uma ressalva quanto ao último parágrafo da mensagem do fernando:
"Outra saída para essa situação toda é aceitar que o que foi feito por
você é indefensável e portanto é mais seguro que seja revertido, pelo
bem da comunidade. Alguém com melhores condições de demonstrar a
licitude do método vai corrigir quando chegar a hora."
mesmo que o marcio não mostre o tracklog que ele recebeu, acho que não
precisa reverter a edição, pois há tracklogs já incluídos que, ao menos,
parcialmente demonstram o percurso atual no trevo.

Em dom, 5 de jul de 2015 às 12:00, Fernando Trebien <
[email protected]> escreveu:

> 2015-07-05 4:57 GMT-03:00 Marcio - Thundercel <[email protected]>:
> > A partir do momento que um mapeador declara em sua edição GPS;survey
> > acredito nele e nunca pedirei comprovação do que ele editou. Quem ganha
> é o
> > OSM porquemais um colaborador, voluntariamente, atuou no mapa.
>
> Só porque é voluntário não quer dizer que qualquer coisa que faça deve
> ser aceita. Como você disse, "assim age você, mas não pretendo agir
> assim".
>
> >> Da mesma forma, se sua informação viesse de uma prefeitura, você
> >> colocaria a prefeitura na etiqueta source. Isso informaria os outros
> >> mapeadores onde procurar a informação para confirmar:
> >> - sua veracidade; e
> >> - sua correção
> >
> >
> > Dados obtidos em prefeituras, IBGE, Bing, mapbox, não pode ser comparado
> com
> > survey.
>
> Em diversos aspectos podem sim.
>
> >> Esse é o mesmo princípio pelo qual funciona a Wikipédia: nenhuma
> >> informação fica lá sem que uma fonte seja citada para verificação. Se
> >> a fonte não for fornecida, a informação pode ser removida por falta de
> >> neutralidade. O OSM é a Wikipédia dos mapas - inclusive é assim que se
> >> apresenta aos novos usuários. Tudo deve ser verificável, não somente
> >> sob o ponto de vista da idoneidade, mas também do ponto de vista da
> >> correção.
> >
> >
> > Não tem relação com survey.
>
> Tem tudo a ver com survey. O equivalente para Wikipédia é uma pessoa
> colocar nela uma informação que "simplesmente conhece", que "viu por
> aí", mas que não tem fonte. Isso tende a ser removido depois de um
> tempo, quando finalmente os olhos de um "fiscal" passam pela
> informação. Assim como no OSM, faltam fiscais na Wikipédia pra
> quantidade de dados nela colocados.
>
> > Entendo. Poderia nos copiar a mensagem que ele lhe enviou, mesmo que
> > seja uma declaração dizendo "tá igual à [fonte X]"? Acho que basta.
> >
> > Não.
> > Minha palavra nesse caso basta.
>
> Se você tem a informação solicitada e não quer compartilhar, começo a
> dar mais razão para a desconfiança do Aun. Talvez você não tenha a
> informação e quer apenas que acreditemos. As imagens que você
> apresentou a ele são de uma fonte que não conhecemos, e queremos saber
> se é lícita (agora me juntei ao coro, quero saber também). É um
> questionamento válido e importante. Você pode ter feito 4000
> contribuições válidas no passado, nada impede que esta seja inválida.
> Nada impede que a minha próxima contribuição seja inválida também. Às
> vezes pode ser inválida sem que a própria pessoa perceba que foi
> inválida. Pode ser inclusive ilícita sem a pessoa perceber. E se pode,
> pode acometer os experientes também.
>
> Você leva isso para o lado da moral (frequentemente), mas eu tenho uma
> abordagem unicamente pragmática: se tem e é fácil mostrar, mostre, e
> está solucionado. Fim de papo. Se é fácil mostrar e não mostra, é
> porque provavelmente há algo a ser escondido. Seria tão fácil dar um
> Forward nesse e-mail do residente, e no entanto você prefere estender
> a discussão.
>
> Além disso, tracklogs são arquivos pequenos, não seria difícil
> guardá-los num diretório no seu computador, no Dropbox, ou em qualquer
> outro meio. Eu tenho praticamente todos os meus tracklogs guardados
> desde 2012, são centenas.
>
> >> Daí o que eu faria é acrescentar uma etiqueta "note" na linha contendo
> >> o link para a mensagem dele que você encaminhou pra cá. Dessa forma,
> >> outros mapeadores podem verificar a informação. Note que eu colocaria
> >> isso em "note" (um comentário informal) e não em "source" (a fonte
> >> usada para verificar com certeza os dados). É uma diferença sutil, mas
> >> desse jeito mapeadores locais podem duvidar da correção da informação
> >> (e têm esse direito) e confirmá-la eles mesmos mais adiante.
> >
> > Assim age voce, mas não pretendo agir assim.
>
> Gostaria de saber por que foi uma sugestão ruim. Teria sido mais
> "educado" da sua parte propor colocar essa informação em outra
> etiqueta. Se a falta dessa informação gera dúvidas, obviamente é
> necessária no mapa. A etiqueta "note" existe para esclarecer dúvidas
> em elementos disputados.
>
> Ao dizer "não pretendo agir assim" após "minha palavra nesse caso
> basta", você se coloca em uma posição de superioridade. Ninguém aqui é
> superior a ninguém. Se quiser exercer essa postura, recomendo que
> procure outra comunidade que a aceite melhor. Jamais a aceitarei. Não
> é à toa que minha assinatura em todos os e-mails é "Nullius in verba"
> - lema da Sociedade Real de Londres, que significa  "[não acredite
> cegamente] nas palavras de ninguém". Confiar cegamente em alguém é
> colocar-se sob o poder dessa pessoa. As consequẽncias normalmente são
> ruins, às vezes catastróficas, a história está cheia de exemplos. Não
> confio cegamente nem em mim mesmo, e penso que o contrário seria
> prepotente e arrogante.
>
> Outra saída para essa situação toda é aceitar que o que foi feito por
> você é indefensável e portanto é mais seguro que seja revertido, pelo
> bem da comunidade. Alguém com melhores condições de demonstrar a
> licitude do método vai corrigir quando chegar a hora.
>
> --
> Fernando Trebien
> +55 (51) 9962-5409
>
> "Nullius in verba."
>
> _______________________________________________
> Talk-br mailing list
> [email protected]
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Adriano.
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