Caro Adolfo
Começando pelo fim. Os tempos são outros. Eu sofri tudo o que você comenta
quando me interessava por lógica e por fundamentos da matemática no
departamento de matemática da UFPR. Pode acreditar. Ouvi que isso não era
importante, que filosofia é coisa fácil, que lógica é bobagem, e por aí
vai.  Mas as pessoas mais experientes, ainda que muitas delas sem pós (na
época era assim) viam queeu queria porque queria e me davam o apoio que
podiam. Pelo menos não me atrapalhavam. E eu nunca desisti. (Eu acho que eu
seria um inimigo desgraçado de chato.)  Mas isso dificultou eu entrar numa
pós  e ter alunos de IC (só a informática da UFPR me quiz lá e a Física,
onde fiquei um pouco, mas não dei cursos, mas eles me deram uma sala e me
acolheram). Matemática? Só aplicada. Eu só perguntava para as paredes:
aplicar o quê mesmo?  Curiosamente, o primeiro mestrado deles foi em
fundamentos, um aluno do Adonai, e eu fui da banca...Mas hoje eles estão,
pelo que sei, mais qualificados e percebendo que as boas universidades não
devem inventar moda em matemática (ou engenharia) isso ou aquilo, com nomes
pomposos para atrair trouxas, mas que matemática é matemática e depois o
cara que se especialize.
Quanto a Manaus e Campinas, nada contra o que disse, desde que a qualidade
dos trabalhos seja a mesma. Quanto ao volume da produção, não concordo. O
critério de qualidade deve ser o mesmo, senão teremos uma enorme distorção.
Abraços,
D.

2008/10/1 Adolfo Neto <[EMAIL PROTECTED]>

> Caros Doria e Décio,
>
> Não concordo com tudo no documento.
>
> Ao ler (e assinar) não tive a percepção que vocês tiveram.
> Mas, como respeito e valorizo a opinião de vocês, reli o documento hoje e
> realmente dá a entender que é uma "defesa dos improdutivos".
>
> Mas é fato que quem atua numa pós consegue publicar mais facilmente (com
> seus orientandos e ex-orientados).
> Logo, consegue mais verbas para projetos (em algumas áreas isso é
> essencial).
> Consegue mais e melhores alunos de IC e pós.
> E volta-se ao início.
> Isso não privilegia tanto a competência.
> Privilegia mais o "estar no lugar certo".
> Me parece não ser um bom uso dos recursos públicos.
>
> Se alguém em Manaus consegue contribuir para a criação de um programa de
> Mestrado e Doutorado em Computação e ao mesmo tempo publicar 2 artigos por
> ano em periódicos de qualidade, merece, em minha opinião, uma bolsa igual a
> alguém da UNICAMP que publica 3/4 artigos por ano (com tudo já pronto).
>
> Existem outras distorções. Meu orientador de Mestrado, criador e
> organizador dos Wollics, perdeu a bolsa de produtividade dele (leiam mais em
>
> http://www.cin.ufpe.br/~ruy/support-grant-renewal
> ).
>
> Aqui na UTFPR estamos tentando abrir um Mestrado Profissional em Ciência da
> Computação.
> Porque queremos abrir um Mestrado? Para aumentar (indiretamente) nossa
> produtividade e nossa contribuição para a formação de recursos humanos e
> para o desenvolvimento do país.
> Qual é a dificuldade? Nossa produção é baixa.
> Como produzir suficientemente tendo que dar tantas aulas (>=12h/semana) na
> graduação? Não sei ainda....
>
>
> []s
> Adolfo
>
> PS: Décio, pelo seu exemplo e o do Newton, se eu quiser ser alguma coisa
> vou ter que sair daqui... :)
>
> ==========================================
> Adolfo Neto
> Departamento Acadêmico de Informática
> Universidade Tecnológica Federal do Paraná
> Fone: (41) 3310-4644 / Fax: (41) 3310-4646
> Web: http://www.dainf.ct.utfpr.edu.br/~adolfo
> Blog: http://professoradolfo.blogspot.com
> ==========================================
>
>
>
> 2008/10/1 Décio Krause <[EMAIL PROTECTED]>
>
>  Caro Adolfo
>> Eu concordo com o Doria. Claro que todos sabemos dos problemas que há, mas
>> acho que não é essa a maneira de se tentar mudar algo, ou de se tentar
>> conquistar o necessário espaço. Não vou entrar em detalhes, mas veja o que
>> escrevem: "5. Permissão de candidaturas de quaisquer
>> professores/pesquisadores a qualquer pleito em C&T". Quaisquer? Um professor
>> assistente sem nenhuma  experiência poderia ser indicado para uma posição
>> chave relativa a pesquisa? Ou ensino? Acho que redigiram mal, desculpe.
>> Depois, há várias pessoas da UNESP, da USP e de outras instituições que, em
>> termos de Brasil, estão entre as melhores (soube que a USP é a 176a
>> do mundo, e a Unicamp é a 177a). Finalmente, em certas áreas (como lógica ou
>> filosofia, ou matemática, ou física teórica...)  o que importa é o contato
>> com pessoas e grupos, e isso pode ser feito por e-mail e hoje mesmo
>> bibliografia está em parte disponível na rede. Basta que procurem pessoas
>> e/ou grupos para contato. Quanto à parte que demanda laboratórios, etc.,
>> bem, isso é problemático, mas convenhamos que não e possível a um país como
>> o nosso manter pesquisa em todas as áreas em todos os rincões amados. Em
>> todo caso, creio que é legítimo revindicar, mas essa de que os pesquisadores
>> 1 são uma elite, formando um regime oligárquico, convenhamos... Todos
>> sabemos o duro que é chegar nesse estágio, e hoje em dia, creio que não será
>> mais concedida uma bolsa a quem não mereça, devido à transparência que se
>> conseguiu em grande parte devido ao nosso pessoal. _Pelo menos na filosofia.
>> Ademais, eu já dei vários pareceres sobre concessões de bolsa, e jamais
>> olhei para a instituição do pretendente, mas para o projeto. Do mesmo modo,
>> essa de "universidades menores", pelo menos na nossa área, não cola. E dái
>> que são pequenas? Isso não importa.
>> Vamos ver o que o resto da turma dirá. De qualquer modo, a discussão é
>> importante e deve mesmo ser aberta.
>> Abraços,
>> Décio
>> PS. Vi a foto da visita do Prof. Newton ao ex-CEFET. Parabéns. Sabia que
>> eu fui professor aí (na engenharia) por 13 anos?
>>
>>
>>   2008/10/1 Francisco Antonio Doria <[EMAIL PROTECTED]>
>>
>>> Adolfo,
>>>
>>> Com todo o respeito à sua opinião, acho esse manifesto coisa horrível. E'
>>> uma defesa da improdutividade.
>>>
>>> 2008/10/1 Adolfo Neto <[EMAIL PROTECTED]>
>>>
>>>> Olá a todos,
>>>>
>>>> Já que o assunto caiu nesta lista, repito a mensagem abaixo que postei
>>>> na lista de discussão do manifesto.
>>>>
>>>> Estou começando agora. Mas pelo que já pude ver acredito que o problema
>>>> esteja mais relacionado à falta de recursos ("farinha pouca, meu pirão
>>>> primeiro"). Nos EUA a situação (pelo que indica o artigo abaixo) é bem
>>>> diferente. Há maiores chances de os pesquisadores de pequenos centros
>>>> conseguirem verbas...
>>>>
>>>> []s
>>>> Adolfo
>>>>
>>>> -------------
>>>> No artigo "Time Management for New Faculty", de Anastassia Ailamaki e
>>>> Johannes Gehrke ( http://www.pdl.cmu.edu/PDL-FTP/stray/timemgmt.pdf )
>>>> há  seguinte seção que tem algo a ver com este grupo, pois descreve a
>>>> situação de novos professores nas universidades americanas:
>>>>
>>>> 3 Your Duties as a Faculty Member
>>>>
>>>> Time is a great teacher, but unfortunately it kills all its pupils. —
>>>> Hector Louis Berlioz.
>>>>
>>>> 3.1 Writing Grant Proposals
>>>>
>>>> Writing grant proposals can be one of the less pleasant aspects of
>>>> faculty life. You have to have grants to support your group, to purchase
>>>> equipment, and for travel. Writing a grant can take as much time as writing
>>>> a full paper, and it is sometimes doubtful whether the money is worth all
>>>> the time you invest. From our experience, writing grants can have several
>>>> positive effects. First, it can help you to focus your research goals. Any
>>>> grant proposal that you write requires you to think ahead about the types 
>>>> of
>>>> problems you would like to address. Second, it forces you to formulate your
>>>> ideas in writing. Structured writing often helps to realize issues that you
>>>> had not thought of when you just pondered about some idea.
>>>>
>>>> One issue about writing grants is that* you will be competing with the
>>>> senior professors in your field* — people who have an established
>>>> research record and who tend to get much larger grants from funding 
>>>> agencies
>>>> than you as a new assistant professor. The only approach that we know so 
>>>> far
>>>> is to *apply for a variety of smaller grants,* to establish a good
>>>> research record, and to hope that in a few years you will be considered one
>>>> of the senior people in your field. *There are several granting
>>>> agencies that have smaller grant programs*, primarily the NSF, but also
>>>> agencies such as NASA, DOE, and ONR have* special grant programs for
>>>> new faculty.* Another approach is to *team up with a larger group of
>>>> faculty in your department and to write a joint grant that benefits the
>>>> whole group. *No matter which approach you follow, planning which grant
>>>> announcements you will respond to, and allocating time in advance for
>>>> writing proposals is a great start for successful proposals.
>>>>
>>>>
>>>> []s
>>>> Adolfo
>>>>
>>>>
>>>> ==========================================
>>>> Adolfo Neto
>>>> Departamento Acadêmico de Informática
>>>> Universidade Tecnológica Federal do Paraná
>>>> Fone: (41) 3310-4644 / Fax: (41) 3310-4646
>>>> Web: http://www.dainf.ct.utfpr.edu.br/~adolfo
>>>> Blog: http://professoradolfo.blogspot.com
>>>> ==========================================
>>>>
>>>>
>>>>
>>>> 2008/10/1 Francisco Antonio Doria <[EMAIL PROTECTED]>
>>>>
>>>>>   Diversas pessoas me pediram, e assim peço permissão para postar esse
>>>>> manifesto aqui. Vejam se me enganei: a mim me parece uma defesa da
>>>>> improdutividade...
>>>>>
>>>>> ----------------------------------------------------------------------
>>>>>
>>>>> Manifesto à comunidade e aos órgãos de C&T
>>>>>
>>>>> Vimos, através deste manifesto, tornar público nosso repúdio às
>>>>> políticas e aos critérios empregados pelo Conselho Nacional de
>>>>> Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), órgão ligado
>>>>> ao Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT).
>>>>>
>>>>> A política de ação do CNPq tem sido a de apoiar pesquisadores
>>>>> avaliados como produtivos. A produtividade de um pesquisador
>>>>> é medida principalmente pelo número de publicações científicas
>>>>> que resultaram de seus projetos de pesquisa. No entanto, este
>>>>> indicador depende fortemente das condições de pesquisa
>>>>> existentes no centro onde o pesquisador atua. Não existe igualdade
>>>>> de condições entre os diversos centros de pesquisa do país e o
>>>>> CNPq não desconhece esta realidade.
>>>>>
>>>>> Grandes centros, existentes em todas as regiões do país, possuem
>>>>> programas de doutorado e mestrado, grupos de pesquisa e cursos
>>>>> de graduação consolidados há dezenas de anos nas áreas de
>>>>> atuação dos pesquisadores. Ou seja, possuem um enorme
>>>>> patrimônio construído ao longo de décadas de trabalho e
>>>>> investimentos, hoje à disposição de todos os seus pesquisadores.
>>>>> Situação similar ocorre em institutos de pesquisa que possuem
>>>>> grupos e linhas de pesquisa consolidados.
>>>>>
>>>>> Nos pequenos centros, por outro lado, também existentes em todas
>>>>> as regiões do país, os pesquisadores não só não possuem estas
>>>>> condições como ainda têm que dedicar grande parte de seu tempo
>>>>> à criação destas condições. É, portanto, incorreto julgar, por um
>>>>> critério igual, pesquisadores que possuem condições de pesquisa
>>>>> desiguais. Lamentavelmente, é isto o que o CNPq vem fazendo.
>>>>> Esta prática amplifica as desigualdades e é injusta, pois não premia
>>>>> necessariamente os melhores pesquisadores, mas sim os que têm
>>>>> as melhores condições de pesquisa.
>>>>>
>>>>> A utilização destes critérios na distribuição de recursos realizada
>>>>> por editais do CNPq resulta em pouca chance de projetos de
>>>>> pesquisadores de pequenos centros serem aprovados. É grave
>>>>> que outras agencias financiadoras, como algumas Fundações de
>>>>> Amparo à Pesquisa (FAPs), já venham seguindo o exemplo do
>>>>> CNPq. Devido a isto, os processos dos pesquisadores de
>>>>> pequenos centros de Minas Gerais e do Paraná, por exemplo,
>>>>> também já têm muito pouca chance de serem aprovados,
>>>>> respectivamente, pela Fapemig e Fundação Araucária.
>>>>>
>>>>> Com esta política de distribuição de recursos para projetos e
>>>>> apoio a pesquisadores, o CNPq prejudica o crescimento dos
>>>>> pequenos centros de pesquisa do país, ameaçando-lhes
>>>>> seriamente a própria sobrevivência.
>>>>>
>>>>> Com este critério de produtividade, o CNPq prejudica também,
>>>>> indiretamente, as universidades (e demais instituições de ensino
>>>>> e pesquisa), sobretudo as pequenas. As Bolsas de Produtividade
>>>>> em Pesquisa (Bolsas PQ) estimulam os professores a privilegiarem
>>>>> suas atividades de pesquisa em detrimento das demais atividades,
>>>>> também essenciais para o bom funcionamento das mesmas.
>>>>> Desestimulam, igualmente, a migração para as pequenas
>>>>> universidades, uma vez que os pesquisadores que nelas se instalam
>>>>> raramente encontrarão condições similares às das instituições onde
>>>>> se doutoraram ou desenvolveram seus projetos de pesquisa.
>>>>>
>>>>> Este critério de produtividade e a existência da categoria de
>>>>> Bolsista de Produtividade em Pesquisa, com bolsas concedidas
>>>>> como premiação a poucos, introduziram, no CNPq, um regime
>>>>> oligárquico constituído por uma bem questionável elite — os
>>>>> pesquisadores 1. Como em toda oligarquia, só esta elite
>>>>> (a minoria) tem opinião, voto e representação nos órgãos de
>>>>> consulta e julgamento do CNPq. Assim, é natural que as
>>>>> políticas do CNPq sejam voltadas para o benefício de sua
>>>>> oligarquia e não para o bem comum.
>>>>>
>>>>> A inconformidade de membros da comunidade acadêmica já
>>>>> foi objeto de manifestação pública, de forma clara e detalhada,
>>>>> em artigos e cartas publicadas em órgãos de divulgação. Estes
>>>>> artigos estão disponíveis em:
>>>>>
>>>>> (a) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=54272
>>>>> (republicado no Jornal da Ciência no. 615, de 22 de fevereiro
>>>>> de 2008)
>>>>> (b) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=57672
>>>>> (c) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=57758
>>>>>
>>>>> As cartas, a primeira enviada à Presidência do CNPq e a
>>>>> segunda, a seu Conselho Deliberativo, estão disponíveis em:
>>>>>
>>>>> (a) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=55476
>>>>> (b) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=56088
>>>>>
>>>>> O CNPq, porém, tem permanecido alheio às críticas, o que de
>>>>> certa forma é natural, posto que não há canais de comunicação,
>>>>> quer diretos, quer indiretos, entre o CNPq e a comunidade
>>>>> científica nacional. Assim, o CNPq desconhece o que pensa a
>>>>> comunidade científica, suas necessidades, suas propostas. A
>>>>> comunidade científica, por sua vez, também desconhece o que
>>>>> pensa o CNPq. Desconhece a razão de seus critérios, de suas
>>>>> políticas e de seus editais.
>>>>>
>>>>> Este manifesto, portanto, será enviado a órgãos executivos
>>>>> acima do CNPq (MCT e MEC) e à Presidência da República.
>>>>> Será enviado, igualmente, a alguns políticos voltados para a
>>>>> área de educação.
>>>>>
>>>>> Considerando o exposto acima, nós, abaixo assinados,
>>>>> solicitamos aos senhores e senhoras, responsáveis pela política
>>>>> de C&T do País, a convocação de uma comissão, composta
>>>>> por professores e pesquisadores de institutos de pesquisa,
>>>>> representantes tanto de grandes centros quanto de pequenos
>>>>> centros, para organizar uma discussão e votação, pela
>>>>> comunidade inteira de C&T, dos seguintes assuntos:
>>>>>
>>>>> 1. Abertura de uma ouvidoria, de forma a se estabelecer um
>>>>> canal de comunicação entre o CNPq e a comunidade científica;
>>>>> 2. Extinção ou manutenção (com reestruturação dos critérios
>>>>> para concessão e progressão de nível) das bolsas de
>>>>> produtividade;
>>>>> 3. Extinção ou manutenção (com reestruturação dos critérios)
>>>>> da classificação de professores e pesquisadores;
>>>>> 4. Alteração dos critérios para concessão de auxílios, de forma
>>>>> a que estes critérios avaliem, tão somente, a qualidade dos
>>>>> projetos;
>>>>> 5. Permissão de candidaturas de quaisquer
>>>>> professores/pesquisadores a qualquer pleito em C&T;
>>>>> 6. Reestruturação das atribuições dos Comitês Assessores, de
>>>>> forma a dar-lhes maior autonomia para definição dos critérios
>>>>> de suas áreas;
>>>>> 7. Aumento do número de consultores ad-hoc, fornecendo-lhes
>>>>> novas orientações;
>>>>> 8. Aumento do apoio a periódicos nacionais, revistas nacionais
>>>>> e congressos nacionais;
>>>>> 9. Aumento do número de bolsas para recém-doutores e para
>>>>> pós-doutorado (sabático) no país e no exterior;
>>>>> 10. Aumento dos auxílios para participação em congressos
>>>>> nacionais e internacionais;
>>>>> 11. Fomento às soluções para problemas nacionais, em todas
>>>>> as áreas do conhecimento, a partir de discussões amplas com
>>>>> a comunidade científica;
>>>>>
>>>>> Assinam o manifesto:
>>>>>
>>>>> 1. Ivan Paulo Canal - ivan.canal 'em' gmail.com - Univ. Reg.
>>>>> do Noroeste do Rio Grande do Sul (Unijuí)
>>>>> 2. Luciano Pivoto Specht - specht 'em' unijui.edu.br - Univ.
>>>>> Reg. do Noroeste do Rio Grande do Sul (Unijuí)
>>>>> 3. Wilson José Vieira - wjvieira 'em' ieav.cta.br - CTA
>>>>> 4. Adolfo Gustavo Serra Seca Neto - adolfo 'em' utfpr.edu.br
>>>>> - Univ. Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)
>>>>> 5. Maria Ines Azambuja - miazambuja 'em' terra.com.br
>>>>> - Famed/Ufrgs
>>>>> 6. Jozimar Paes de Almeida - jozimar 'em' sercomtel.com.br
>>>>> - Universidade Estadual de Londrina
>>>>> 7. Wang Chong - wang 'em' unijui.edu.br - Unijuí
>>>>> 8. Raquel Meister Ko Freitag - rkofreitag 'em' uol.com.br
>>>>> - Universidade Federal de Sergipe
>>>>> 9. Edinaldo Nelson dos Santos Silva - nelson 'em' inpa.gov.br
>>>>> - Instituto Nac. de Pesq. da Amazônia (INPA)
>>>>> 10. Simone Wolff - - Universidade Estadual de Londrina
>>>>> (Depto Ciências Sociais)
>>>>> 11. José Lima de Figueiredo - zelima 'em' usp.br - USP
>>>>> 12. Otávio A. S. Carpinteiro - otavio.carpinteiro 'em' gmail.com
>>>>> - Univ. Federal de Itajubá
>>>>> 13. Jose Salvador Lepera - leperajs 'em' fcfar.unesp.br
>>>>> - Universidade Estadual Paulista (UNESP)
>>>>> 14. Fabio Moyses Lins Dantas - fdantas 'em' int.gov.br
>>>>> - Instituto Nacional de Tecnologia (INT)
>>>>> 15. Martha Ramírez-Gálvez - marthacerg 'em' gmail.com
>>>>> - Universidade Estadual de Londrina (UEL)
>>>>> 16. Eliana Marques Cancello - ecancell 'em' usp.br - USP
>>>>> 17. Maria da Graça Brasil Rocha - tata 'em 'dc.ufscar.br
>>>>> - UFSCar
>>>>> 18. Rogério Atem de Carvalho - ratem 'em' cefetcampos.br
>>>>> - CEFET Campos
>>>>> 19. Douglas Daniel Del Frari - douglas.frari 'em' gmail.com
>>>>> - FACOL, PE
>>>>> 20. Bruno Cosenza de Carvalho - bccarvalho 'em' gmail.com
>>>>> - CTEx - RJ
>>>>> 21. Dáfni Fernanda Zenedin Marchioro -
>>>>> dafnimarchioro 'em' unipampa.edu.br - Univ. Federal do Pampa
>>>>> 22. Luís Felipe Skinner - lfskibiologia 'em' yahoo.com
>>>>> - Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ
>>>>> 23. Marize Varella de Oliveira - marizeva 'em' int.gov.br
>>>>> - Instituto Nacional de Tecnologia
>>>>> 24. Baltazar Macaiba de Sousa -
>>>>> baltazarmacaiba 'em' yahoo.com.br - DESOC/UFMA
>>>>> 25. Carlos Roberto M. Peixoto - carlosp 'em' unijui.edu.br
>>>>> - Univ. Reg. Noroeste do Rio Grande do Sul (Unijuí)
>>>>> 26. Luis Carlos Ogando Dacal - ogando 'em' ieav.cta.br
>>>>> - Instituto de Estudos Avancados (IEAv/CTA)
>>>>> 27. Eduardo Di Mauro - dimauro 'em' uel.br -
>>>>> Depto de Física/Universidade Estadual de Londrina
>>>>> 28. Sidney da Silva Viana - sidney.viana 'em' gmail.com
>>>>> - Centro Universitário FIEO
>>>>> 29. Jorge Luiz de Castro e Siva - jlcs 'em' larces.uece.br
>>>>> - Universidade Estadual do Ceará
>>>>> 30. Manuel Losada Gavilanes - gavilane 'em' ufla.br
>>>>> - Universidade Federal de Lavras (UFLA)
>>>>> 31. Rivalino Matias Jr. - rmatiasjr 'em' gmail.com
>>>>> - Duke University (USA)
>>>>> 32. Barbara Ann Robertson - barbara 'em' inpa.gov.br
>>>>> - Inpa
>>>>> 33. Clovis Dorigon - Empresa de Pesquisa Agropecuaria e Extensão Rural
>>>>> de SC (Epagri). [EMAIL PROTECTED]
>>>>>
>>>>>
>>>>>
>>>>>
>>>>>
>>>>>
>>>>>
>>>>>
>>>>> _______________________________________________
>>>>> Logica-l mailing list
>>>>> [email protected]
>>>>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
>>>>>
>>>>>
>>>>
>>>
>>> _______________________________________________
>>> Logica-l mailing list
>>> [email protected]
>>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
>>>
>>>
>>
>>
>> --
>> _________________________________
>> Décio Krause
>> Departamento de Filosofia
>> Universidade Federal de Santa Catarina
>> C.P. 476
>> 88040-900 Florianópolis, SC - Brasil
>> Tel.: +(48)3331-9248
>> www.cfh.ufsc.br/~dkrause
>> Grupo de Lógica e Fundamentos da Ciência
>> www.logica.cfh.ufsc.br
>> _____________________________________
>>
>
>


-- 
_________________________________
Décio Krause
Departamento de Filosofia
Universidade Federal de Santa Catarina
C.P. 476
88040-900 Florianópolis, SC - Brasil
Tel.: +(48)3331-9248
www.cfh.ufsc.br/~dkrause
Grupo de Lógica e Fundamentos da Ciência
www.logica.cfh.ufsc.br
_____________________________________
_______________________________________________
Logica-l mailing list
[email protected]
http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l

Responder a