> Primeiro, errata: leia-se "proposicional" onde está escrito "proposiconal",
> faltou um "i".

(Na verdade você escreveu "lógica proporcional".  Mas isso não é
importante, Tony, nós sabemos o que você quis escrever.)

> Segundo, J.M., não sei qual é o seu preconceito contra a maiêutica, se ela
> foi importante para o desenvolvimento da lógica. Falara das três leis do
> pensamento e apresentar o problema da batalha naval pode ser interessante
> antes de falar de aspectos mais semânticos dos sistemas, como valoração,
> tabelas de verdade, satisfabilidade, etc. É como quando se ensina física:
> aumenta o interesse e ajuda a compreensão quando se conta a história de
> Arquimedes na banheira para explicar o próprio princípio de Arquimedes.

Não tenho nenhum "preconceito contra a maiêutica" (meu avô,
ginecologista, é o fundador da maternidade da minha cidade natal).  Só
não compreendo porque "em um primeiro capítulo, um livro pode falar da
maiêutica, depois um pouco da escola megárica, do Organon e depois dos
estóicos".  Isto é desnecessário para a maior parte dos cursos de
lógica que me vêm à mente --- para alunos de Computação, por exemplo.

> Terceiro, seria valioso para mim e outros se você pudesse passar aqui mesmo
> uma relação de livros introdutórios que começam com a lógica intuicionista.
> Eu estou à procura deles e não os achei pelo google. Achei sim alguns que
> são voltados para quem já passou dos cursos de introdução à lógica.

Homem, tome um livro qualquer que comece por dedução natural!  Largue
mão destes livros antiquados da década de 50 e 60...

JM

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