Seguinte,

Vamos pensar de forma lógica sistematizando a forma de um usuário comum baixar versões atualizadas do BrO.

  1. Usuário brasileiro que usa Win98 quer saber se há uma versão mais
     atual do seu BrO;
  2. Por motivos óbvios ele não vai no site inglês. Dirige-se ao site
     oficial, do BrO;
  3. Precavido, ele, antes de fazer o download, verifica a
     compatibilidade do sistema;
  4. Verifica que a atualização do sistema é compatível com o seu sistema;
  5. Quando tenta instalar o programa, percebe da incompatibilidade e
     do erro do site;
  6. Procura informar do problema ao grupo de apoio ao programa.

Ao relatar o problema, o usuário:

  1. É criticado por usar um sistema antigo;
  2. É informado para buscar num outro site informações mais confiáveis
     (o site oficial não é confiável?);
  3. Pede-se para que o usuário faça um site próprio para explicar o
     que o site oficial não fez;
  4. É solicitado para que trabalhe no site oficial porque os demais
     não têm tempo...

É assim que se trata as pessoas?

=FRANZ=
http://franzjh.blogspot.com
http://deolhoempraiagrande.blogspot.com
Praia Grande - São Paulo - Brasil

Ps.: Passa o endereço do ftp, login e senha que faço essa atualização em um minuto.

Em 22/10/2008 15:37, Andre Cavalcante escreveu:
2008/10/22 FRANZ <[EMAIL PROTECTED]>

Prezado

O que estou tentando mostrar, é que quando o usuário do Win98 tenta fazer o
download da versão 3 no site oficial do BrO, ele é induzido ao erro ao
consultar o informe "que na verdade é um desinforme" requisitos mínimos do
sistema. Portanto, fica óbvio, claro que  o site não vai ter a informação
segura que você aponta. Quanto à atualização do sistema, infelizmente a
Microsoft deveria dar os parabéns a quem obriga usuários de versões
anteriores a comprar novas versões de seu sistema.

O que importa de fato nisso tudo é o amadorismo no trato com os usuários e
isso eu evidenciei aqui.


Ok. Solução: abra a sua softhouse, faça um fork do OOo (BrO), e venda o
serviço de suporte a seus clientes, e deixe o "amadorismo" para a
comunidade. A gente tem que lembrar o que é software livre e o que ele não é
(p.ex. software grátis).
A pouco na lista de usuários do Ubuntu, chegou-se a uma conclusão
interessante: faltam empresas de peso para o usuário final e sobram para o
kernel do linux. Acho que o mesmo raciocínio vale para OOo. Enquanto a
"comunidade" não acordar que o papel do OOo NÃO é ser um CLONE GRÁTIS do MS
Office, muitas coisas ruins ainda vão acontecer. Se boa parte das empresas e
usuários investissem um pouco de tempo e recursos no desenvolvimento do
software (o que inclui documentação, mercado, plug-ins, modelos etc.) nem a
MS seguraria esta comunidade, mas...

André Cavalcante


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