Um outro paradoxo interessante éh o conceito de conjunto de todos os conjuntos. 
Embora faca aparente sentido, eh contraditorio.

Se este conjunto universal U existir, entao U contem o conjunto P(U) de suas 
partes. Logo, a cardinalidade de U é maior ou igual que a de P(U). Mas Cantor 
provou que todo conjunto tem cardinalidade menor do que a do conjunto de suas 
partes.

Mas eu nao acho que estes assuntos sejam perda de tempo, acho ateh que dao 
charme aa matematica. Muitos dizem que a Matematica e arida, pensam nela como 
assiciada a calculos, contas. Eh porque nao conhecem estes pontos filosoficos.

Artur

-----Mensagem original-----
De: [EMAIL PROTECTED] [mailto:[EMAIL PROTECTED]
nome de Luiz Rodrigues
Enviada em: terça-feira, 9 de setembro de 2008 12:47
Para: [email protected]
Assunto: Re: [obm-l] Teoria dos Conjuntos


Olá Albert!!!
Tudo bem???
Muito obrigado pela resposta e pela paciência também.
Eu imprimi e li, com cuidado, a sua mensagem, que foi de grande ajuda para mim.
Vou seguir o seu conselho e não perder meu tempo com estes detalhes
enlouquecedores...
Agora eu vou consultar uns sites sobre os paradoxos que você mencionou
(o do barbeiro eu já conhecia...)
Abração!!!
Luiz.


2008/9/5 Bouskela <[EMAIL PROTECTED]>:
> Luiz:
>
> Eu já elucidei esta dúvida! Veja minha mensagem "O Conectivo Lógico "SE...,
> ENTÃO..."", postada por mim em 4.SET.2008 (está também copiada abaixo).
>
> Em síntese, deve-se saber se "ser nada" é um atributo próprio do elemento
> "x", ou, como você diz, se "ser nenhum elemento" é um atributo próprio (e
> logicamente possível) do elemento "x". E a reposta é NÃO! Porque, caso fosse
> SIM, acarretaria uma proposição auto-contraditória: "x" é um elemento (no
> âmbito da Lógica Clássica, qualquer "coisa" é um elemento de algum(ns)
> conjunto(s)) E (conectivo lógico "^") "x" é nenhum elemento .. claramente
> uma proposição auto-contraditória.
>
> As proposições auto-contraditórias foram eliminadas da Lógica Clássica para
> evitar paradoxos tais como o de Bertrand Russell (O Barbeiro de Sevilha -
> 1901):
>
> Em Sevilha, todos os homens não têm (usam) barba! I.e., todos os homens
> fazem a barba!
>
> Há em Sevilha um único barbeiro que reúne as duas condições seguintes:
>
> 1) faz a barba de todas as pessoas de Sevilha que não fazem a barba de si
> próprias; E
>
> 2) só faz a barba de quem não faz a barba de si próprio.
>
> O paradoxo surge quando se tenta saber se o desventurado barbeiro faz a
> barba de si próprio ou não. Se fizer a barba de si próprio, não pode fazer a
> barba de si próprio, para não violar a condição 2; mas se não fizer a barba
> de si próprio, então tem de fazer a barba de si próprio, pois essa é a
> condição 1 para que ele se decida a desempenhar o seu ofício.
>
> Veja, em sites da Internet, a formulação matemática (Teoria dos Conjuntos)
> do paradoxo de Russell.
>
> Paradoxos, tais como o de Russell, são decorrentes de que em diversas
> teorias dedutíveis (inclusive as matemáticas) o Conjunto Universo (U) é
> objeto (elemento) de si próprio. P.ex., na Geometria Euclidiana Plana, o
> próprio "plano" é o Conjunto Universo e é, também, objeto (elemento) de si
> próprio.
>
> Isto acarreta paradoxos tais como o de Roger Penrose (Paradoxo da
> Biblioteca):
>
> Em uma Biblioteca existem somente livros. Foram escritos mais 2 livros para
> fazerem parte desta Biblioteca: em um deles foi escrita a lista de TODOS os
> livros que fazem referência a si próprios (livro 1); no outro, foi escrita a
> lista de TODOS os livros que NÃO fazem referência a si próprios (livro 2).
> Em qual dos dois livros deve aparecer (constar) o livro 2?
>
> Você mesmo pode ver que a resposta a esta pergunta é auto-contraditória: não
> pode ser no livro 1 (pois não há, no livro 2, referência a si próprio);
> também não pode ser no livro 2, pois aí, no livro 2, haveria uma referência
> a si próprio!
>
> O "porquê" deste paradoxo: o Conjunto Universo (refiro-me a lista de todos
> os seus elementos) desta Biblioteca é a UNIÃO dos livros 1 e 2. Entretanto,
> estes mesmos 2 livros são elementos (fazem parte) da Biblioteca (i.e., do
> Conjunto Universo)!
>
> E por aí vai...
>
> Questões tais como estas só devem preocupar a mente daqueles malucos que já
> estudaram um bom bocado Lógica Matemática. Não perca seu tempo com elas!
>
> Agora, leia ATÉ O FINAL a mensagem abaixo! E preste bastante atenção para o
> fato de que as proposições básicas (P e Q) devem ser decidíveis! Pelo menos
> até o Gödel aparecer...
>
> "O Conectivo Lógico "SE..., ENTÃO..."" – 4.SET.2008
>
> LEIAM ATÉ O FINAL!
>
> Um dos problemas passados desta Lista tratava de analisar se era verdadeira
> ou falsa a seguinte proposição:
>
> SE 'x' pertence ao { } (conjunto vazio), ENTÃO 'x' é verde.
>
> E isto não é tão simples! Leiam até o final!
>
> Inicialmente, acho que, nas respostas a este problema, houve uma discussão
> desnecessária, que incluiu a chamada 'hipótese vazia' ou 'vacuidade'.
>
> Explico-me: o cerne da questão está na análise de uma proposição do tipo
> P=>Q (SE 'P' ENTÃO 'Q') , na qual P é 0 (falso). Neste caso, a proposição
> P=>Q é sempre 1 (verdadeira). Isto é decorrência da DEFINIÇÃO do conectivo
> lógico 'se... então...' (=>). Esta DEFINIÇÃO é feita através da seguinte
> tabela-verdade:
>
> P   Q   P=>Q
> 0   1     1
> 0   0     1
> 1   0     0
> 1   1     1
>
> Esta DEFINIÇÃO, é claro, é compatível (assemelha-se) com a linguagem humana,
> que não é, formal e necessariamente, lógica.
>
> Em síntese, quer dizer o seguinte: partindo-se de uma hipótese falsa,
> pode-se (deve-se) concluir que qualquer proposição (falsa ou verdadeira)
> seja verdadeira. Exemplos:
>
> 'SE o meu cachorro mora na Lua, ENTÃO o Lula está (é) o Presidente do
> Brasil' ... 1 (proposição verdadeira).
>
> 'SE o meu cachorro mora na Lua, ENTÃO o Lula está (é) o Imperador do Japão'
> .. 1 (proposição verdadeira - pode até ser que o Lula pense que é mesmo o
> Imperador do Japão...).
>
> 'SE 0=2 , ENTÃO 3=5' ... 1 (proposição verdadeira, e facilmente
> 'demonstrável')
>
> 0=2   =>   0+3=2+3   =>   3=5
>
> 'SE 0=2 , ENTÃO 0=4' ... 1 (outra proposição verdadeira, e facilmente
> 'demonstrável')
>
> 0=2   =>   0+2=2+2   =>   0+2(=0) = 4   =>   0=4
>
> Bem, o que interessa é que SE (P)=0, ENTÃO (P=>Q)=1.
>
> A melhor maneira de ENTENDER isto (esta DEFINIÇÃO) é construir uma
> proposição lógica equivalente, que seja mais 'palatável' à linguagem humana.
> Por exemplo: (~PvQ) (~=NÃO ; v=OU). Vejam as respectivas tabelas-verdade:
>
> P     Q     P=>Q     ~P     Q     ~PvQ
> 0     1        1          1     1         1
> 0     0        1          1     0         1
> 1     0        0          0     0         0
> 1     1        1          0     1         1
>
> Assim: (P=>Q) = (~PvQ) , porque têm tabelas-verdade idênticas.
>
> E a proposição do aluno fica, claramente, verdadeira (LEIAM ATÉ O FINAL!):
>
> SE 'x' pertence ao { } (conjunto vazio), ENTÃO 'x' é verde.
>
> É equivalente à proposição:
>
> 'x' NÃO pertence ao { } (conjunto vazio) OU 'x' é verde.
>
> P [ 'x' NÃO pertence ao { } (conjunto vazio) ] é, obviamente, 1. Por
> DEFINIÇÃO, o conectivo 'v' (OU) exige, para ser 1, que PELO MENOS uma das
> proposições (dentre P e Q) seja 1. Logo, a proposição [ 'x' NÃO pertence ao
> { } (conjunto vazio) OU 'x' é verde ] é 1, qualquer que seja Q [ 'x' é verde
> ]. Q pode ser 1 ou 0.
>
> É claro que a DEFINIÇÃO do conectivo 'v' (OU) é também compatível com a
> linguagem humana.
>
> IMPORTANTE:
> A dificuldade que se tem para se admitir como verdadeira qualquer proposição
> do tipo P=>Q , na qual P é 0 (e Q é 0 ou 1), está no fato de pensar (achar)
> que se afirma (se prova) que Q seja 1 , e isto não é verdade! O que se
> afirma é que a proposição P=>Q é verdadeira e, não, a proposição Q.
>
> Então, posso perguntar: Provou-se que é verdadeira a proposição 'SE 'x'
> pertence ao { } (conjunto vazio), ENTÃO 'x' é verde'? E a resposta é:
> DEPENDE!!!
>
> Sim, depende!
>
> Toda a argumentação que apresentei baseia-se na admissão de uma hipótese
> (implícita) fundamental: as proposições básicas (P e Q) devem ser DECIDÍVEIS
> (i.e., DEVE ser possível saber se são verdadeiras ou - este 'ou' é exclusivo
> - falsas)! Esta hipótese é necessária para todas as análises no âmbito da
> Lógica Clássica, na qual se baseia a Teoria dos Conjuntos (antes de Gödel;
> depois de Gödel, não vou analisar aqui).
>
> Exemplo:
>
> Não é possível concluir se é verdadeira ou falsa a seguinte proposição:
>
> 'SE o meu cachorro pesa 10.000 tons, ENTÃO o número de fios de cabelo que eu
> tinha, em 2.SET.2000, na cabeça é par' (P é 0 e Q é indecidível). UMA
> PROPOSIÇÃO DESTE TIPO NÃO FAZ PARTE DO UNIVERSO DE ANÁLISE DA LÓGICA
> CLÁSSICA!
>
> Voltando à proposição:
>
> SE 'x' pertence ao { } (conjunto vazio), ENTÃO 'x' é verde.
>
> Para afirmar que esta proposição é verdadeira, é necessário admitir que se
> possa DECIDIR (saber) se 'x' pode ser verde, ou não. I.e., ter cor DEVE ser
> um dos atributos de 'x'! Implicitamente, 'x' parece ser uma variável
> numérica e, portanto, não tem o atributo 'cor'.
>
> Não estou dizendo com isto que "x" deve (precisa) ser verde ou branco ou...!
> Estou simplesmente dizendo que "x" deve ser uma coisa, i.e. um elemento de
> um conjunto, tal que os elementos deste conjunto tenham "cor". P.ex., "x"
> pode ser uma caneta, uma folha de papel, um livro...; mas "x" NÃO pode ser
> um número, um software, uma incógnita de um problema numérico...
>
> Um exemplo melhor:
>
> SE o meu cachorro pesa 10.000 tons, ENTÃO minha casa é gorda.
>
> Ser 'gorda' (ou 'magra') não é um atributo lógico do elemento 'casa'. E,
> assim, o exemplo dado não pode ser analisado no âmbito da Lógica Clássica.
>
> Concluindo, a proposição original ficaria melhor, e indubitavelmente
> verdadeira, se fosse escrita assim:
>
> SE 'x' pertence ao { } (conjunto vazio), ENTÃO 'x' é múltiplo de 213.
>
> Sds.,
> AB
> [EMAIL PROTECTED]
>
>
>
>
>>-----Mensagem original-----
>>De: [EMAIL PROTECTED]
>>[mailto:[EMAIL PROTECTED] Em nome de Luiz Rodrigues
>>Enviada em: sexta-feira, 5 de setembro de 2008 10:54
>>Para: [email protected]
>>Assunto: Re: [obm-l] Teoria dos Conjuntos
>>
>>Olá pessoal!!!
>>Muito obrigado pelas respostas.
>>Como eu já imaginava, o meu aluno achou tudo muito estranho.
>>Ele não se convenceu com nenhum dos argumentos que vocês me forneceram.
>>No Ensino Médio do Brasil, com exceções, não há muita
>>preocupação com este tipo de discussão.
>>Uma coisa que eu andei pensando...
>>E se a sentença fosse
>>
>>"x pertence {  } -> x é "nada""
>>
>>Onde "nada" não é um conjunto de símbolos sem significado e
>>sim uma palavra que significa, por exemplo, "nenhum elemento".
>>Eu não estaria alterando a "falsidade" de "x pertence { }"???
>>Peço desculpas pela insistência, mas Lógica nunca foi meu
>>ponto forte...
>>Aliás, alguém conhece um bom título de Lógica para iniciantes???
>>Abração para todos!!!
>>Luiz.
>>
>>
>>2008/9/4 Albert Bouskela <[EMAIL PROTECTED]>:
>>> Olá Rafael,
>>>
>>> Como você perguntou "O que vocês acham?", vou responder:
>>>
>>> Particularmente, acho que está havendo uma discussão desnecessária:
>>> incluindo a chamada "hipótese vazia" ou "vacuidade".
>>>
>>> Explico-me: o cerne da questão está na análise de uma proposição do
>>> tipo
>>> P->Q , na qual P é 0 (falso). Neste caso, a proposição é sempre 1
>>> (verdadeira). Isto é decorrência da DEFINIÇÃO do conectivo
>>lógico "se...
>>> então..." (->). Esta DEFINIÇÃO é feita através da seguinte
>>tabela verdade:
>>>
>>> P      Q      P->Q
>>> 0      1        1
>>> 0      0        1
>>> 1      0        0
>>> 1      1        1
>>>
>>> Esta DEFINIÇÃO, é claro, é compatível (assemelha-se) com a linguagem
>>> humana, que não é, formal e necessariamente, lógica. Exemplos:
>>>
>>> "SE o meu cachorro mora na Lua, ENTÃO o Lula está (é)
>>Presidente do Brasil"
>>> ... 1 (proposição verdadeira).
>>> "SE o meu cachorro mora na Lua, ENTÃO o Lula está (é)
>>Imperador do Japão"
>>> ... 1 (proposição verdadeira - pode até ser que o Lula pense que é
>>> mesmo o Imperador do Japão...).
>>>
>>> Bem, o que interessa é que SE P=0, ENTÃO (P->Q)=1.
>>>
>>> A melhor maneira de ENTENDER isto (esta DEFINIÇÃO) é construir uma
>>> proposição lógica equivalente, que seja mais "palatável" à
>>linguagem humana.
>>> Por exemplo: "~PvQ" (~=NÃO ; v=OU). Vejamos as tabelas-verdade:
>>>
>>> P      Q      P->Q      ~P      Q      ~PvQ
>>> 0      1        1           1       1          1
>>> 0      0        1           1       0          1
>>> 1      0        0           0       0          0
>>> 1      1        1           0       1          1
>>>
>>> Assim:  "P->Q" = "~PvQ"
>>>
>>> E a proposição do aluno fica, claramente, verdadeira:
>>> SE "x" pertence ao { } (conjunto vazio), ENTÃO "x" é verde.
>>> É equivalente à proposição:
>>> "x" NÃO pertence ao { } (conjunto vazio) OU "x" é verde.
>>> P [ "x" NÃO pertence ao { } (conjunto vazio) ] é, obviamente, 1. Por
>>> DEFINIÇÃO, o conectivo v (OU) exige, para ser 1, que APENAS uma das
>>> proposições (dentre P e Q) seja 1. Logo, a proposição [ "x" NÃO
>>> pertence ao { } (conjunto vazio) OU "x" é verde ] é 1, qualquer que
>>> seja Q [ "x" é verde ]. Q pode ser 1 ou 0.
>>>
>>> É claro que a DEFINIÇÃO do conectivo v (OU) é também
>>compatível com a
>>> linguagem humana.
>>> AB
>>> [EMAIL PROTECTED]
>>>
>>>
>>> ________________________________
>>> Date: Wed, 3 Sep 2008 20:36:17 +0200
>>> From: [EMAIL PROTECTED]
>>> To: [email protected]
>>> Subject: Re: [obm-l] Teoria dos Conjuntos
>>>
>>> Eu acho que faz sentido que seja verdadeiro...
>>>
>>> Olha só, um exemplo mais matemático... se eu disser: "Todo quadrado
>>> perfeito negativo é multiplo de 7", eu diria que a afirmação é
>>> verdadeira. Acho que muitos concordariam que é verdadeira. É
>>simples,
>>> é uma daquelas afirmações verdadeiras por vacuidade... Se a
>>hipótese é vazia, o teorema é verdadeiro.
>>> De fato, todos os quadrados perfeitos negativos que eu conheço são
>>> multiplos de 7... :D
>>>
>>> Naturalmente, se eu disser então: "Se x é um quadrado perfeito
>>> negativo, então x é multiplo de 7" (note o quão semelhante a minha
>>> afirmação e a sua no primeiro email são), seria ilógico que
>>essa fosse
>>> falsa... certo? afinal, as duas afirmações são semanticamente
>>> iguais... (discutível isso? talvez...)
>>>
>>> O que vcs acham?
>>>
>>> 2008/9/3 LEANDRO L RECOVA <[EMAIL PROTECTED]>
>>>
>>> No meu ponto de vista, se { }  representasse o conjunto vazio eu
>>> consideraria falsa.
>>>
>>>
>>> From: "Luiz Rodrigues" <[EMAIL PROTECTED]>
>>> Reply-To: [email protected]
>>> To: [email protected]
>>> Subject: [obm-l] Teoria dos Conjuntos
>>> Date: Wed, 3 Sep 2008 14:00:02 -0300
>>>
>>> Olá pessoal!!!
>>> Tudo bem???
>>> Um aluno me apresentou uma senteça que, segundo um outro
>>professor, é
>>> verdadeira.
>>> A sentença é:
>>>
>>> "x pertence { } -> x é verde"
>>>
>>> Na minha opinião, esta sentença é falsa, porque "x pertence
>>{ }" é falsa.
>>> Segundo o meu aluno, o que o outro professor alegou é que "x
>>pode ser
>>> qualquer coisa".
>>> O que vocês acham???
>>> Muito obrigado!!!
>>> Abração para todos!!!
>>> Luiz.
>>>
>>>
>>======================================================================
>>> === Instruções para entrar na lista, sair da lista e usar a lista em
>>> http://www.mat.puc-rio.br/~obmlistas/obm-l.html
>>>
>>======================================================================
>>> ===
>>>
>>>
>>>
>>======================================================================
>>> === Instruções para entrar na lista, sair da lista e usar a lista em
>>> http://www.mat.puc-rio.br/~obmlistas/obm-l.html
>>>
>>======================================================================
>>> ===
>>>
>>>
>>>
>>> --
>>> Rafael
>>>
>>> ________________________________
>>> Veja mapas e encontre as melhores rotas para fugir do trânsito com o
>>> Live Search Maps! Experimente já!
>>
>>===============================================================
>>==========
>>Instruções para entrar na lista, sair da lista e usar a lista
>>em http://www.mat.puc-rio.br/~obmlistas/obm-l.html
>>===============================================================
>>==========
>>
>
>
> =========================================================================
> Instruções para entrar na lista, sair da lista e usar a lista em
> http://www.mat.puc-rio.br/~obmlistas/obm-l.html
> =========================================================================
>

=========================================================================
Instruções para entrar na lista, sair da lista e usar a lista em
http://www.mat.puc-rio.br/~obmlistas/obm-l.html
=========================================================================

=========================================================================
Instruções para entrar na lista, sair da lista e usar a lista em
http://www.mat.puc-rio.br/~obmlistas/obm-l.html
=========================================================================

Responder a