Se os RHs no Brasil, jogassem "truco", ganhavam o campeonato mundial...com
essas técnicas de negociação, por análise de skill, não é assim, não...rss


Em 27 de agosto de 2013 18:24, Guimarães Faria Corcete DUTRA, Leandro <
[email protected]> escreveu:

> 2013/8/26 Roberto Mello <[email protected]>:
> >
> > …para os que
> > procuravam negociar aumentos de acordo com sua produtividade, como eu
> mesmo
> > fiz em diversos momentos.
>
> Infelizmente nem todo mundo é tão proativo.
>
>
> > "Injusticado"? Por quem? Se ele conversar com os colegas e souber que
> ganha
> > menos, poderá voltar para a mesa de negociação
>
> Talvez tu não saibas, Roberto, que essa conversa é tabu no Brasil.
> Pelo menos, era em muitas empresas em que trabalhei.  Os próprios
> colegas se autocensuravam… sempre achei isso triste, mas foi uma
> realidade que vivi amiúde.
>
>
> > Opa, enganado não, alto lá! Não atribua a mim o que não fiz.
>
> Espero não ter personalizado minha mensagem a esse ponto.  Se o fiz,
> já peço desculpas.
>
>
> > Eu nunca enganei ninguém na negociação, mas não era meu trabalho servir
> de
> > consultor de carreira para pretendentes a emprego. Há ampla literatura
> > disponível para quem quiser aprender e se ficasse comprovado que eu
> lesei a
> > empresa oferecendo informações privilegiadas a um pretendente, então a
> > empresa teria uma causa legal contra minha pessoa.
>
> Como tentei dizer acima, não acusei ninguém pessoalmente.  Só lamento
> que seja a prática de muitas empresas, regatear salários.
>
> Quanto à literatura, cheguei a conhecer empresas que falavam que
> tratariam bem de seus funcionários, e que era para eles se preocuparem
> com seu trabalho… espero que ainda haja tais.
>
>
> >> Finalmente, alguém que ganha abaixo do que deveria tenderá a acreditar
> >> menos do que deveria em seu próprio desenvolvimento pessoal, e também
> >> terá menos recursos para investir em si mesmo.
> >
> > Dramático não? Parece que a pessoa morreu e nunca mais poderá decidir que
> > aquele emprego não lhe serve (caso o empregador não queira renegociar) e
> > procurar um melhor ou que pague mais, agora com experiência na bagagem.
>
> Como eu mesmo apontei essa possibilidade, claro fica que falei duma
> situação temporária, mas que ainda considero relevante.
>
>
> > A auto-estima profissional de um profissional nao depende exclusivamente
> do
> > seu contra-cheque atual. O bom profissional sabe disso.
>
> Não.  Mas na teoria motivacional que aprendi nas aulas de psicologia
> aplicada na faculdade de administração (mea culpa, mea culpa, mea
> maxima culpa), isso era um fator higiênico.  Ou seja, prejudica não só
> autoestima, mas principalmente motivação.
>
>
> >> O famoso ditado ‘o combinado não sai caro’ só se aplica quando todas
> >> as partes têm as informações necessárias e em comum.  Desigualdade de
> >> informações gera contratos, digamos, leoninos.
> >
> > Desculpe Dutra, mas voce saiu por uma tangente de red herring enorme com
> > essa ultima.
>
> Não vi dessa forma, pode explicar por favor?
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