2013/8/26 Roberto Mello <[email protected]>: > > …para os que > procuravam negociar aumentos de acordo com sua produtividade, como eu mesmo > fiz em diversos momentos.
Infelizmente nem todo mundo é tão proativo. > "Injusticado"? Por quem? Se ele conversar com os colegas e souber que ganha > menos, poderá voltar para a mesa de negociação Talvez tu não saibas, Roberto, que essa conversa é tabu no Brasil. Pelo menos, era em muitas empresas em que trabalhei. Os próprios colegas se autocensuravam… sempre achei isso triste, mas foi uma realidade que vivi amiúde. > Opa, enganado não, alto lá! Não atribua a mim o que não fiz. Espero não ter personalizado minha mensagem a esse ponto. Se o fiz, já peço desculpas. > Eu nunca enganei ninguém na negociação, mas não era meu trabalho servir de > consultor de carreira para pretendentes a emprego. Há ampla literatura > disponível para quem quiser aprender e se ficasse comprovado que eu lesei a > empresa oferecendo informações privilegiadas a um pretendente, então a > empresa teria uma causa legal contra minha pessoa. Como tentei dizer acima, não acusei ninguém pessoalmente. Só lamento que seja a prática de muitas empresas, regatear salários. Quanto à literatura, cheguei a conhecer empresas que falavam que tratariam bem de seus funcionários, e que era para eles se preocuparem com seu trabalho… espero que ainda haja tais. >> Finalmente, alguém que ganha abaixo do que deveria tenderá a acreditar >> menos do que deveria em seu próprio desenvolvimento pessoal, e também >> terá menos recursos para investir em si mesmo. > > Dramático não? Parece que a pessoa morreu e nunca mais poderá decidir que > aquele emprego não lhe serve (caso o empregador não queira renegociar) e > procurar um melhor ou que pague mais, agora com experiência na bagagem. Como eu mesmo apontei essa possibilidade, claro fica que falei duma situação temporária, mas que ainda considero relevante. > A auto-estima profissional de um profissional nao depende exclusivamente do > seu contra-cheque atual. O bom profissional sabe disso. Não. Mas na teoria motivacional que aprendi nas aulas de psicologia aplicada na faculdade de administração (mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa), isso era um fator higiênico. Ou seja, prejudica não só autoestima, mas principalmente motivação. >> O famoso ditado ‘o combinado não sai caro’ só se aplica quando todas >> as partes têm as informações necessárias e em comum. Desigualdade de >> informações gera contratos, digamos, leoninos. > > Desculpe Dutra, mas voce saiu por uma tangente de red herring enorme com > essa ultima. Não vi dessa forma, pode explicar por favor? _______________________________________________ pgbr-geral mailing list [email protected] https://listas.postgresql.org.br/cgi-bin/mailman/listinfo/pgbr-geral
