> Pois é, eu estava tentando encontrar o erro do enfoque do Olavo sobre o 
> Teorema de Cantor, dentro da teoria matemática aceita.  Depois de ler e reler 
> (ele joga com as palavras, e não é nem direto, nem claro, nem explicita os 
> princípios a que segue, nem define os termos que usa), cheguei às seguintes 
> conclusões:
>
> a) Cantor não obriga nem proíbe a existências de conjuntos atualmente 
> infinitos. Seu teorema mostra que os reais são incontáveis (inexistência da 
> bijeção entre reais e naturais) sem se referir à natureza do infinito.

Parece-me há uma confusão aqui.  No trecho citado do livro de Olavo
não há qualquer menção a tal resultado, ou ao método da
diagonalização.  O pretenso filósofo trata neste trecho exclusivamente
do chamado *Paradoxo de Galileu* (que foi _resolvido_ pela parte menos
polêmica e inteiramente imediata da nova teoria proposta por Cantor):
https://en.wikipedia.org/wiki/Galileo%27s_paradox

Joao Marcos

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