nome > então? Seria como consta nos registros do governo? (official_name) Ou > como as pessoas chamam? (loc_name) Ou... é como vai aparecer no mapa? > > Tem várias coisas que você pode dizer que é responsabilidade da > aplicação, e no entanto, se ninguém está se dedicando às aplicações > para incorporar esses recursos, isso quer dizer que o benefício > chegará muito mais tarde até as pessoas. > > Considere nesse contexto este outro problema que nos acompanha há > alguns anos (veja a nota no final da seção): > > http://wiki.openstreetmap.org/wiki/Pt-br:Tutorial:Restri%C3%A7%C3%B5es_de_Convers%C3%A3o#Linha_como_intermedi.C3.A1rio > > 2014-03-20 16:21 GMT-03:00 Márcio Vinícius Pinheiro > <[email protected]>: > > Não estamos falando de mapeamento, então, mas de programação. > Provavelmente, > > uma simples linha programação no app de roteamento, poderia incluir a > > esquina mais próxima no texto da rota. > > > > Pode-se, sim, colocar referências para que programas de > navegação/roteamento > > possam listar essas referências, mas, me desculpem se eu estiver errado, > a > > etiqueta name não é esse lugar. Entendo que mapear é localizar objetos > > conforme ele se apresenta no mundo real (ou naquele que se quer mapear), > > quanto mais referências melhor, mas essas referências devem estar > > devidamente identificadas pelas etiquetas certas. A etiqueta ref seria o > > local correto para, por exemplo, um número oficial como 100182, pelo > > exemplificado Marcelo. O nome pode ser em teoria, qualquer uma das > sugestões > > dadas aqui. Não me oponho terminantemente a nenhuma delas. Estou apenas > > alertando para o fato de que devemos mapear o real, e não sugerir novas > > realidades. > > > > Acho a ideia de colocar os nomes das esquinas mais próximas boa (embora > eu > > conheça diversos casos em que vários pontos teriam nomes iguais com > > numerção), muito melhor do que eleger referências aleatórias, e como > contra, > > do ponto de vista do mapeador, vejo apenas a redundância e o aumento de > > trabalho. Mas se assim decidirem, não vejo outros problemas além dos que > já > > citei (nenhum proibitivo). De qualquer forma, eu não tenho tido > > disponibilidade para mapear pontos de ônibus. > > > > P.S.: Apenas para nossa referência, o Google Maps, usa o endereço mais > > próximo para identificar o ponto de ônibus mais próximo na rota textual > > (solução atualmente inviável para nós. > > > > P.S.2 : Se a pessoa tem acesso à rede, ela tem acesso ao mapa (ainda que > em > > cache, aliás o OSMand, por exemplo, pode funcionar totalmente offline) > com > > todas as referências mapeadas. > > > > - - - · > > Atenciosamente, > > > > Márcio Vinícius Pinheiro > > http://about.me/Doideira > > > > > > Em 20 de março de 2014 15:01, Gerald Weber <[email protected]> > escreveu: > >>> > >>> Um bom exemplo: muitos pontos de ônibus na Av. Brasil no Rio de > Janeiro, > >>> ficam perto das passarelas que travessam a rodovia (que são numeradas). > >>> Esses pontos são, sim, identificados pelos usuários (mas não > oficialmente) > >>> pela passarela próxima. No entanto, não há a menor necessidade de > nomear os > >>> pontos como por exemplo "Ponto da Passarela 13" ou "Ponto do Piscinão > de > >>> Ramos", porque tanto a Passarela 13 quanto o Piscinão de Ramos estão > >>> devidamente identificados no mapa. > >> > >> > >> Se a pessoa estiver olhando o ponto de ônibus diretamente no mapa, aí > sim. > >> > >> Mas se estiver olhando uma simples listagem de pontos de ônibus, ou uma > >> rota de ônibus (sem mapa), aí seria útil ter nomes atribuídos. > >> > >> Como você escreveu: não é tão simples assim ;) > >> > >> abraço > >> > >> Gerald > >> > >> _______________________________________________ > >> Talk-br mailing list > >> [email protected] > >> https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br > >> > > > > > > _______________________________________________ > > Talk-br mailing list > > [email protected] > > https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br > > > > > > -- > Fernando Trebien > +55 (51) 9962-5409 > > "The speed of computer chips doubles every 18 months." (Moore's law) > "The speed of software halves every 18 months." (Gates' law) > > _______________________________________________ > Talk-br mailing list > [email protected] > https://lists.openstreetmap.org/listinfo/talk-br >
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