Caro Adolfo Começando pelo fim. Os tempos são outros. Eu sofri tudo o que você comenta quando me interessava por lógica e por fundamentos da matemática no departamento de matemática da UFPR. Pode acreditar. Ouvi que isso não era importante, que filosofia é coisa fácil, que lógica é bobagem, e por aí vai. Mas as pessoas mais experientes, ainda que muitas delas sem pós (na época era assim) viam queeu queria porque queria e me davam o apoio que podiam. Pelo menos não me atrapalhavam. E eu nunca desisti. (Eu acho que eu seria um inimigo desgraçado de chato.) Mas isso dificultou eu entrar numa pós e ter alunos de IC (só a informática da UFPR me quiz lá e a Física, onde fiquei um pouco, mas não dei cursos, mas eles me deram uma sala e me acolheram). Matemática? Só aplicada. Eu só perguntava para as paredes: aplicar o quê mesmo? Curiosamente, o primeiro mestrado deles foi em fundamentos, um aluno do Adonai, e eu fui da banca...Mas hoje eles estão, pelo que sei, mais qualificados e percebendo que as boas universidades não devem inventar moda em matemática (ou engenharia) isso ou aquilo, com nomes pomposos para atrair trouxas, mas que matemática é matemática e depois o cara que se especialize. Quanto a Manaus e Campinas, nada contra o que disse, desde que a qualidade dos trabalhos seja a mesma. Quanto ao volume da produção, não concordo. O critério de qualidade deve ser o mesmo, senão teremos uma enorme distorção. Abraços, D.
2008/10/1 Adolfo Neto <[EMAIL PROTECTED]> > Caros Doria e Décio, > > Não concordo com tudo no documento. > > Ao ler (e assinar) não tive a percepção que vocês tiveram. > Mas, como respeito e valorizo a opinião de vocês, reli o documento hoje e > realmente dá a entender que é uma "defesa dos improdutivos". > > Mas é fato que quem atua numa pós consegue publicar mais facilmente (com > seus orientandos e ex-orientados). > Logo, consegue mais verbas para projetos (em algumas áreas isso é > essencial). > Consegue mais e melhores alunos de IC e pós. > E volta-se ao início. > Isso não privilegia tanto a competência. > Privilegia mais o "estar no lugar certo". > Me parece não ser um bom uso dos recursos públicos. > > Se alguém em Manaus consegue contribuir para a criação de um programa de > Mestrado e Doutorado em Computação e ao mesmo tempo publicar 2 artigos por > ano em periódicos de qualidade, merece, em minha opinião, uma bolsa igual a > alguém da UNICAMP que publica 3/4 artigos por ano (com tudo já pronto). > > Existem outras distorções. Meu orientador de Mestrado, criador e > organizador dos Wollics, perdeu a bolsa de produtividade dele (leiam mais em > > http://www.cin.ufpe.br/~ruy/support-grant-renewal > ). > > Aqui na UTFPR estamos tentando abrir um Mestrado Profissional em Ciência da > Computação. > Porque queremos abrir um Mestrado? Para aumentar (indiretamente) nossa > produtividade e nossa contribuição para a formação de recursos humanos e > para o desenvolvimento do país. > Qual é a dificuldade? Nossa produção é baixa. > Como produzir suficientemente tendo que dar tantas aulas (>=12h/semana) na > graduação? Não sei ainda.... > > > []s > Adolfo > > PS: Décio, pelo seu exemplo e o do Newton, se eu quiser ser alguma coisa > vou ter que sair daqui... :) > > ========================================== > Adolfo Neto > Departamento Acadêmico de Informática > Universidade Tecnológica Federal do Paraná > Fone: (41) 3310-4644 / Fax: (41) 3310-4646 > Web: http://www.dainf.ct.utfpr.edu.br/~adolfo > Blog: http://professoradolfo.blogspot.com > ========================================== > > > > 2008/10/1 Décio Krause <[EMAIL PROTECTED]> > > Caro Adolfo >> Eu concordo com o Doria. Claro que todos sabemos dos problemas que há, mas >> acho que não é essa a maneira de se tentar mudar algo, ou de se tentar >> conquistar o necessário espaço. Não vou entrar em detalhes, mas veja o que >> escrevem: "5. Permissão de candidaturas de quaisquer >> professores/pesquisadores a qualquer pleito em C&T". Quaisquer? Um professor >> assistente sem nenhuma experiência poderia ser indicado para uma posição >> chave relativa a pesquisa? Ou ensino? Acho que redigiram mal, desculpe. >> Depois, há várias pessoas da UNESP, da USP e de outras instituições que, em >> termos de Brasil, estão entre as melhores (soube que a USP é a 176a >> do mundo, e a Unicamp é a 177a). Finalmente, em certas áreas (como lógica ou >> filosofia, ou matemática, ou física teórica...) o que importa é o contato >> com pessoas e grupos, e isso pode ser feito por e-mail e hoje mesmo >> bibliografia está em parte disponível na rede. Basta que procurem pessoas >> e/ou grupos para contato. Quanto à parte que demanda laboratórios, etc., >> bem, isso é problemático, mas convenhamos que não e possível a um país como >> o nosso manter pesquisa em todas as áreas em todos os rincões amados. Em >> todo caso, creio que é legítimo revindicar, mas essa de que os pesquisadores >> 1 são uma elite, formando um regime oligárquico, convenhamos... Todos >> sabemos o duro que é chegar nesse estágio, e hoje em dia, creio que não será >> mais concedida uma bolsa a quem não mereça, devido à transparência que se >> conseguiu em grande parte devido ao nosso pessoal. _Pelo menos na filosofia. >> Ademais, eu já dei vários pareceres sobre concessões de bolsa, e jamais >> olhei para a instituição do pretendente, mas para o projeto. Do mesmo modo, >> essa de "universidades menores", pelo menos na nossa área, não cola. E dái >> que são pequenas? Isso não importa. >> Vamos ver o que o resto da turma dirá. De qualquer modo, a discussão é >> importante e deve mesmo ser aberta. >> Abraços, >> Décio >> PS. Vi a foto da visita do Prof. Newton ao ex-CEFET. Parabéns. Sabia que >> eu fui professor aí (na engenharia) por 13 anos? >> >> >> 2008/10/1 Francisco Antonio Doria <[EMAIL PROTECTED]> >> >>> Adolfo, >>> >>> Com todo o respeito à sua opinião, acho esse manifesto coisa horrível. E' >>> uma defesa da improdutividade. >>> >>> 2008/10/1 Adolfo Neto <[EMAIL PROTECTED]> >>> >>>> Olá a todos, >>>> >>>> Já que o assunto caiu nesta lista, repito a mensagem abaixo que postei >>>> na lista de discussão do manifesto. >>>> >>>> Estou começando agora. Mas pelo que já pude ver acredito que o problema >>>> esteja mais relacionado à falta de recursos ("farinha pouca, meu pirão >>>> primeiro"). Nos EUA a situação (pelo que indica o artigo abaixo) é bem >>>> diferente. Há maiores chances de os pesquisadores de pequenos centros >>>> conseguirem verbas... >>>> >>>> []s >>>> Adolfo >>>> >>>> ------------- >>>> No artigo "Time Management for New Faculty", de Anastassia Ailamaki e >>>> Johannes Gehrke ( http://www.pdl.cmu.edu/PDL-FTP/stray/timemgmt.pdf ) >>>> há seguinte seção que tem algo a ver com este grupo, pois descreve a >>>> situação de novos professores nas universidades americanas: >>>> >>>> 3 Your Duties as a Faculty Member >>>> >>>> Time is a great teacher, but unfortunately it kills all its pupils. — >>>> Hector Louis Berlioz. >>>> >>>> 3.1 Writing Grant Proposals >>>> >>>> Writing grant proposals can be one of the less pleasant aspects of >>>> faculty life. You have to have grants to support your group, to purchase >>>> equipment, and for travel. Writing a grant can take as much time as writing >>>> a full paper, and it is sometimes doubtful whether the money is worth all >>>> the time you invest. From our experience, writing grants can have several >>>> positive effects. First, it can help you to focus your research goals. Any >>>> grant proposal that you write requires you to think ahead about the types >>>> of >>>> problems you would like to address. Second, it forces you to formulate your >>>> ideas in writing. Structured writing often helps to realize issues that you >>>> had not thought of when you just pondered about some idea. >>>> >>>> One issue about writing grants is that* you will be competing with the >>>> senior professors in your field* — people who have an established >>>> research record and who tend to get much larger grants from funding >>>> agencies >>>> than you as a new assistant professor. The only approach that we know so >>>> far >>>> is to *apply for a variety of smaller grants,* to establish a good >>>> research record, and to hope that in a few years you will be considered one >>>> of the senior people in your field. *There are several granting >>>> agencies that have smaller grant programs*, primarily the NSF, but also >>>> agencies such as NASA, DOE, and ONR have* special grant programs for >>>> new faculty.* Another approach is to *team up with a larger group of >>>> faculty in your department and to write a joint grant that benefits the >>>> whole group. *No matter which approach you follow, planning which grant >>>> announcements you will respond to, and allocating time in advance for >>>> writing proposals is a great start for successful proposals. >>>> >>>> >>>> []s >>>> Adolfo >>>> >>>> >>>> ========================================== >>>> Adolfo Neto >>>> Departamento Acadêmico de Informática >>>> Universidade Tecnológica Federal do Paraná >>>> Fone: (41) 3310-4644 / Fax: (41) 3310-4646 >>>> Web: http://www.dainf.ct.utfpr.edu.br/~adolfo >>>> Blog: http://professoradolfo.blogspot.com >>>> ========================================== >>>> >>>> >>>> >>>> 2008/10/1 Francisco Antonio Doria <[EMAIL PROTECTED]> >>>> >>>>> Diversas pessoas me pediram, e assim peço permissão para postar esse >>>>> manifesto aqui. Vejam se me enganei: a mim me parece uma defesa da >>>>> improdutividade... >>>>> >>>>> ---------------------------------------------------------------------- >>>>> >>>>> Manifesto à comunidade e aos órgãos de C&T >>>>> >>>>> Vimos, através deste manifesto, tornar público nosso repúdio às >>>>> políticas e aos critérios empregados pelo Conselho Nacional de >>>>> Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), órgão ligado >>>>> ao Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT). >>>>> >>>>> A política de ação do CNPq tem sido a de apoiar pesquisadores >>>>> avaliados como produtivos. A produtividade de um pesquisador >>>>> é medida principalmente pelo número de publicações científicas >>>>> que resultaram de seus projetos de pesquisa. No entanto, este >>>>> indicador depende fortemente das condições de pesquisa >>>>> existentes no centro onde o pesquisador atua. Não existe igualdade >>>>> de condições entre os diversos centros de pesquisa do país e o >>>>> CNPq não desconhece esta realidade. >>>>> >>>>> Grandes centros, existentes em todas as regiões do país, possuem >>>>> programas de doutorado e mestrado, grupos de pesquisa e cursos >>>>> de graduação consolidados há dezenas de anos nas áreas de >>>>> atuação dos pesquisadores. Ou seja, possuem um enorme >>>>> patrimônio construído ao longo de décadas de trabalho e >>>>> investimentos, hoje à disposição de todos os seus pesquisadores. >>>>> Situação similar ocorre em institutos de pesquisa que possuem >>>>> grupos e linhas de pesquisa consolidados. >>>>> >>>>> Nos pequenos centros, por outro lado, também existentes em todas >>>>> as regiões do país, os pesquisadores não só não possuem estas >>>>> condições como ainda têm que dedicar grande parte de seu tempo >>>>> à criação destas condições. É, portanto, incorreto julgar, por um >>>>> critério igual, pesquisadores que possuem condições de pesquisa >>>>> desiguais. Lamentavelmente, é isto o que o CNPq vem fazendo. >>>>> Esta prática amplifica as desigualdades e é injusta, pois não premia >>>>> necessariamente os melhores pesquisadores, mas sim os que têm >>>>> as melhores condições de pesquisa. >>>>> >>>>> A utilização destes critérios na distribuição de recursos realizada >>>>> por editais do CNPq resulta em pouca chance de projetos de >>>>> pesquisadores de pequenos centros serem aprovados. É grave >>>>> que outras agencias financiadoras, como algumas Fundações de >>>>> Amparo à Pesquisa (FAPs), já venham seguindo o exemplo do >>>>> CNPq. Devido a isto, os processos dos pesquisadores de >>>>> pequenos centros de Minas Gerais e do Paraná, por exemplo, >>>>> também já têm muito pouca chance de serem aprovados, >>>>> respectivamente, pela Fapemig e Fundação Araucária. >>>>> >>>>> Com esta política de distribuição de recursos para projetos e >>>>> apoio a pesquisadores, o CNPq prejudica o crescimento dos >>>>> pequenos centros de pesquisa do país, ameaçando-lhes >>>>> seriamente a própria sobrevivência. >>>>> >>>>> Com este critério de produtividade, o CNPq prejudica também, >>>>> indiretamente, as universidades (e demais instituições de ensino >>>>> e pesquisa), sobretudo as pequenas. As Bolsas de Produtividade >>>>> em Pesquisa (Bolsas PQ) estimulam os professores a privilegiarem >>>>> suas atividades de pesquisa em detrimento das demais atividades, >>>>> também essenciais para o bom funcionamento das mesmas. >>>>> Desestimulam, igualmente, a migração para as pequenas >>>>> universidades, uma vez que os pesquisadores que nelas se instalam >>>>> raramente encontrarão condições similares às das instituições onde >>>>> se doutoraram ou desenvolveram seus projetos de pesquisa. >>>>> >>>>> Este critério de produtividade e a existência da categoria de >>>>> Bolsista de Produtividade em Pesquisa, com bolsas concedidas >>>>> como premiação a poucos, introduziram, no CNPq, um regime >>>>> oligárquico constituído por uma bem questionável elite — os >>>>> pesquisadores 1. Como em toda oligarquia, só esta elite >>>>> (a minoria) tem opinião, voto e representação nos órgãos de >>>>> consulta e julgamento do CNPq. Assim, é natural que as >>>>> políticas do CNPq sejam voltadas para o benefício de sua >>>>> oligarquia e não para o bem comum. >>>>> >>>>> A inconformidade de membros da comunidade acadêmica já >>>>> foi objeto de manifestação pública, de forma clara e detalhada, >>>>> em artigos e cartas publicadas em órgãos de divulgação. Estes >>>>> artigos estão disponíveis em: >>>>> >>>>> (a) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=54272 >>>>> (republicado no Jornal da Ciência no. 615, de 22 de fevereiro >>>>> de 2008) >>>>> (b) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=57672 >>>>> (c) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=57758 >>>>> >>>>> As cartas, a primeira enviada à Presidência do CNPq e a >>>>> segunda, a seu Conselho Deliberativo, estão disponíveis em: >>>>> >>>>> (a) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=55476 >>>>> (b) http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=56088 >>>>> >>>>> O CNPq, porém, tem permanecido alheio às críticas, o que de >>>>> certa forma é natural, posto que não há canais de comunicação, >>>>> quer diretos, quer indiretos, entre o CNPq e a comunidade >>>>> científica nacional. Assim, o CNPq desconhece o que pensa a >>>>> comunidade científica, suas necessidades, suas propostas. A >>>>> comunidade científica, por sua vez, também desconhece o que >>>>> pensa o CNPq. Desconhece a razão de seus critérios, de suas >>>>> políticas e de seus editais. >>>>> >>>>> Este manifesto, portanto, será enviado a órgãos executivos >>>>> acima do CNPq (MCT e MEC) e à Presidência da República. >>>>> Será enviado, igualmente, a alguns políticos voltados para a >>>>> área de educação. >>>>> >>>>> Considerando o exposto acima, nós, abaixo assinados, >>>>> solicitamos aos senhores e senhoras, responsáveis pela política >>>>> de C&T do País, a convocação de uma comissão, composta >>>>> por professores e pesquisadores de institutos de pesquisa, >>>>> representantes tanto de grandes centros quanto de pequenos >>>>> centros, para organizar uma discussão e votação, pela >>>>> comunidade inteira de C&T, dos seguintes assuntos: >>>>> >>>>> 1. Abertura de uma ouvidoria, de forma a se estabelecer um >>>>> canal de comunicação entre o CNPq e a comunidade científica; >>>>> 2. Extinção ou manutenção (com reestruturação dos critérios >>>>> para concessão e progressão de nível) das bolsas de >>>>> produtividade; >>>>> 3. Extinção ou manutenção (com reestruturação dos critérios) >>>>> da classificação de professores e pesquisadores; >>>>> 4. Alteração dos critérios para concessão de auxílios, de forma >>>>> a que estes critérios avaliem, tão somente, a qualidade dos >>>>> projetos; >>>>> 5. Permissão de candidaturas de quaisquer >>>>> professores/pesquisadores a qualquer pleito em C&T; >>>>> 6. Reestruturação das atribuições dos Comitês Assessores, de >>>>> forma a dar-lhes maior autonomia para definição dos critérios >>>>> de suas áreas; >>>>> 7. Aumento do número de consultores ad-hoc, fornecendo-lhes >>>>> novas orientações; >>>>> 8. Aumento do apoio a periódicos nacionais, revistas nacionais >>>>> e congressos nacionais; >>>>> 9. Aumento do número de bolsas para recém-doutores e para >>>>> pós-doutorado (sabático) no país e no exterior; >>>>> 10. Aumento dos auxílios para participação em congressos >>>>> nacionais e internacionais; >>>>> 11. Fomento às soluções para problemas nacionais, em todas >>>>> as áreas do conhecimento, a partir de discussões amplas com >>>>> a comunidade científica; >>>>> >>>>> Assinam o manifesto: >>>>> >>>>> 1. Ivan Paulo Canal - ivan.canal 'em' gmail.com - Univ. Reg. >>>>> do Noroeste do Rio Grande do Sul (Unijuí) >>>>> 2. Luciano Pivoto Specht - specht 'em' unijui.edu.br - Univ. >>>>> Reg. do Noroeste do Rio Grande do Sul (Unijuí) >>>>> 3. Wilson José Vieira - wjvieira 'em' ieav.cta.br - CTA >>>>> 4. Adolfo Gustavo Serra Seca Neto - adolfo 'em' utfpr.edu.br >>>>> - Univ. Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) >>>>> 5. Maria Ines Azambuja - miazambuja 'em' terra.com.br >>>>> - Famed/Ufrgs >>>>> 6. Jozimar Paes de Almeida - jozimar 'em' sercomtel.com.br >>>>> - Universidade Estadual de Londrina >>>>> 7. Wang Chong - wang 'em' unijui.edu.br - Unijuí >>>>> 8. Raquel Meister Ko Freitag - rkofreitag 'em' uol.com.br >>>>> - Universidade Federal de Sergipe >>>>> 9. Edinaldo Nelson dos Santos Silva - nelson 'em' inpa.gov.br >>>>> - Instituto Nac. de Pesq. da Amazônia (INPA) >>>>> 10. Simone Wolff - - Universidade Estadual de Londrina >>>>> (Depto Ciências Sociais) >>>>> 11. José Lima de Figueiredo - zelima 'em' usp.br - USP >>>>> 12. Otávio A. S. Carpinteiro - otavio.carpinteiro 'em' gmail.com >>>>> - Univ. Federal de Itajubá >>>>> 13. Jose Salvador Lepera - leperajs 'em' fcfar.unesp.br >>>>> - Universidade Estadual Paulista (UNESP) >>>>> 14. Fabio Moyses Lins Dantas - fdantas 'em' int.gov.br >>>>> - Instituto Nacional de Tecnologia (INT) >>>>> 15. Martha Ramírez-Gálvez - marthacerg 'em' gmail.com >>>>> - Universidade Estadual de Londrina (UEL) >>>>> 16. Eliana Marques Cancello - ecancell 'em' usp.br - USP >>>>> 17. Maria da Graça Brasil Rocha - tata 'em 'dc.ufscar.br >>>>> - UFSCar >>>>> 18. Rogério Atem de Carvalho - ratem 'em' cefetcampos.br >>>>> - CEFET Campos >>>>> 19. Douglas Daniel Del Frari - douglas.frari 'em' gmail.com >>>>> - FACOL, PE >>>>> 20. Bruno Cosenza de Carvalho - bccarvalho 'em' gmail.com >>>>> - CTEx - RJ >>>>> 21. Dáfni Fernanda Zenedin Marchioro - >>>>> dafnimarchioro 'em' unipampa.edu.br - Univ. Federal do Pampa >>>>> 22. Luís Felipe Skinner - lfskibiologia 'em' yahoo.com >>>>> - Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ >>>>> 23. Marize Varella de Oliveira - marizeva 'em' int.gov.br >>>>> - Instituto Nacional de Tecnologia >>>>> 24. Baltazar Macaiba de Sousa - >>>>> baltazarmacaiba 'em' yahoo.com.br - DESOC/UFMA >>>>> 25. Carlos Roberto M. Peixoto - carlosp 'em' unijui.edu.br >>>>> - Univ. Reg. Noroeste do Rio Grande do Sul (Unijuí) >>>>> 26. Luis Carlos Ogando Dacal - ogando 'em' ieav.cta.br >>>>> - Instituto de Estudos Avancados (IEAv/CTA) >>>>> 27. Eduardo Di Mauro - dimauro 'em' uel.br - >>>>> Depto de Física/Universidade Estadual de Londrina >>>>> 28. Sidney da Silva Viana - sidney.viana 'em' gmail.com >>>>> - Centro Universitário FIEO >>>>> 29. Jorge Luiz de Castro e Siva - jlcs 'em' larces.uece.br >>>>> - Universidade Estadual do Ceará >>>>> 30. Manuel Losada Gavilanes - gavilane 'em' ufla.br >>>>> - Universidade Federal de Lavras (UFLA) >>>>> 31. Rivalino Matias Jr. - rmatiasjr 'em' gmail.com >>>>> - Duke University (USA) >>>>> 32. Barbara Ann Robertson - barbara 'em' inpa.gov.br >>>>> - Inpa >>>>> 33. Clovis Dorigon - Empresa de Pesquisa Agropecuaria e Extensão Rural >>>>> de SC (Epagri). [EMAIL PROTECTED] >>>>> >>>>> >>>>> >>>>> >>>>> >>>>> >>>>> >>>>> >>>>> _______________________________________________ >>>>> Logica-l mailing list >>>>> [email protected] >>>>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >>>>> >>>>> >>>> >>> >>> _______________________________________________ >>> Logica-l mailing list >>> [email protected] >>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >>> >>> >> >> >> -- >> _________________________________ >> Décio Krause >> Departamento de Filosofia >> Universidade Federal de Santa Catarina >> C.P. 476 >> 88040-900 Florianópolis, SC - Brasil >> Tel.: +(48)3331-9248 >> www.cfh.ufsc.br/~dkrause >> Grupo de Lógica e Fundamentos da Ciência >> www.logica.cfh.ufsc.br >> _____________________________________ >> > > -- _________________________________ Décio Krause Departamento de Filosofia Universidade Federal de Santa Catarina C.P. 476 88040-900 Florianópolis, SC - Brasil Tel.: +(48)3331-9248 www.cfh.ufsc.br/~dkrause Grupo de Lógica e Fundamentos da Ciência www.logica.cfh.ufsc.br _____________________________________
_______________________________________________ Logica-l mailing list [email protected] http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
