> Pois é, eu estava tentando encontrar o erro do enfoque do Olavo sobre o > Teorema de Cantor, dentro da teoria matemática aceita. Depois de ler e reler > (ele joga com as palavras, e não é nem direto, nem claro, nem explicita os > princípios a que segue, nem define os termos que usa), cheguei às seguintes > conclusões: > > a) Cantor não obriga nem proíbe a existências de conjuntos atualmente > infinitos. Seu teorema mostra que os reais são incontáveis (inexistência da > bijeção entre reais e naturais) sem se referir à natureza do infinito.
Parece-me há uma confusão aqui. No trecho citado do livro de Olavo não há qualquer menção a tal resultado, ou ao método da diagonalização. O pretenso filósofo trata neste trecho exclusivamente do chamado *Paradoxo de Galileu* (que foi _resolvido_ pela parte menos polêmica e inteiramente imediata da nova teoria proposta por Cantor): https://en.wikipedia.org/wiki/Galileo%27s_paradox Joao Marcos -- http://sequiturquodlibet.googlepages.com/ -- Você está recebendo esta mensagem porque se inscreveu no grupo "LOGICA-L" dos Grupos do Google. Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie um e-mail para [email protected]. Para postar neste grupo, envie um e-mail para [email protected]. Visite este grupo em https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/group/logica-l/. Para ver esta discussão na web, acesse https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/CAO6j_LjNcb8Vh0ZxVUPQrysjGgQpiojkH9fdKHqLNyBqVjStyA%40mail.gmail.com.
